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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Equipa Dark Akira + Shibi + Rods

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killer999

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MensagemAssunto: Equipa Dark Akira + Shibi + Rods   Sab 10 Ago 2013 - 15:41

O sol brilhante de final de tarde está entre poucas nuvens brancas, iluminando o mar azul cintilante com majestosa beleza, enquanto a brisa fresca criava pequenas ondas que embalavam uma pequena balsa à margem de uma ilha gigantesca. Dentro da balsa, dois pescadores descansam do árduo trabalho do dia, fitando o por do sol com ligeira sonolência.
- Estranho... Essa ilha não estava aqui ontem? - Perguntava o pescador a seu companheiro que já dormia.
Sem receber a resposta, o pescador se espreguiçou e deitou novamente aproveitado seu momento de tranquilidade, quando sinos começaram a tocar por todos os lados. Assustados, os pescadores se levantaram rapidamente e se admiraram com o que viram. Uma frotilha de grandes navios se aproximava da margem da estranha ilha, passando por eles em grande festa. Levando a bandeira de cada vila ninja em seu mastro principal, jovens ninjas acenavam para os pescadores das prôas das embarcações, ansiosos com sua chegada no cenário para o exame chuunin.
- Mas o quê...? - Perguntavam-se os dois pescadores, convencidos de que nada mais naquele dia os deixariam mais surpresos do que isso, quando o mar começou a ficar bravio e logo uma gigantesca cabeça de tartaruga emergiu, banhando a todos com as águas quentes do final da tarde.
 
 
 
Nesse local onde será efetuado a 2ª Fase do Exame Chuunin, Equipes de três integrantes serão formadas onde metades das equipes irão receber o pergaminho do céu e a outra o pergaminho da terra. O objetivo é simples chegar até um prédio que tem no meio da ilha que possui o formato da cabeça do Hachibi. Levando consigo o pergaminho da terra e do céu.
 
Cada equipe será levada de barco onde um Chuunin explicará o Exame e lhe entregará o pergaminho correspondente à equipe, ele dará o inicio da prova e os gennins portaram na ilha (cada equipe num local).

 


Regras do Fórum nessa Fase:
 


  1. A ordem de postagem será restrita a equipe.
  2. Quem não postar nada ou o avaliador não achar o post apto a continuar será eliminado.
  3. Uma equipe não pode escrever sobre a outra (a não ser comentários ou algo que não prejudique as equipes), inventará adversários como em missões.
  4. O mínimo de post aceitáveis são 6
  5. Terão até o dia 23/08 para entregar o Exame pronto.
  6. O Exame irá valer igual a uma Missão Rank C sem o ponto de cumprimento (600 ryos + 1 Scroll). Só que o avaliador dará a recompensa como achar que foi o Exame. Ou seja, se achar que alguém não mereça tudo ou nada poderá tirar.
  7. Por último e mais importante, DIVIRTA-SE ao participar.

 
Boa Sorte Galera  
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MensagemAssunto: Re: Equipa Dark Akira + Shibi + Rods   Seg 12 Ago 2013 - 20:02

Por mais que a visão do por do sol fosse esplendorosamente bela, todo o sal vindo da água do mar pelo qual dezenas de embarcações se ajeitavam em torno do futuro cenário mexia com os narizes dos mais sensíveis. A água se mantinha sem agitações, o que se contrastava com a euforia dos gennins que naquela ilha dariam continuidade ao Exame.  Um a um, os barcos atracavam nas encostas rochosas e estáveis do território, e quase que mecanicamente, um grupo de quatro ninjas desembarcava deles. Entretanto, o lugar era tão imenso que, mesmo que com muitos grupos de shinobis ali, não se via os adversários ao lado quando se encostava à margem.
De uma pequena embarcação de madeira azul saiu Zehel que, assim que tocou o chão, respirou fundo, estufando o peito, como se quisesse sentir o local. Alisou os fios negros para trás e logo se prontificou a auxiliar a outra menina que o acompanhou. Ela, no entanto, sorrindo polidamente optou por descer sozinha. Ajeitou as pontas das mangas e desamarrotou a barra do quimono verde. Chamava-se Ayame. Cheirava a primavera.
O terceiro, Kou, quase foi ao chão quando, enquanto se juntava a equipe, sofreu um atropelamento por parte de um corpulento e baixinho homem, trajado de colete oficial, que logo se colocou em posição de destaque perante o grupo. Teve que subir em uma pedra para parecer superior. Pigarreou.
– Muito bem. – e parou de falar. Ficou fitando o horizonte com um olhar amendoado e um tanto abobalhado, enquanto parecia estar em todos os lugares, menos ali. Desceu da pedra, caminhou até o barco e ameaçou ir embora naquele momento. 
– Senhor? – arriscou Ayame. O corpulento parou, sorrindo com suas bochechas grandes.
– Oh, uma brincadeira, uma brincadeira. Vocês parecem tensos... Fiquem calmos! E mantenham-se esperançosos, porque é disso que eu gosto! – e continuou rindo sozinho. Quando percebeu que ninguém mais havia achado a mínima graça, ajeitou sua gola, balançou os bracinhos curtos no ar e continuou – Pois bem, pois bem.  Entendam que, assim como na primeira fase do exame, trata-se de uma avaliação. Enquanto, num primeiro momento, necessitou-se de certo conhecimento e lógica, saibam que, desta vez, talvez isso não baste. Provam-se muitas coisas nessa fase, então tomem atenção.
Ele tirou do colete um pergaminho preto, com o símbolo “Terra” escrito. O entregou à Ayame.
– Metade das equipes participantes tem um pergaminho igual a este. A outra possui um diferente, com a insígnia “Céu”. O objetivo de vocês é chegar ao centro da ilha portando o par desses pergaminhos sem violá-los sob nenhuma hipótese. Para obter o outro, vocês terão que consegui-lo com outra equipe. Subentende-se que apenas nisso, metade já de desclassifica. Devem fazer o percurso até, no máximo, em cinco dias, ou serão desclassificados. O que não é tão mal, certo? – e voltou a rir debilmente.
Zehel esfregou as têmporas, sem paciência. Ayame parecia estar sentindo vergonha alheia. Já Kou tentou rir para não deixar o instrutor mal, o que não adiantou muito.
 – Pois bem, seus apáticos, vão em frente. A morte não é nada engraçada.
– Até logo então, senhor – despediu-se a menina, confiante. Ela, tomando uma posição à frente, caminhou até onde os espigões petrificados se embrenhavam mais, onde o perigo, de cara, já dava a sensação de se espreitar, sendo seguida pelos outros companheiros. O instrutor apenas se manteve acenando, até perdê-los de vista.
Depois de um tempo, os gennins seguiram, em shunshins, por uma trilha aberta naturalmente entre as estacas que nasciam nas costas da tartaruga gigante. Algumas sombras já se faziam, em decorrência do pôr do sol. Um silêncio mantinha-se presente, mesmo que quebrado pelos passos rápidos e precisos dos ninjas.
Reduziram a velocidade e, alguns metros depois, chegaram a uma clareira estranha e desnivelada, sem flores e com árvores secas entrelaçadas, cujos galhos eram unidos de maneira que talvez nem chuva permeasse ali.
– Muito bem – Zehel começou, tirando a bolsa dos ombros e a atirando perto dos próprios pés – Por onde começamos?
– Acho que o mais correto seria arranjarmos um abrigo seguro – sugeriu a kunoichi, colocando suas madeixas para trás. 
– É verdade, pode ser perigoso andar por aí pela noite – alertou Kou, um tanto acanhado.
– E esta já está próxima, pelo visto – comentou Ayame – O ideal seria um local alto, em relação ao plano do solo. Isso nos daria uma vantagem visual sobre possíveis atacantes.
– A única coisa alta por aqui são estes espigões enormes, moça. Sugere que fiquemos espetados em suas pontas? – indagou o gennin de Kirigakure.
– Não, mas talvez aquilo lá sirva – falou o Mitsukubane, apontando em direção ao céu alaranjado. Ao se olhar para a direção mostrada, podia-se ver um espigão sem ponta como se houvesse sofrido uma seção. A superfície originada desse desgaste natural era tão grande que talvez fosse capaz de servir para os três da equipe. Entrelaçado a ele havia ainda algumas árvores de copas largas e cipós emaranhados.
– Parece-me um bom local.
– Pelo menos, por agora – Zehel completou a ninja médica.

[...]
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Shibiusa

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MensagemAssunto: Re: Equipa Dark Akira + Shibi + Rods   Qui 15 Ago 2013 - 2:59

Os três ninjas caminharam mais um pouco em direcção ao seu destino e subiram ao espigão seccionado, que deveria ficar a uns 5 metros do chão. Apesar de não ser muito alto, dar-lhes-ia uma vantagem visual no caso de alguém se aproximar. Era suficientemente largo para acamparem os três sem dificuldades e terem ainda algum espaço de convívio.
Kou, o mais novo do grupo, sentia a pressão do exame na sua nuca. Sabia que não iria aceitar reprovar pelo seu orgulho. Não iriam falhar. Não podiam. Ou nem ele nem os seus colegas se tornariam os ninjas que ambicionavam ser. Por isso tinham que ser práticos e eficazes. Rapidamente persuadiu os seus colegas a sentarem-se para conversarem sobre o que fazer. Tinham que arranjar uma estratégia.
- Bem… Já temos onde ficar. Agora temos tarefas a dividir para sobreviver – começou ele, olhando para os seus colegas de equipa, sentados à sua frente. – Há vários factores fundamentais para garantir a nossa sobrevivência enquanto seres humanos. Precisamos de água potável e de comida.
Ayame acenava com a cabeça, concordando com o rapaz.
- Já agora, uma tenda para passar a noite mais abrigados. Por estarmos em cima de uma tartaruga, em pleno oceano, o ar parece mais frio… Rapidamente entramos em hipotermia se não tivermos cuidado - acrescentou ela.
- Certíssimo. Então temos 3 tarefas a dividir. E 3 ninjas com habilidades diferentes… - continuou o kumonin.
A afirmação fez fricção no kirinin Zehel, que, desde que tinham sido juntados para o exame, tinha ficado a pensar no que poderiam fazer enquanto equipa. Mais valia partilhar com eles os seus pensamentos. Afinal, dependiam uns dos outros para acabarem o exame.
- Confirmem-me só uma coisa. Vocês os dois são ninjas médicos?
A kunoichi e Kou acenaram afirmativamente. Zehel fechou os olhos e esfregou uma das mãos na cara. Estava preocupado. Tinham mesmo que ser organizados e pensar bastante no que fazer. Suspirou e continuou:
- Provavelmente já pensaram nisto, mas desconfio que os outros ninjas nos considerem um alvo fácil. Não temos poder de ataque suficiente para sermos considerados uma ameaça. Não estou a subvalorizar aquilo que sabemos fazer. Eu sei o que valho e confio que são bons também. Mas temos que ser realistas e pensar no que os demais devem pensar de nós. Temos que aproveitar todas as nossas capacidades para surpreendermos os outros e estarmos sempre um passo à frente.
Os ninjas reflectiram um pouco acerca da informação que Zehel transmitira. O kirinin tinha razão. Por isso todas as tarefas tinham que ser bem distribuídas para estarem em segurança enquanto estavam separados. Todos os movimentos tinham que ser pensados. Se corresse bem, poderia ser uma estratégia a repetir nas noites seguintes.
- Podemos falar das nossas capacidades enquanto distribuímos as tarefas. Assim ficamos a conhecer-nos melhor – sugeriu Ayame, esperando uma resposta dos seus colegas.
Kou tomou novamente a iniciativa:
- Alguém tem que montar a tenda e proteger a área próxima. Alguém tem que procurar água potável. Alguém tem que procurar comida. Quem se oferece para cada tarefa e porquê? – perguntou ele. Ao ver que hesitavam para falar, talvez por ponderarem qual a melhor estratégia, solicitou a resposta da konohanin. - Ayame-chan?
Ela corou um pouco ao ser chamada. Não gostava de ser o centro das atenções enquanto falava sobre si.
- Eu tenho… Uma kekkei genkai chamada Seishun. Atingi recentemente o segundo patamar. Mas esse apenas dará jeito em batalha. Já o primeiro nível poderá ser útil… Eu posso… Erm… Falar com a natureza, por assim dizer. É mais fácil de entenderem assim. Consigo perceber o que se está a passar nas redondezas se o desejar ao procurar com o meu chakra.
- Uma rastreadora! – exclamou Kou, alegre por descobrir tal habilidade num dos seus colegas. Assim seria fácil desenvolver uma estratégia de combate ou de fuga com base nas informações dadas pela sua colega. A sua tarefa era fácil de atribuir. – Aceitas procurar comida?
O kirinin pigarreou para chamar a atenção para si. Quando a obteve, contribuiu com uma informação valiosa:
- Não podemos fazer fogueiras para não chamar pessoas indesejadas. Por isso não será aconselhável cozinhar com lume. Terá que ser à base de frutas e vegetais.
- Não há problema – disse prontamente Ayame, sorrindo. – Estava a pensar precisamente no mesmo e até é mais fácil para mim.
A estratégia de sobrevivência começava a compor-se.
- Água potável e tenda… - murmurou Kou.
- Eu fico com a tenda e com o proteger o nosso local para pernoitar até chegarem – ofereceu-se Zehel.
- A sério? Porquê? – perguntou o rapaz.
- Porque confio nas minhas capacidades. Consigo fazer dois jutsus ao mesmo tempo se necessário. Tenho uma quantidade de chakra considerável. Consigo melhorar as minhas próprias habilidades quando necessário. Por isso estou pronto para lutar se for necessário – justificou-se. Acrescentou ainda uma outra observação: - Para além de ser necessária força para montar a tenda e o teu corpo franzino não inspira muita, para ser sincero.
O kumonin sorriu, entendendo a preocupação implícita de Zehel pelo seu bem-estar.
- Oh, não deixes que isso te engane. Também tenho força, se calhar mais do que tu – brincou ele. – Mas sim, parece-me bem. Posso procurar água potável. Eu e a Ayame somos ágeis; podemos facilmente evadir e fugir para nos encontrarmos contigo. E consigo também atacar de longe, o que é também uma vantagem em caso de fuga. Temos melhores hipóteses juntos do que separados.
- Então estamos de acordo? – inquiriu a konohanin, satisfeita com o plano que tinham desenvolvido. Os seus colegas devolveram-lhe um olhar afirmativo. Em princípio, estariam em segurança. Mas teriam que o garantir. – Venham comigo ali abaixo, perto de uma árvore. Tenho algo que nos pode ajudar.
Os três gennins saltitaram do espigão até junto de uma das grandes árvores que adornavam a carapaça daquela tartaruga gigante. A kunoichi chegou-se à frente e inspirou fundo ao colocar a mão na árvore, fechando os olhos.
- Rinsei no chi! – murmurou ela, com um certo receio a flutuar na sua voz. Rapidamente sentiu algum do seu chakra a deixar o seu corpo e a espalhar-se por uma grande rede de seiva, com origem nas raízes das árvores e ervas das redondezas. A natureza revelava-lhe as perturbações próximas e assim seria capaz de detectar os possíveis intrusos das suas pequenas tarefas de sobrevivência. Assim que reflectira que tinha dados suficientes para garantir a sua segurança, desligou-se da árvore. Os seus colegas olhavam para ela, num misto de curiosidade e receio. Ayame sorriu para transmitir confiança.
- Está tudo bem, não se preocupem – garantiu ela. – Alguém trouxe um mapa?
Os olhos do pequeno Kou brilharam com a pergunta e imediatamente começou a procurar o pedaço de papel na sua mochila. Um ninja médico devia estar preparado para todas as situações e ninguém melhor que um kumonin para conhecer Shimagame, a ilha Tartaruga. Arranjara uma cópia do mapa da ilha na biblioteca da vila antes de partir, caso se perdessem ou necessitassem de preparar alguma armadilha. Quando o encontrou, entregou-o à konohanin, que o abriu no meio do grupo.
- Nós estamos aqui – apontou ela. – Haverá uma equipa a oeste, mais para o centro da ilha, aqui nesta zona. Estão em movimento, em direcção ao centro da ilha. Devem querer chegar lá rápido. Há outra a sul, aqui, que provavelmente deve estar a acampar. Estão também em movimento, em distâncias curtas, mas voltam ao mesmo ponto. As restantes equipas mais próximas não representam qualquer perigo para nós a essa distância. Há árvores de fruto perto daqui. A zona mais segura parece ser a 500 metros para noroeste. Vou para lá.
O mapa descrevia um ribeiro que corria de noroeste para sudeste e ficava a 400 metros a sudoeste do local onde se encontravam. Seria um bom local para encherem os cantis com água.
- E esse teu poderzinho não nos diz detalhes sobre os nossos oponentes? – perguntou Zehel, intrigado. Saber o que os podia esperar de antemão poderia ser bastante útil.
- Não, infelizmente não. Apenas sei o que se passa e sei distinguir o tipo de perturbação que está a acontecer. Podia ser um animal, por exemplo, mas sei que são humanos porque detecto os seus pés e qualquer superfície que possam ter em contacto com a natureza – confessou ela.
- Bem, suponho que seja suficientemente bom saber onde estão os nossos adversários para nos mantermos em segurança durante a noite – suspirou ele, ansioso por alguma acção. Olhou novamente para o mapa e surgiu-lhe uma ideia. – Oh Kou… Tu vais buscar água, certo?
O ninja médico olhou para ele e acenou afirmativamente. Voltou os seus olhos para o mapa para tentar decifrar o que o seu colega pudesse ter descoberto.
- Repara no percurso da água. Se fores buscar água aqui e tendo em conta a informação que a Ayame deu sobre esta equipa estar a acampar… - iniciou o kirinin.
Kou entendeu rapidamente no que o colega estava a pensar. Voltou-se para a kunoichi e perguntou:
– Se tu falas com as plantas… Sabes onde podemos encontrar algo para colocar na água?
- Melhor ainda – gracejou ela. Remexeu na pequena mochila que trazia a tiracolo e tirou de lá um frasco com um líquido meio viscoso. – Tenho aqui o ideal. É só deixar caído perto da margem e o líquido irá sair lentamente. Terá o suficiente para umas horas. Se eles forem buscar água durante o tempo de actuação, a água estará infectada. Não é letal. É um soporífero. Mas ninguém nos garante que a quantidade que eles beberem os coloque a dormir. Poderá apenas adormecer alguma zona do corpo ou deixá-los meios entorpecidos e sonolentos.
- E pode dar-nos uma oportunidade - sorriu Zehel com malícia.
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Dark_Akira

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MensagemAssunto: Re: Equipa Dark Akira + Shibi + Rods   Qui 15 Ago 2013 - 14:23

Já tendo então todas as tarefas divididas os shinobis da equipa dispersaram-se do local que haviam escolhido como sua base de modo a concretizarem as suas responsabilidades. Ayame Midori dirigindo-se saltando, ao recorrer do seu chakra, para a árvore de fruto que tinha sentido com a sua habilidade, Kou Mitsukubane partia também concentrando o seu chakra e saltando do espinho partia em direção ao rio que se avistara no mapa, enquanto no campo Zehel começava a pensar em como fazer as medidas de segurança necessárias. Pedira a Kou para lhe deixar Kunais, linhas shinobi e guizos, estava já com algo em mente mas iria apenas ser composto no fim, agora o mais necessário era terem abrigo, o clima no mar estava a mudar e as noites seriam frias e húmidas, bastante propícias a hipotermias.
- Vamos lá tratar disto. - Afirmava o rapaz saltando também campo base dos 3 shinobis. Na sua mão trazia a sua shenshi no ken que apontava para baixo, procurava aproveitar a sua queda para cortar uns quantos ramos das árvores tão necessários para o abrigo. O suave crepitar dos ramos a partirem soava na floresta podendo ser algo bastante perigoso pois podia atrair algo não muito amigável. Atingira o nível do chão caindo com ele 7 ramos fortes e grandes, possuindo uma grande abundância em folhas.
-Perfeito! - sussurrou o jovem contente com a sua caça. Aglomerando-os ramos obtidos junto do pillar que lhes serviria de base para dormirem e planearem as suas estratégias, focou o chakra nos seus pés preparando um shunshin no jutsu e um kinobiri e desapareceu das imediações do espinho para se afastar do local não querendo atrair para ali predadores. " Se vierem atrás de mim não descobriram onde os outros estão, é nisso que se baseia uma equipa, temos de pensar uns nos outros." pensava Zehel para si zelando pela segurança dos seus dois companheiros começando a entrar mais no espírito de equipa.
 
Não muito longe dali estava a rapariga de Konoha abrindo caminho pelas árvores, enquanto saltava de ramo em ramo recorrendo ao seu kinobiri para assegurar o seu atrito à casca. Avançava calmamente, fazendo um rasto suave e castanho com o seu cabelo que ficava para trás a cada salto que dava, sabia que não esperava encontrar nenhuma equipa que a importunasse pelo que seria uma viagem bastante suave. Cobria os 450 metros que a separavam da árvore de fruto, focando com tranquilidade o seu chakra tentava poupar ao máximo guardando suficiente para qualquer ocorrência. Com esta gestão de chakra conseguiu alcançar a árvore sem grande dificuldade, avistava-se no centro de uma clareira, num local onde a luz do sol penetrava estando os espinhos gigantes das costas da tartaruga separados deixando a luminosidade entrar todo o dia.
- Algo está estranho... - afirmava a rapariga para si mesma com um tom de desconfiança, estranhamente não havia animais ali, algo estava mal, devia ouvir-se o chilrear dos pássaros, a rapariga sentia que a natureza também não estava totalmente contente com o que ali se passava. Passo a passo, as sandálias acariciavam o chão exercendo pressão na relva enquanto a konohanin avançava com cautela para a clareira, assim que o seu corpo começou a alcançar a zona de luminosidade quente irradiada pelo sol sentiu logo o porque daquela sensação, na sua pele lisa e suave a pressão realizada por uma linha shinobi sentiu-se muito brandamente, fazendo surgir um pequeno traço na cara da rapariga, os seus olhos esverdeados olharam pelo local todo. Sabendo agora o que procurar a rapariga aproveitava os últimos momentos do sol descoberto para notar o brilho das linhas metálicas que todas interligadas formavam um género de teia em redor daquele local, um novo desafio impunha-se à shinobi, uma clareira apetecível e com matéria prima necessária à sobrevivência encontrava-se armadilhada.
 
Noutra direção seguia Kou Matsukubane, cobrindo terreno tendo como alvo o rio, querendo alcançar o curso de água sem ser visto, mantinha-se atento a tudo ao seu redor, sabia  que ali havia uma equipa, mas segundo as informações estavam estáticos, provavelmente uma paragem para comer e reabastecer, esperando a recuperar energias para voltar a dirigirem-se para o centro da ilha. Sem dificuldade o kumo-nin alcançou o rio ficando escondido dentro da folhagem de modo a permanecer oculto de todos, via ao longe os shinobis, parados em cima das suas mochilas, comendo rapidamente, para se despacharem até ao centro.
-- Uff isso quer dizer que não estão aqui acampados, significando que não há armadilhas. -- pensava o jovem cofiando os cabelos lisos e castanhos. Na sua mente a estratégia de distração começava a formar-se, raciocinando com cuidado todo o processo. Concentrando o seu chakra o kumonin realizava os selos com as suas mãos, a quantidade convergida de chakra era a dobrada, anunciando a execução de dois jutsus seguidos. Libertando metade da energia concentrada o rapaz terminava a primeira série de selos soltando um bando imenso de corvos negros em direção aos 3 oponentes que se encontravam sentados, rapidamente terminava a outra série criando assim um clone de si mesmo recorrendo ao karasu bushin no jutsu, os dois jutsus em conjunto iriam distrair o suficiente. Enquanto controlava a quantidade de corvos do seu primeiro jutsu Sanzengarasu, Kou mantinha o lado sul aberto a qualquer escapatória, então, rapidamente o ninja de kumogakure usava seguidos shunshins levando o seu chakra ao máximo de modo a afastar-se do local e ficar junto ao rio, sem perder um segundo colocou os cantis a serem enchidos, enquanto monitorizava  que se passava no local de ataque, uns 300 metros a sul, mesmo junto do rio, via-se o acampamento base dos shinobis que estavam ali parados no rio, deviam estar a regressar naquele momento. Assim sendo Kou previu tudo com facilidade, viu os shinobis a sair do véu de corvos e a olharem para o seu campo vendo lá o clone que o rapaz tinha criado, então partiam correndo cheios de raiva por ver a sua comida e água a ser saqueada.
- Caíram que nem patinhos. - sussurrou o rapaz mantendo o Sanzengarasu para ocultar a sua posição. Deixava na margem, o mais oculto possível, o recipiente com o soporífero que a sua companheira de equipa lhe tinha deixado.
- Missão completa. - afirmou ao retirar os 3 cantis de metal cheios de água fresca do rio. Era totalmente seguro regressar, os seus oponentes tinham corrido atrás do clone para reaver os seus pertences, então com uma nova concentração de chakra realizou um shunshin para sair do local, aguardando que se afastasse para cancelar a onda de corvos que continuava a rodear o mesmo local onde os 3 shinobis da equipa oponente haviam estado e cancelando também o seu clone de corvos.
- Hora de voltar a campo. - declarava mantendo os seus sentidos activos para não ser apanhado nem revelar a sua posição do campo.
 
Mais afastado para este da zona da equipa médica, encontrava-se Zehel ainda com a sua Senshi no ken em punho respirando com alguma intensidade, olhava agressivamente para a árvore que estava á sua frente concentrando o seu chakra nas pernas e nos seus pés, iniciando a sua corrida em direção ao tronco de 15 metros, assentando as solas dos seus pés descalços na casca da árvore controlava melhor o seu chakra enquanto subia na árvore, além de não fazer barulho, não tinha a cola de borracha a embater na casca tornando tudo bem mais silêncio, no entanto o tinha o ponto negativo de que lhe arranhava os pés provocando-lhe dor na subida. Alcançando alguma altura ainda controlando o seu chakra para se manter colado à árvore, o kendoca realizava um salto para o ar rodando o seu corpo 180 graus iniciando a sua descida, movendo a sua lâmina cortava mais uns quantos ramos no ar, rasgando a celulose com a sua afiada e ágil lâmina prateada, atingindo o chão rapidamente flectindo as suas pernas para absorver o impacto e fazer o menor barulho possível. Tinha no chão mais 10 ramos já prontos para serem levados, então calçando de novo os seus sapatos negros, colocava os dez troncos nos seus braços equilibrando-os o melhor que conseguia e punha-se ao caminho sustendo o peso de todos eles nos seus membros e zona lombar. Caminhava com cuidado para não deixar cair os ramos que fariam de base para o seu abrigo, já tinha à espera junto da base do pillar uns 30 ramos, e ia juntar-lhes  mais aqueles 10 fazendo um total de 40 ali para serem usados, quase que dava para fazer uma cabana. Atando com linha shinobi 20 dos ramos, colocava tudo preso ao seu corpo como se de uma mochila se trata-se e concentrava o máximo de chakra que conseguisse, saltava de ramo em ramo da árvore mais próxima e mais alta que existia nas imediações do pilar e alcançando o topo lançava-se contra o pilar convergindo o chakra nos seus pés e nas suas mãos, então mantendo a sua concentração subia lentamente oscilando a quantidade maior de chakra de uma mão para a outra e de um pé para outro, conseguindo assim descolá-los e recolá-los começando a trepar, como uma aranha o pilar. Fez 2 viagens usando o mesmo método conseguindo colocar todo o seu material lá em cima.
- Bem, é altura de meter as mãos aos trabalhos manuais... - e começando a retirar algumas das ramagens secundárias com as suas folhas, espalhava tudo pelo chão para cobrir o local todo de verde e castanho para que qualquer pessoa que se atravessasse por cima deles confundisse aquele pilar com uma copa de árvore camuflando assim também o abrigo deles. Enquanto soltava as ramagens ia atando com linha shinobi os ramos principais uns aos outros de modo a fazer o género de duas paredes que iriam ser unidas uma à outra.
 
À medida que os dois shinobis faziam as suas ações que lhes foram atribuídas com bastante destaque, também Ayame se aprontava para alcançar os seus objectivos, após reflectir acerca do obstáculo que se apresentava à sua frente, alcançava a sua estratégia perfeita, concentrava no seu corpo uma quantidade considerável de chakra ficando feliz por ter anteriormente poupado e juntando as suas mãos fazendo uma série de selos a konohanin via as folhas em seu redor a começarem a aglomerar-se adquirindo a forma de um Homunculus. A pequena figura de folhas ficou a boiar à frente da rapariga esperando pelas suas ordens.
- Preciso que passes pelos espaços destas linhas e me tragas as frutas daquela árvore. - pediu docemente a rapariga com os seus olhos verdes reconfortantes fitando Lif. E assim partiu o seu jutsu, na pequena forma de criança humana pequenina, levitando com pequenos saltinhos ia conseguindo atravessar os pequenos buracos que ficavam entre as linhas shinobi conseguindo atravessar a armadilha. Sentando-se no chão Ayame decidiu repousar um pouco para recuperar o seu chakra para a viagem de regresso à base, o Bane no Homunkurusu ainda exigia bastante chakra da rapariga, então decidiu repousar vendo Lif trazer as frutas para junto dela, por agora o açúcar daquelas frutas era suficiente para se manterem com energia e as vitaminas mantê-los iam mais alimentados.
 
De volta ao campo já quase tudo estava feito, o topo do espinho coberto de folhas, Um abrigo espaçoso, porém ao mesmo tempo não muito vistoso, com um chão coberto de musgo confortável servindo de colchão e em baixo do local estava o rapaz de cabelos negros de kirigakure com a linha shinobi que lhe tinha sobrado e preparar o sistema de alarme, fazendo um circulo que distava a 60 metros do espinho fazia a nossa primeira linha de defesa, o fio fazia um circulo de segurança e juntava-se na base do espinho, que passando pela argola de uma kunai espetada até fundo da formação branca garantia que o fio curvava até ficar preso junto da base, com guizos atados alertaria de qualquer coisa que passasse junto da linha e a fizesse abanar, a 3 metros na vertical do primeiro circulo encontrava-se outro preso pelo mesmo mecanismo de modo a captarem também se algum shinobi atravessasse a área a saltar de tronco em tronco.
- Vamos ver se resulta bem... - aguardava Zehel ao ver kou a aproximar-se do circulo, o jovem espreitava do seu campo coberto com troncos ficando camuflado nos arredores, ficava atentamente a ver os movimentos do seu companheiro vendo-o chegar ao circulo. Com a mão Kou afastava uns ramos da sua frente enquanto corria em direção à sua base.
- Perfeito! - exclamou o kiri-nin levantando-se para ir parar o tilintar dos guizos, o sistema de segurança estava montado e tinham abrigo e água, só restava aguardar o retorno de Ayame para planearem o próximo passo, a noite estava a aproximar-se a passos largos e os últimos raios de sol começavam a desvanecer-se. Tinham de se juntar antes da noite chegar, tanto para discutirem os assuntos para a noite e dia seguinte, como para descansarem estando todos já na base.
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MensagemAssunto: Re: Equipa Dark Akira + Shibi + Rods   Sab 17 Ago 2013 - 3:02

As sobrancelhas de Zehel se contraíram quando o mesmo mordeu qualquer tipo de nabo silvestre por entre os suprimentos trazidos pela konohanin de tão azedo. Foram poucos segundos até se acostumar com o sabor. Parecia, quando se via sua expressão relaxada, que aquilo lhe fizera bem. O pequeno Kou riu-se.

– Alimentos nós temos por cerca de um dia e meio, creio eu, me baseando na quantidade de vezes que teremos que repor as energias – comentou Ayame, pensativa, pescando algumas amoras.

– E a duração do estoque de água nos é imprevisível, mas avançaremos bastante até precisarmos reabastecer os cantis – acrescentou o kumonin. Ia acrescentar mais alguma informação quando moldou uma expressão de preocupação.

Ayame ficou aflita.

– Que houve?

– Foi quando eu estava despejar o soporífero. Um bushin que havia mandado com o intuito de distração acabou, por bem pouco, podendo ver a outra equipa. Eram duas raparigas e outro que não consegui ver, por certo. Eu podia jurar que, antes deles me atacarem e eu perder tal contato, consegui visualizar tanto um símbolo médico.

– Outro Iryonin? – alarmou-se Zehel.

– Acho que sim. E pude ver o pergaminho deles com toda a movimentação. Talvez seja o que nos falta.

– Oh... – gemeu a morena, esfregando os braços arrepiados. – Como uma coisa pode ser boa e má ao mesmo tempo?

– Boa e má? Não consigo ver nem qual é essa cosia direito – despejou o kirinin, jogando o corpo pra trás.

– Essa outra equipe, Zehel. Se tiverem mesmo um iryonin, isso complica qualquer tática contra, uma vez que se tem uma mente que pensa como nosso grupo. Talvez nem caiam no plano da água contaminada – falou, um tanto decepcionada.

– Ou podem cair! Talvez o iryonin deles nem seja tão bom. – Kou tentou animá-la. – E ainda tem as outras equipas, Ayame-chan!

– Eu sei... Entretanto, essa chance... Tão perto... É claro que me deixa um pouco aflita. O pergaminho que nos falta bem debaixo dos nossos narizes.

– A única questão é que não há certeza no sucesso de um ataque iniciado por nós. Sendo assim, poderíamos perder o tal privilégio que teríamos em um movimento surpresa e inda correríamos o risco de sermos derrotados. É complicado. – lamentou o kirinin, encarando o chão.

– Outra equipa poderia nos dar essa certeza. – comentou Ayame, pensativa.

– Mas assim não seria benefício nosso, certo? – indagou Kou.

– Talvez fosse. Se jogássemos uma contra a outra. – a kunoichi os encarou, com brilho no olhar. Quase dava para se ver as engrenagens de seu cérebro trabalhando num plano bom. Os meninos ficaram a fitá-la com certa curiosidade. Ela puxou o mapa dos equipamentos e o estendeu no chão, frente a todos. Utilizou uma amora como marcador. – Temos um grupo no início do rio, e pelo que pareceu, estão a levantar acampamento por ali, pelo menos até a manhã. Talvez, com o prolongamento do curso, haja outros, afetados ou não pelo efeito do soporífero. O ideal seria que saíssemos antes do sol dar qualquer sinal de presença: assim, seríamos mais dificilmente percebidos, contanto que silenciosos.

– Acho que consigo entender. – comentou Zehel. – Observaríamos o modo como essas equipas se portam e, como grandes catalisadores, as reagiríamos umas com as outras. Surpreender-mos-ia com guarda não baixa, mas vacilante.

– Usaríamos seus próprios poderes de ataque ao nosso favor. Quanto mais fortes, mais nos beneficiariam! – concluiu o menor dos três. Suas bochechas estavam ainda um pouco vermelhas.

– Pois bem. Sugiro então que nos ponhamos já em descanso. Amanhã vai ser um dia desgastante. – sugeriu o mais velho – Eu inicio a guarda e vocês tratem de descansar.
Sem questionar, os ninjas médicos se apoiaram em qualquer lugar e apenas esperaram até que o sono viesse, o que demorou um pouco, devido inquietações e ansiedades com relação ao Exame. Trocou-se o turno três horas depois, e a sentinela foi Ayame. Mais pra frente, quem tomou conta do acampamento foi o menor, com o rosto ainda inchado de sono.

[...]

O ar ainda estava muito gelado quando os gennins levantaram acampamento. O sal no vento era tanto que Ayame não conseguia parar de esfregar os olhos. O grupo tratou e apagar qualquer rastro deixado durante a noite e se reequiparam. Seguiram de volta até o curso do rio em uma série de shunshins e, quando chegaram neste, escolheram as copas das árvores e as extremidades dos espigões petrificados para seguir a margem. Algumas vezes tiveram que ser auxiliados pelo uso do kinobiri, onde a superfície era muito íngreme.

Ao longo do caminho pelo curso do rio, os ninjas puderam notar que animais de pequeno e médio porte encontravam-se desmaiados pela região simplesmente por terem consumido a água contaminada. Torceram para ter sido depois de qualquer outro grupo. Entretanto a konohanin parecia mais empolgada, o que melhorava o humor no grupo.

Alguns minutos depois, deixaram de se mover ao alcançar um emaranhado de finos espinhos de pedra embolados com a vegetação nativa. Uma menina loira se encontrava perto da margem, desmaiada, e outros dois – possivelmente companheiros da primeira – encontravam-se desacordados perto de uma fogueira que não tinha sido acessa.

– Vítimas? – questionou o mais velho.

– Vamos checar – sugeriu a médica.

O grupo desceu com certa cautela, observando qualquer movimento de emboscada, mas tudo parecia tranquilo. Kou correu até a menina e checou seu pulso. Dormia. Já Ayame e Zehel estavam mais preocupados em chegar os outros dois, grandões. Encontraram o pergaminho pertencente a equipa – também Terra – e verificaram que estes também estavam a cochilar.

– Então, o que fazemos agora?

– Acho que poderíamos usar o próprio pergaminho deles como isca para fazê-los subir o rio e encontrar o outro grupo. – sugeriu o Mitsukubane, em resposta ao kirinin.

– Acha que cairiam nessa?

– Se estiverem mesmo empenhados a continuarem – falou Ayame, passando o pergaminho de uma mão para a outra –, terão que subir.
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Shibiusa

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MensagemAssunto: Re: Equipa Dark Akira + Shibi + Rods   Qui 22 Ago 2013 - 2:31

O kirinin e o kumonin desviaram o olhar, pensativos. Olharam para a equipa que estava a dormir, com hitaites de Iwagakure, que tinha caído na armadilha e partilhava o mesmo pergaminho que tinham. Precisavam do outro. O plano sugerido pela kunoichi até soava bem, mas como o executar seria mais difícil.
- E como poderemos fazê-los subir sem que eles saibam que é uma armadilha? Eles podem associar o estarem adormecidos com o roubo do pergaminho – reflectiu Zehel.
O ninja médico sorriu.
- É normal que o façam. Mas o pensamento imediato era que alguém os tinha roubado e iriam tentar reavê-lo. Tentar perceber para onde tinha ido quem os roubou e persegui-los.
- Então a ideia é pegarmos no pergaminho e culparmos outra equipa. Entendo a ideia, mas podemos ser apanhados. Como querem fazer isto? – insistiu o kirinin. Já que eles queriam seguir com a estratégia, era melhor garantirem que pensavam em todos os pormenores.
- Simples. Eles vão andar atrás de uma equipa. Podemos fazer aqui um pouco de role play e fingirmos ser uma equipa em fuga e levamos uma equipa em direcção à outra. Plantamos provas para eles seguirem – explicou a kunoichi. - Eles não têm tempo para analisar as provas a fundo. Tentarem reaver o pergaminho deles é um contrarrelógio.
O kumonin olhou para o chão, onde estavam os adversários adormecidos. Por quanto tempo permaneceriam assim?
- É melhor começarmos o quanto antes. Não sabemos há quanto tempo beberam a água para fazer a estimativa – aconselhou ele.
Os colegas concordaram e reuniram-se um pouco mais à frente. Tinham que descobrir qual era a direcção da equipa mais próxima.
- Ayame, se fazes favor – pediu Kou, sorrindo.
A kunoichi aproximou-se de uma árvore e murmurou a frase que libertava a utilização da sua kekkei genkai. Rapidamente detectou uma equipa a oeste, em direcção ao centro da ilha. Era a equipa mais próxima e comunicou os seus resultados com os colegas.
- Para recapitular, vamos plantar provas. Pegadas, fios de cabelo, ramos partidos, algum sangue se conseguirmos – quis confirmar Zehel, para garantir que estavam todos de acordo. Quando viu a confirmação dos colegas, partiram em direcção à outra equipa, tendo o cuidado de marcar o calçado na terra ao iniciar a corrida.
A equipa parou a meio do caminho em direcção à equipa mais próxima para verificar o estado da equipa de Iwagakure. Ayame detectou que tinham acordado e deviam estar a dar-se conta que o pergaminho desaparecera pelos pequenos passos em círculos que davam. Enquanto mantinha a ligação, foi capaz de perceber que os seus alvos estavam a cair na armadilha quando um deles se afastou um pouco e os outros se aproximaram. Colocaram-se em movimento pouco tempo depois, exactamente como eles esperavam.
- Eles acordaram. Estão a seguir-nos – avisou a konohanin.
- Então vamos continuar. Quando estivermos perto da outra equipa, escondemo-nos e mandamos uma kuchiyose com o pergaminho deles para atrair os iwanins na direcção que precisarmos. Não deve tardar muito até se descobrirem uns aos outros – sugeriu Zehel.
- Ou um animal que apanhemos. Com guizos – acrescentou Kou, com um sorriso brincalhão na cara.
Zehel e Ayame olharam para o pequeno ninja e partilharam também do seu sorriso. A estratégia começava a compor-se e estavam animados com os bons resultados.
Resolveram continuar em frente, em direcção à equipa ainda desconhecida, tentando sempre continuar com as suas provas falsas quando achavam conveniente para lhes seguirem o rastro. Partiram alguns ramos, deixaram algumas pegadas na relva e na lama, marcaram algumas pegadas de lama nos espigões e superfícies de pedra que sucedessem um lamaçal. Tentaram ser subtis nas provas, de forma a não parecerem forçadas. Cruzaram-se com um pequeno porco preto durante a viagem, que se assustou quando os viu. Decidiram capturá-lo para o utilizarem como distracção. Uma vez que o porco não se acalmava, Ayame passou uma pequena quantidade de bálsamo calmante junto do focinho do mesmo e ele adormeceu nos seus braços. Quando se aproximaram o suficiente da equipa, resolveram manter uma distância de segurança para esperarem pela outra equipa e subiram para uma árvore frondosa.
- Ayame-chan, a equipa de Iwa ainda está muito longe? – perguntou o kumonin, ansioso com a nova fase da estratégia.
A kunoichi voltou a concentrar-se e, murmurando “rinsei no chi”, colocou as mãos na árvore onde se tinham escondido. Os iwanins estavam a 15 minutos de distância e ainda a seguir o trilho deixado.
- Eles ainda vão demorar um pouco. O suficiente para prepararmos o porco para servir de distracção – explicou ela. – Algum de vocês tem guizos?
Kou remexeu na sua mochila e tirou os suzo de uma bolsinha, entregando à kunoichi.
- Falta-nos corda – lembrou Zehel. Ele sabia que não tinha trazido esse equipamento. Os seus colegas também não pareciam ter vindo equipados com isso.
Ayame fez uns selos e disse:
- Tsubaki no shibari.
Uma trepadeira grossa surgiu à volta da árvore e enrolou-se na sua mão. Ela puxou da sua wakizashi para cortar um bocado.
- E já está o assunto resolvido – comentou ela, gracejando.
- Segura no porco. Deixa-me prender bem isto à volta dele para colocar o pergaminho e os guizos – pediu o kirinin.
O porco continuava adormecido. Zehel deu uma volta com a trepadeira e deu um nó bem apertado. Com isso, o porco acordara, mas fora silenciado pela kunoichi para evitar que fossem detectados pelo pânico do animal. Entretanto, Kou tirou o pergaminho da equipa que emboscaram e passou-o ao colega, que o prendeu na trepadeira e deu novamente um nó. Pegou num pedaço de trepadeira mais fino e utilizou-o para prender os guizos no pescoço do animal com um nó duplo para que não se soltasse a correr.
- Ayame, qual é o ponto da situação? – perguntou o kirinin enquanto verificava todos os nós.
A morena voltou a colocar a mão na árvore para detectar os adversários:
- O grupo de Iwa está próximo. O outro grupo já se afastou mais para oeste. Assim que o grupo de Iwa detecte o trilho do outro grupo, irão atrás dele. Devíamos seguir o grupo da frente para garantir que não somos apanhados em fogo cruzado.
O grupo concordou. A kunoichi usou novamente o bálsamo calmante no porco para ser mais prático correr. Combinaram que iriam manter-se em localizações altas para beneficiar de uma visão panorâmica do confronto sem serem detectados pelas equipas. Por isso, através de sucessivos shunshins, chegaram a uma localização segura a alguma distância da equipa desconhecida. A equipa de Iwagakure estava a seguir o trilho deixado pela outra equipa, tal e qual como o previsto. Estava na hora de lançar o porco.
- Eu vou lá abaixo com o porco e volto. Pelo menos, se for apanhado, vocês podem cobrir-me de longe – ofereceu-se Zehel.
Kou e Ayame olharam para ele e depositaram a sua confiança nele. O pequeno tirou o seu arco para estar prevenido e a  kunoichi manteve-se atenta à situação.
Zehel foi rápido e eficaz. Assim que desceu a árvore, acordou o porco, que iniciou a sua fuga em pânico, e voltou a subir a árvore com a ajuda do kinobiri. Agora era só esperar, tentando camuflar a sua presença enquanto analisavam o combate.
A equipa desconhecida ouviu o som do guizo e mudou a sua trajectória para encontrarem a sua origem, tal como previsto. A equipa de ninjas de Iwa também detectou o som e desistiu de seguir o trilho quando ouviu o barulho dos arbustos e vozes motivadas com o guizo. Não tardou para que se encontrassem e sabiam que uma batalha se iniciava. A equipa até ao momento desconhecida era constituída por três shinobis, um deles muito jovem, e utilizavam o hitaite de Sunagakure.
A equipa de Iwa tinha dois especialistas em doton e uma especialista em suiton. Os dois ninjas gostavam de lutar na linha da frente, completando o seu taijutsu com a sua defesa de ninjutsus doton. A kunoichi atacava de longe, tentando manter-se longe do alcance.
A equipa de Suna tinha um especialista em fuuton, um especialista em katon e um especialista em doton. Os ninjas com katon e doton defendiam e atacavam na linha da frente, fazendo combinações de jutsus com o especialista em fuuton.
Tornou-se bastante óbvia a diferença de força e estratégia. Os Sunanins teriam muito mais experiência enquanto equipa que os Iwanins. Após vários minutos de batalha, os Sunanins dominaram a batalha através da força e deixaram os Iwanins desmaiados.
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Shibiusa

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MensagemAssunto: Re: Equipa Dark Akira + Shibi + Rods   Seg 26 Ago 2013 - 0:07

Spoiler:
 
– Vermes – urrou o maior, de cabelos negros, usuário de Doton, cuspindo em seguida em um dos corpos desmaiados.
– Nem tão vermes assim. Praticamente serviram pra jogar fora parte do nosso chakra, Ako. – comentou um loiro, limpando a poeira das vestes.
A terceira, usuária de Katon, não comentou nada. Manteve seus olhos tão azuis quanto psicopatas nos oponentes. Seu rosto lembrava algo semelhante a uma ave de rapina.
Ayame tapou a boca com a mão para não deixar escapar um gemido de preocupação. Nesse momento, teriam que atacar os oponentes. A moça não gostava de lutas. Não ia com sua natureza. Ela desceu os dedos até o coração e tentou acalmá-lo, respirando fundo.
– Já temos sua estratégia, basta jogarmos. – repetiu, baixinho, para si mesma. E detinha mesmo. O grandão não precisava tanto de complementos como o loiro, então na maioria das vezes atacava sozinho. A rapina sempre atacava depois do usuário de fuuton. Formavam uma dupla.
Por trás de alguns fios castanhos que lhe caíam à face, ela observou Zehel próximo, preparado. Desviou para Kou, que já tinha seu arco de madeira a postos, aguardando qualquer ordem. Ela assentiu com a cabeça.
O pequeno puxou uma flecha de sua aljava e anexou a ela um papel explosivo. Enrijeceu seu braço esquerdo e, com o direito, esticou o fio armado até seus lábios. Deixou escapar algum ar de seu pulmão e soltou os dedos.
A arma cravou na grama devastada, bem entre os três oponentes.
– Tarja! – gritou o loiro.
Os três saltaram, ágeis, esperando qualquer explosão que não aconteceu. Um blefe. Ao invés disso, Zehel posicionou-se da lateral de um espigão que nascia na terra utilizando o kinobiri e, canalizando parte de seu chakra num fluxo que partia dos pulmões, cuspiu uma enorme esfera de fogo que engoliria o local onde Ako, o usuário de Doton, cairia. Entretanto este, assim que tocou no chão, tratou de cravar suas palmas na grama e puxar uma parede de pedra, que bloqueou o inferno flamejante.
O loirinho, ainda um tanto desnorteado, tentou correr para perto de sua parceira de ataque, mas Kou deixou bem claro que isso não aconteceria. Quando os dois tentavam se juntar, o Kumonin largava uma flecha explosiva entre eles. A louca rapina, irada, lhe cuspiu algumas bolas de fogo simultâneas, o que o obrigou a se mover de seu ponto de melhor visão. As chamas se dissiparam no meio do caminho, revelando armas escondidas e, nesse meio tempo, o usuário de fuuton conseguiu se aproximar: utilizou o Fuuton: Reppusho, que aumentou drasticamente a voracidade e periculosidade das armas. O pequeno só conseguiu executar alguns selos antes de ter shurikens cravadas em seu corpo.
Tempo suficiente para fazer-se explodir em um bando de corvos.
Ayame, entrando na batalha, saltou da árvore com um shunshin e, de pés na relva, correu para o lado, posicionando selos aleatórios. As flores começavam a se desprender do chão e rodopiar em seu entorno enquanto endureciam. O loiro havia se posicionado para executar um Fuuton: Toppa, porém um assobio agudo fez-se audível pelo ambiente, levando-o a sentir certa tontura. Kou estava a acobertar a morena novamente. Nessa brecha, a menina, que seria alvo do próximo ataque da dupla, disparou suas shurikens florais violentamente.
Não puderam fazer nada além de bloquear. As flores lhes rasparam nos braços e pernas, fazendo-os grunhir de dor.
Louca, a oponente gritou e entou engolir a iryonin com um Gokakyu no Jutsu, mas Zehel foi tão rápido quanto ela e anulou as chamas com o mesmo ataque, sem executar qualquer selo. Ofegava, e seus olhos tinham ganhado um brilho estranho, como se tivessem colocado ali parte de uma lua. Ele começou a correr em direção aos dois de modo um tanto quanto suicida, mas sabia que o kumonin estava a acompanhá-lo de longe. Dando uma cambalhota, tentou um soco ascendente no loiro, que girou para o lado e executou alguns selos, agora devagar. Parecia um tanto quanto cansado e o sangue que escorria de seus ferimentos servia como indicador de vulnerabilidade. O ar se moldou depois do último selo, formando cinco shurikens translúcidas que giravam ansiosas por carne. Mandou uma em Zehel, que lhe cortou o ombro, enquanto as outras ainda pairavam. O kirinin esquivou-se de duas e tentou um chute, que falhou. Uma shuriken de vento lhe raspou na perna, fazendo-o bambear. Entretanto seus ferimentos pareciam se regenerar, mesmo que, com isso ele parecesse mais cansado. Num movimento arriscado girou o corpo e arriscou um golpe de calcanhar na menina que pulou para trás. Então executou alguns selos e esperou. Uma flecha se cravou em sua nuca e, depois de chiar, explodiu.
A dupla foi arremessada para lados opostos. O loiro rolou pela grama e, quando parou, estava inconsciente. A rapina, que estava mais distante, somente foi empurrada para trás e teve partes de seu corpo lambidas pelas chamas. Estava estarrecida e surpresa, mas logo se tocou que o outro havia utilizado Kawarimi. Até passou para frente, tentando correr em auxílio do companheiro, mas quando o fez, teve os pés enlaçados por um chicote espinhento que a levou ao chão. A moça bateu com a cabeça de leve em uma pedra, mas acabou por desmaiar.
– Dois no chão – falou Ayame, recolhendo o chicote que havia feito com seu chakra.
– Ayame, cuidado! – gritou Kou.
A konohanin não teve tempo nem de ver o que a atingiria, foi logo segurada pelos cabelos por Ako, o último oponente. Ele tentou arrastá-la, mas a moça foi mais rápida. Com alguns selos, executou sua técnica, Harisenbon, que chegou a cravar suas madeixas espetadas na mão do grandão, que urrou de dor. Ele a arremessou a uns três metros, fazendo-a rolar.
Quando ia tentar partir para cima da oponente, o usuário de Doton fora atingido no ombro por um tiro de chakra flamejante. Zehel, em um shunshin, havia surgido entre sua parceira de equipe e seu carrasco. Erguendo novamente sua Impact Gun, atirou novamente, desta vez acertando a coxa do titan que não caía de jeito nenhum, apenas urrava quando era atingido.
– Você não pode ser humano! – gritou o kirinin. Ele então atirou a própria arma na testa do homem. Sua mira foi certeira, mas o dano foi pouco. Ako riu, com a testa sangrando, e pegou a arma do chão.
– É sério? Você me deu sua arma, idiota? – indagou, incrédulo. Ergueu o braço forte e puxou o gatilho.
Nada aconteceu.
Pelo menos, não com Zehel. Diferentemente, o inimigo pareceu ter suas pernas um pouco fraquejadas. Elas tremeram um pouco. Seu resto de chakra acabara de ser engolido. Ele somente permaneceu parado, fraco.
– Minha vez! – gritou Kou, que surgiu correndo em direção ao grandão com seu arco posicionado em suas mãos de tal modo como se fosse um taco de beisebol. Freou com os pés, girou os calcanhares e, rotacionando o próprio corpo, golpeou o inimigo no rosto bruto, nocauteando-o.
Spoiler:
 
A konohanin, o kumonin e o kirinin olharam para os seus adversários estendidos no solo. Estava na hora de procurar o pergaminho da equipa e afastarem-se do campo de batalha o mais rápido possível, antes que a equipa de sunanins acordassem.
Zehel tomou a iniciativa e, assim que apanhou a sua impact gun do chão, dirigiu-se aos ninjas adversários para procurar o pergaminho, enquanto os colegas tentavam digerir a situação. Estava-lhes no instinto socorrerem quem necessitava, fosse companheiro ou adversário. Queriam socorrer aqueles que tinham emboscado e atacado há pouco. Mas a sua consciência também lhes dizia para aproveitarem o momento enquanto podiam. O seu plano tinha corrido bem.
Ayame não conseguiu resistir ao seu instinto e quebrou. Iniciou a marcha em direcção ao adversário que tinha ficado com as mãos perfuradas, sendo parada por Kou, que lhe segurava a mão.
- Não, Ayame-chan… Acredita que sei o que estás a sentir, mas temos que sair daqui… Temos duas equipas que podem acordar a qualquer momento. Eles vão ficar bem. A organização do exame não deixaria que nada de mal acontecesse – pediu ele. Acrescentou em voz mais baixa: - Pelo menos, vamos acreditar que sim… Para contradizer o que o nosso coração quer fazer…
O pedido do pequeno fortaleceu o coração mole da kunoichi. Respeitava as suas motivações enquanto colega médico. Respirou fundo e sorriu para ele em jeito de compreensão.
Os dois iryonins olharam então para Zehel, que estava já no último dos sunanins a vasculhar no colete dele. Encontrou o pergaminho do céu dentro do colete, escondido num dos bolsos do interior. Quando reparou nos colegas a observarem-no, agitou o pergaminho no ar para os chamar. A equipa juntou-se rapidamente.
- Bem, agora resta-nos chegar ao centro da ilha. Kou, tens aí o mapa? – iniciou o kirinin, enquanto procurava a bússola nos seus pertences e escondia o pergaminho no fundo falso da sua mochila.
O outro pergaminho estava com Ayame, escolha unânime dos rapazes da equipa para ser a guardiã do mesmo. Acreditavam que os seus adversários tentariam não magoar uma menina ou, pelo menos, serem tão brutos com ela. “Não se bate numa mulher, nem com uma flor”, recordou as palavras de Kou.
O kumonin apresentou o mapa e apontou a localização actual da equipa. Estavam apenas a alguns quilómetros do centro da ilha. Zehel viu as direcções na sua bússola e viu que tinham que se dirigir para oeste. Ayame concentrou-se e tentou localizar possíveis adversários que se poderiam cruzar no seu caminho. A área próxima do centro da ilha tinha algumas equipas, que estariam a aguardar a chegada de alguma equipa para a emboscar, o que significava que iam ter que os despistar para não entrarem em confronto directo. Quanto mais depressa acabassem, melhor era para eles, uma das equipas que seria mais apetecível de emboscar do Exame Chuunin daquele ano, especialmente depois de terem os dois pergaminhos. Por isso, guardaram todo o material e colocaram-se em movimento em direcção ao seu destino.
Antes de se encontrarem frente a frente com uma equipa adversária, Ayame alertou os seus colegas para a sua presença através do uso da sua kekkei genkai. Kou teve uma ideia e resolveu coloca-la em prática. Pediu um dos pergaminhos e utilizou o seu Karasu Bunshin no Jutsu para se clonar, incluindo uma falsa cópia do pergaminho. O Kou-clone avançou em direcção à equipa adversária, que caiu na armadilha ao avançar para ele. Numa questão de segundos, o suficiente para fazer os selos, Kou utilizou o Fue através do seu clone, fazendo os seus adversários sentirem-se nauseados. Manteve o genjutsu activo no seu clone enquanto Ayame convocava o seu homunculus através do Bane no Homunkurusu, seguindo-se da utilização do Hijou Kaihi em todos os membros da equipa. Com a sua velocidade aumentada em 50%, a equipa aproveitou a distracção para passar pelos adversários.
Faltavam dois quilómetros para o centro da ilha quando Ayame repetiu um novo Hijou Kaihi, permitindo assim o aumento da velocidade a todos os membros da equipa e que chegassem ao centro da ilha em segurança. E, ainda como equipa, entraram dentro da instalação que os esperava e entregaram os pergaminhos.
Apesar de exaustos pelo uso do jutsu de velocidade da kunoichi, estavam agradecidos por terem conseguido alcançar o seu objectivo. Afinal, o cansaço desapareceria numas horas e aquela oportunidade demoraria muitas mais a voltar a aparecer. Felizes, os três gennins deitaram-se num canto a repousar.

Spoiler:
 
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Hana

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MensagemAssunto: Re: Equipa Dark Akira + Shibi + Rods   Seg 26 Ago 2013 - 17:30

Shibi revisar o texto D= Excesso de ‘necessário’
Citação :
- Porque confio nas minhas capacidades. Consigo fazer dois jutsus ao mesmo tempo se necessário. Tenho uma quantidade de chakra considerável. Consigo melhorar as minhas próprias habilidades quando necessário. Por isso estou pronto para lutar se for necessário – justificou-se. Acrescentou ainda uma outra observação: - Para além de ser necessária força para montar a tenda e o teu corpo franzino não inspira muita, para ser sincero.
Única coisa que posso comentar é que achei legal, embora tenham colocado inimigos um tanto ingênuos e fracos, isso foi a única coisa que não gostei, de tudo ir como o plano (gosto de surpresas, mudanças bruscas de plano etc.)
Porém devido aos acontecimentos relevei isso^^
Parabéns pessoal =3 (Eu estou sem dormir, com muita preguiça e sono, mas a missão de vocês conseguiu me ACORDAR!!! Milagre isso acontecer... acho que só mostra o quanto estava interessante e bem escrita^^)

AVALIAÇÃO

AYAME
Ninjutsu: 13 + 2 = 15
Taijutsu: 4
Kenjutsu: 5,25 + 0,25 = 5,5
Genjutsu: 4,75
Selos: 5,75 + 1 = 6,75
Trabalho de Equipa: 5,5 + 1 = 6,5

Força: 3
Agilidade: 7,5 + 0,5 = 8
Controlo de Chakra: 10,75 + 1 = 11,75
Raciocínio: 4,75 + 0,75 = 5,5
Constituição: 6 + 0,25 = 6,25

Total: 5,75/7 + 1 T.E. = 6,75
Total de Habilitações: 70,25 + 6,75 = 77
Recompensa: Entrega na íntegra

KOU
Ninjutsu: 15,5 + 1,5 = 17
Taijutsu: 7,5
Kenjutsu: 9,25 + 0,75 = 10
Genjutsu: 1,75 + 0,5 = 2,25
Selos: 7 + 0,75 = 7,75
Trabalho em Equipa: 6 + 1 = 7

Força: 5,25 + 0,25 = 5,5
Agilidade: 14,5 + 0,5 = 15
Controlo de Chakra: 20 + 0,75 = 20,75
Raciocínio: 6,25 + 0,5 = 6,75
Constituição: 13,75 + 0,25 = 14

Total: 5,75/7 + 1 T.E. = 6,75
Total de Habilitações: 106,75 + 6,75 = 113,5
Recompensa: Entregue na íntegra

ZEHEL
Bem, esse é um Exame Chuunin, não é qualquer missão, logo julga-se ser necessário maior rigor na avaliação. De acordo com a regra número 6 fica a cargo do avaliador recompensar (tanto as recompensas de missão quanto as de pontuação)
Pois bem, sem mais enrolações, aqui vai a tua avaliação (já inclusa a penalização por ter abandonado a equipe em algo tão importante)

Ninjutsu: 21 + 0,5 = 21,5
Taijutsu: 10,5 + 0,25 = 10,75
Kenjutsu: 16 + 0,75 = 16,75
Genjutsu: 7
Selos: 9,5 + 0,25 = 9,75
Trabalho de Equipa: 3,5 + 0,5 = 4

Força: 12,5 + 0,25 = 12,75
Agilidade: 19,25 + 0,25 = 19,5
Controlo de Chakra: 25,5 + 0,5 = 26
Raciocínio: 6 + 0,5 = 6,5
Constituição: 16,75 + 0,25 = 17

Total: 4/4
Total de Habilitações: 143 + 4 = 147
Recompensa: 600 ryous
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Equipa Dark Akira + Shibi + Rods
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