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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Primeiro Capítulo - Prólogo

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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Primeiro Capítulo - Prólogo   Sab 16 Mar 2013 - 19:28

Primeiro Capítulo - Prólogo


Os cânticos ressoavam pela sala. Palavras profundas e carregadas por uma estranha e constrangedora essência. Os tons, a dicção, tudo uniforme e muito organizado. Um discurso, um chamamento, senti convulsões e o meu corpo retesou-se...
Sons de correntes a chocalharem a cada término de um dos cânticos... Começava a presenciar-se algo estranho, algo profundo, algo que emanava uma estranha aura que causava náuseas só por existir, algo forte...
Abri os olhos repentinamente, vendo incontáveis homens carecas à minha volta, dezenas deles, a proferirem e repetirem os mesmos cânticos, vezes sem conta. As correntes, que rodeavam os seus pulsos, mantinham-nos presos com uma aura vermelha... Eram monges, certo? Notei pelos seus olhos cobertos por panos, como se tentassem curar alguma febre. Era característica dos monges, cobrir os olhos, para assim impedirem-se de cederem aos seus desejos... Mas... Que faziam eles?
Analisei cada pormenor à minha volta. Primeiramente, encontrava-me presa. Tentava mexer os meus braços ou pernas, mas as correntes, mais finas que as dos monges, prendiam-me sem quererem ceder. O mais estranho é que, além de me segurarem pelos pulsos e tornozelos, estavam presas em torno do meu pescoço e em algumas áreas dos braços e pernas que não fazem sentido estarem presas. Posteriormente, a minha localização: uma espécie de caverna com pouca luminosidade, sendo as únicas luzes que eu conseguia distinguir eram das correntes dos monges com as suas florescências.
Os meus sentidos começaram a recuperar-se e com eles percebi melhor a situação à minha volta. Não conseguia entender o que se estava ali a passar (apesar da minha mente me jurar que era um ritual), nem o que eu estava ali a fazer, mas só sei que me sentia muito fatigada...
Estrebuchei ao leve, testando a força das correntes e sentindo que elas eram mais resistentes do que aparentavam. Tentei um abanão com o máximo da minha força (que não é muita lamentavelmente) que só resultou no chocalhar dos metais e a chamada da atenção dos monges, que até então estava focada nos cânticos.
- Ela está acordada... – Um dos homens interrompeu os cânticos para anunciar o óbvio e todos os outros seguiram-lhe obedientemente. Apesar dos olhos cobertos pelos panos, sentia que todos me fitavam.
- Não parem! – Uma segunda voz, esta que provinha de longe da multidão de homens, fez-se ouvir. Não estava na situação de apreciar mais sobre ela... – O chamamento não irá parar só porque ela acordou! Continuem!
Assim eles o fizeram, quais cães com medo ao seu dono. Continuei a estrebuchar, soltando ligeiros gemidos pelo excessivo esforço, mas a minha força ante a resistências das ligaduras metálicas era ínfima e o único resultado do contraste eram marcas dolorosas nas zonas abraçadas pelas correntes (exceto o cabelo, este não era afetado). O desespero acentuava-se a cada recusa de ser solta e a indiferença dos monges frente à minha situação só me irritava. O volume dos meus gemidos aumentava gradualmente, até ao ponto que comecei a gritar como uma insana, soltando autênticos abanões e puxando ao máximo as correntes, mesmo que estas nem dessem sinais de cederem...




- Makoto-sama, a menina está a fazer demasiado barulho, os homens não conseguem concentrar-se com tanta gritaria! – Um dos monges aproximou-se de um vulto negro, sentado sobre um trono, que observava toda a situação sem esboçar qualquer reação.
- É melhor ela ser calada. Vão amordaça-la, mas não a magoem! – Ordenou o vulto com uma voz marcante e extremamente grossa, esticando um braço. O monge reagiu com o medo, encolhendo-se para si como se pensasse que aquele braço fosse direcionado para atacá-lo – Se a magoarem o ritual não surtirá efeito, e sabem o que acontece se eu não tiver resultados, não sabem?
O olhar do monge tremeu tenuemente e uma gota de suor pendeu pelo queixo redondo do pobre homem. Este gemeu, só de pensar nas consequências de um ritual falhado. Abaixou de imediato a cabeça, apoiando a testa sobre os braços cruzados, curvando-se numa vénia atabalhoada.
- S-sim, senhor! – Gaguejou, desfazendo a vénia e apressando-se a desaparecer da vista do seu líder.
O braço recuou e voltou a pousar sobre o encosto do trono. Dedos batiam nervosamente sobre a superfície metálica do assento.
- Despachem-se, estou farto de esperar por este momento!




Um último esticão e voltei a receber a mesma resposta, a corrente não iria ceder. Parei a resistência por alguns segundos, descansando e sentindo o quanto ofegante já estava. Pequenas gotas de suor escorregavam-me pela cara, tentando disfarçar as indescritíveis dores que sentia nas zonas presas. Sentia-me impotente, demasiado fraca para a ocasião e o cansaço impedia-me de voltar a tentar.
Um homem abriu caminho por entre a multidão. Ao conseguir passar por eles, surgindo mesmo à minha frente, pude reparar que não passava de outro monge. Outro homem insensível à minha agonia e sofrimento, unicamente preocupado com a sua reza idiota e as suas crenças inquestionáveis. Trazia um pano na mão...
- Menina, perdoe-me! – Deu um passo em frente, como se tivesse a aproximar-se do seu Deus ou identidade superior à qual loucamente louvava. Não me pude mexer, como era óbvio, mas tinha vontade de fazer-lhe algo! – O meu senhor... – Gaguejava um pouco, sinal de como era submisso e pouco confiante – O meu senhor pediu-me para calá-la... – Não acredito que me iria matar... – Portanto... – Esticou o pano em frente, afinal iria amordaçar-me! – Se me der licença...
Deu dois passos em frente como teste. Era demasiado cobarde para tapar-me a boca de vez ou provavelmente muito tímido para tocar numa mulher. Seja quais fosse das opções, o facto era que a situação começava-me a deixar-me louca de ódio (algo não muito comum em mim, confesso) e sentia vontade de espancar até à morte cada um destes monges. Se pelo menos conseguisse livrar-me destas malditas correntes!
Chegou, por fim, à minha beira. Senti a sua respiração quente em cima do meu pescoço (sou pequena, mas estava ligeiramente acima do solo devido à elevação das correntes) e o seu suor a escorrer-lhe pela cara. O homem tinha um cheiro horrível, mais uma qualidade para a sua personalidade de louvar, e comecei a perguntar-me como iria acertar com o pano na minha boca tendo os seus olhos cobertos.
- Mais uma vez, perdoe-me...
Esticou o pano e levou-o à frente, acertando corretamente onde estava a minha boca (provavelmente não era tão cego quanto eu pensava). Desviei a cara à primeira vez, obviamente com pouca vontade de ser amordaçada, e vi que o seu semblante se acentuou. Tentou de novo e voltei a desviar a cara, evitando ao máximo que conseguia o pano. O homem começou a suar ainda mais.
- Por favor, esteja quieta! – Pediu-me inutilmente, tentando pela terceira vez e sendo novamente recusado – Menina! – Era óbvio que não iria estar quieta! Estava farta de estar agarrada a estes correntes, farta de estar presa neste local e farta de cheirar tanto suor e ouvir tanta palavra sem sentido!
Estrebuchei ainda mais, tão inutilmente quanto as tentativas do monge de amordaçar-me, desesperada pela liberdade. Sentia-me tão furiosa que me apetecia gritar, mas isso era algo que inexplicavelmente eu evitava.
Vi, na imensa escuridão da caverna, um vulto a aproximar-se de nós. Pelo tamanho, roupas cléricas e pela cabeça rapada com uma venda aos olhos, calculei que era outro monge cheio de suor para fazer-nos companhia...
- Precisa de ajuda, Irmão? – A sua voz representava, pelo menos superficialmente, mais confiança que a galinha que tentava amordaçar-me – Nunca teve jeito com prisioneiros...
O “Irmão” afastou-se, mostrando alívio por poder passar a tarefa a uma pessoa aparentemente mais competente. Passou-lhe o pano e deu alguns passos para trás, ainda sem misturar-se com a multidão que não cessara os seus cânticos.
- Muito bem, rapariga – O segundo monge aproximou-se, esticando a mordaça e tentado acertar na minha boca. Desviei-me – Porta-te bem e vais ver que não dura nada... – Não precisava de falsas esperanças. Vi a mordaça a encaminhar-se e mais uma vez a neguei – Porra! – A sua reação de cólera assustou-me, igualmente ao primeiro monge que até saltou, e vi a cara deste a ficar ligeiramente avermelhada – Pirralha! – Socou-me fortemente a barriga e senti uma forte convulsão. Contorci-me para a frente, limitada pelas correntes, e cuspi pequenas quantidades de saliva – Agora vais obedecer!
As dores impediram-me de acompanhar o movimento da mordaça e depressa senti o pano seco e áspero a agarrar-se aos meus lábios. Dei uma última resistência, abanando freneticamente com o corpo, mas a luta só resultou em mais um murro na minha zona abdominal. As pancadas eram demasiado fortes e perdi os sentidos por segundos, tendo o mundo a andar à roda. Nesta tontura, pude ver o primeiro monge a dar uma reprimenda no segundo, que se limitou a virar-lhe costas e continuar com a sua vida. Os outros continuaram com os intermináveis cânticos e aura poderosa atrás de mim a aumentar e aumentar o seu volume...


CONTINUA...


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MensagemAssunto: Re: Primeiro Capítulo - Prólogo   Sab 16 Mar 2013 - 19:53

Gostei do filler, conseguiu me prender com esse mistério, aguardando o próximo.
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MensagemAssunto: Re: Primeiro Capítulo - Prólogo   Sab 16 Mar 2013 - 20:30

Filler muito bom, mas não esperava outra coisa de ti (levavas ). Quero acompanhar a tua nova história, que pelo que percebi, irá voltar a utilizar o Imawaga (ou lá como se chama ). Keep going bro
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MensagemAssunto: Re: Primeiro Capítulo - Prólogo   Seg 18 Mar 2013 - 12:42

*cof cof* Rituais satânicos *cof cof*

Bem, se a tua outra história prometia... não sei o que dizer desta!
Bom prólogo, gostei do início. Uma caverna misteriosa, monges num ritual estranho, a rapariga presa e sem saber o que ali fazia... Estranho vai ser a palavra certa para a tua história? Well, eu espero que sim porque me cativou bastante!
Mas quanto à apresentação, achas que podias meter a letra um pouco maior? É que as letras pequenas fazem-me aumentar o zoom da página xd


Continua, fast!
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MensagemAssunto: Re: Primeiro Capítulo - Prólogo   Sex 22 Mar 2013 - 1:19

Não sei os outros leitores, mas enquanto lia este filler, a musiquinha da Akatsuki não saia da minha cabeça .-. (senti medo)
Bem, bem, uma ótima introdução à história. Instigante, na verdade.
Ritual satânico ou um grupo de pervertidos, eis a questão.
Continua, rapaz!
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Primeiro Capítulo - Prólogo   Sex 29 Mar 2013 - 20:13

Obrigado a todos por lerem. Ainda não sei bem a palavra que irá definir esta nova história, mas quando adiantar-me mais decerto terei uma resposta ahah.

Mais uma vez obrigado por lerem Wink
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MensagemAssunto: Re: Primeiro Capítulo - Prólogo   Sex 29 Mar 2013 - 20:55

Curti bastante o filler. O ritual ficou muito bem descrito e cativante à leitura e como o Rods disse, a músiquinha da Akatsuki surge na cabeça xd Fico à espera para ver o que se segue na história. Continua ^^
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Primeiro Capítulo - Prólogo   Qui 18 Abr 2013 - 20:05

@BigBoss escreveu:
Curti bastante o filler. O ritual ficou muito bem descrito e cativante à leitura e como o Rods disse, a músiquinha da Akatsuki surge na cabeça xd Fico à espera para ver o que se segue na história. Continua ^^

Vou anotar a OST, parece interessante para futuros Fillers ahah

Obrigado pelo comentário, espero que sigas ^^
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Virtus

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MensagemAssunto: Re: Primeiro Capítulo - Prólogo   Seg 22 Abr 2013 - 0:37

Resolvestes dividir o teu filler por três fases, e é assim mesmo que irei comentar: Por três fases. A primeira fase, se tiver de usar uma palavra para a descrever, irei usar a expressão "Mórbida." A tua descrição, pintou uma imagem na minha cabeça de algo muito escuro e muito sujo. Um ambiente que faz sentir medo só de pensar. Ambiente esse que foi completado por diversos homens , que possuiam vestes também essas pouco ortodoxas e que não inspiravam "luz", e quando falo de luz refiro-me a sentimentos positivos. Dou-te os parabéns, porque tu conseguiste acompanhar a tua acção com um espaço espetacular, com uns intrevinientes maravilhosos. Estás de parabéns.

A segunda fase, dá não muito para comentar. Claro que devemos realçar a personalidade inquietante da personagem que estava sentada no torno, e também a possibilidade e o aviso que tu dás. Quando referes que iria haver estragos enormes, se aquele ritual em questão não fosse concluído.

Terceira fase, e a que me deixa mais com " a pulga atrás da orelha ". Claro que vou ter de esperar ansiosamente pelo o segundo filler, pela a simples razão que esta terceira fase é claramente, mas claramente, uma ponte para um "estouro" de acção que vem aí. Com esta terceira fase conseguimos, pelo menos com a minha leitura, apurar duas coisas importantes: A primeira, é que existe diferença de opniões sobre aquele ritual. O primeiro monge está "um pouco" contra aquele ritual, é apenas um cão bem mandado que faz o que lhe mandam. O segundo monge, já é uma personagem forte de personalidade e que não teve dificuldade nenhum em aplicar um golpe para conseguir o seu objectivo. A segunda coisa, muito importante, que se pode aprender nesta terceira fase é: A tua personagem mostra-se lutadora mesmo estando em clara desvantagem. Ela não parou perante tamanhas dificuldades, e isso está bem claro.

Bem, sobre a tua escrita. Acho que está perfeito, acho que deves continuar. Porque as tuas descrições conseguem colocar o leitor dentro da acção, dentro do ambiente. E quando eu, atráves de letras, consigo-me sentir dentro do ambiente que a personagem está a viver: Definitivamente ganho uma vontade enorme de continuar a ler.

Parabéns, e sabes que agora vou estar aqui: A espera da tua segunda filler para ver onde é que isto vai parar.
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Primeiro Capítulo - Prólogo   Seg 22 Abr 2013 - 1:23

@Virtus escreveu:
Resolvestes dividir o teu filler por três fases, e é assim mesmo que irei comentar: Por três fases. A primeira fase, se tiver de usar uma palavra para a descrever, irei usar a expressão "Mórbida." A tua descrição, pintou uma imagem na minha cabeça de algo muito escuro e muito sujo. Um ambiente que faz sentir medo só de pensar. Ambiente esse que foi completado por diversos homens , que possuiam vestes também essas pouco ortodoxas e que não inspiravam "luz", e quando falo de luz refiro-me a sentimentos positivos. Dou-te os parabéns, porque tu conseguiste acompanhar a tua acção com um espaço espetacular, com uns intrevinientes maravilhosos. Estás de parabéns.

A segunda fase, dá não muito para comentar. Claro que devemos realçar a personalidade inquietante da personagem que estava sentada no torno, e também a possibilidade e o aviso que tu dás. Quando referes que iria haver estragos enormes, se aquele ritual em questão não fosse concluído.

Terceira fase, e a que me deixa mais com " a pulga atrás da orelha ". Claro que vou ter de esperar ansiosamente pelo o segundo filler, pela a simples razão que esta terceira fase é claramente, mas claramente, uma ponte para um "estouro" de acção que vem aí. Com esta terceira fase conseguimos, pelo menos com a minha leitura, apurar duas coisas importantes: A primeira, é que existe diferença de opniões sobre aquele ritual. O primeiro monge está "um pouco" contra aquele ritual, é apenas um cão bem mandado que faz o que lhe mandam. O segundo monge, já é uma personagem forte de personalidade e que não teve dificuldade nenhum em aplicar um golpe para conseguir o seu objectivo. A segunda coisa, muito importante, que se pode aprender nesta terceira fase é: A tua personagem mostra-se lutadora mesmo estando em clara desvantagem. Ela não parou perante tamanhas dificuldades, e isso está bem claro.

Bem, sobre a tua escrita. Acho que está perfeito, acho que deves continuar. Porque as tuas descrições conseguem colocar o leitor dentro da acção, dentro do ambiente. E quando eu, atráves de letras, consigo-me sentir dentro do ambiente que a personagem está a viver: Definitivamente ganho uma vontade enorme de continuar a ler.

Parabéns, e sabes que agora vou estar aqui: A espera da tua segunda filler para ver onde é que isto vai parar.

Eh pah, assim sim, comentários assim gosto de ler! Ahah

Muito obrigado pela extraordinária análise que me deste. Contudo, focaste-te demasiado nos pontos positivos e esqueceste de alguns "fails" do meu Filler (que eu conheço e ainda não corrigi xd). Bem, espero mesmo que leias o segundo Filler (já postado) e que dês outra fantástica análise e, desta vez, também esclareças os pontos negativos que encontraste ^^

Espero que continues a ler.
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