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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 T24 - Xadrez

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BigBoss

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Nome: Kride Uchiha
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MensagemAssunto: T24 - Xadrez   Sab 25 Out 2014 - 6:35

Nota: Este texto contém conteúdo explicito aconselhado a maiores de 18 anos de idade.




Era fim de tarde em Konoha, e eu caminhava por uma das suas ruas, indo ao encontro de Itachi que me tinha convocado para um treino. Era uma hora irregular e não fazia ideia porque raio me tinha dito para o encontrar na vila, em vez de um campo de treinos. Avistei-o ao fim da rua, iluminado pela luzes do interior de uma casa. Não era uma casa, mas sim um clube: O Clube de Xadrez da Vila da Folha.

- Boa tarde, Kride! - cumprimentou - Pronto para o teu treino?
- Sempre! - respondi, determinado - Mas… Onde é que vamos treinar?
- Nós não. Hoje és apenas tu - informou - Dentro do clube irás encontrar três mesas com um lugar vazio. Da esquerda para a direita, a dificuldade irá aumentar. Sei que conheces as regras do jogo e portanto, a tua missão é vencer os três jogos. Podes repeti-los se perderes, mas só podes sair quando derrotares os três adversários.
- Este é o treino mais estranho que alguma vez me deste… Mas tudo bem, até já!
Entrei pelo estabelecimento a dentro e verifiquei, entre várias mesas ocupadas, as três que me esperavam. Fechei os olhos, enquanto focava neles o chakra necessário para activar o Sharingan. Vai dar-me jeito a acompanhar as jogadas. Aproximei-me da primeira e sentei-me na cadeira destinada, cumprimentando o meu adversário. Era um jogo sem tempo e ele ficara com as peças brancas, iniciando assim o jogo movendo um peão em frente. Fiz o mesmo a um dos meus peões, abrindo assim o caminho para abrir o caminho para um dos bispos. Ele moveu outro peão, demonstrando uma atitude ofensiva e abordagem frontal. Vou manter o meu jogo defensivo até encontrar uma falha e aí desmancho-lhe o jogo. Movi o cavalo do meu lado esquerdo, fazendo-o ladear o peão que avançara anteriormente, enquanto que ele fazia a sua jogada, movendo um dos seus cavalos também. Avancei o cavalo do meu lado direito, e ele respondeu colocando um bispo em posição, tirando-o da posição original. Avancei um peão propositadamente um peão para o seu alcance, rapidamente e depois de colocar a peça sobre o tabuleiro, fingi um momento de arrependimento pela jogada. O rapaz, um jovem mais novo que eu, olhando a minha reacção, aproveitou-se e antes que eu pudesse tentar reformular o meu movimento, avançou o seu bispo, colocando-se sobre a mira do meu cavalo, à custa de um dos meus peões. Assim caía a primeira peça preta, e imediatamente o bispo branco. O jogo prosseguiu com vários avanços e depressa o tabuleiro apresentava várias aberturas e possíveis jogadas. Analisei o tabuleiro, com os olhos mudando rapidamente de direcção, entre as várias peças, até encontrar a abertura perfeita. Avancei uma torre, para um posição onde teria a certeza que seria capturada. Era impossível recusar uma oferta de tal tamanho, tão próxima do rei, por maior que fosse o preço a pagar. A torre ficava apenas na mira da Rainha adversária e ameaçava um cavalo, colocado com duas casas de espaço do Rei, que ficava protegido por alguma peças no canto do tabuleiro. Se a Torre não fosse destruída, o Cavalo iria ser o próximo alvo, e o Rei, sem meios de fugir, sofreria imediatamente um Cheque-Mate. A Rainha pálida, tomou a Torre Negra e viu cair sobre si a Rainha adversária. Por esta altura, o jogo estava ganho, independentemente da jogada o Rei acabaria sempre, dentro de três jogadas em Cheque-Mate e reconhecendo esse facto, o rapaz tombou o Rei, manisfestando a sua desistência e derrota.
Levantei-me e assim dirigi-me até à mesa seguinte, onde o meu segundo oponente esperava. Tinha a noção que este não seria tão fácil e então comecei a planear um pequeno esquema. Ele claramente que é mais experiente que eu e vai-me dar uma abada, a menos que ele não esteja a contar com o Sharingan, pensei, sorrindo. Sentei-me e ao cumprimenta-lo, olhei-o directamente nos olhos enquanto libertava chakra e o enviava através do contacto ocular, metendo-o sob o genjutsu do Sharingan. A sorte fizera-me obter novamente as peças pretas e assim o meu plano, podia ter uma execução perfeita. O jovem perante mim, clicou no botão do temporizador, começando a contagem decrescente do mesmo e avançando um peão e tocando no botão para iniciar a minha contagem de tempo. Quase ao mesmo tempo, a minha mão já avançava copiando toda a sua jogada. O início da partida deu-se com várias jogadas do mesmo e o meu movimento rápido em copiá-las, dispondo exactamente da mesma distruibuição de peças e consequentemente acesso às mesmas jogadas. A irritação era visível na sua cara, e o rapaz chegara a perguntar se eu pensava em jogar ou ficar a empatar. Continuando a jogar da mesma maneira, um sorriso de brilhância rasgou-lhe o rosto. Continuei seguindo rapidamente as suas jogadas sem perder o mínimo de tempo, e enquanto podia acompanhar rapidamente as sucessivas jogadas, enquanto as peças começavam a a cair. Após alguns momentos de reflexão, percebi a sua intenção. Começara a abrir falhas no seu próprio jogo, de modo a criá-las no meu. Continuei a focar chakra nos olhos, de modo a manter o genjutsu anterior continuamente activo, de forma a ler os seus movimentos instantâneamente, dando me o ar de ser um muito bom adivinho. Olhando para o meu jogo, lembrei-me de um pequeno truque para o enganar. No meio das cópias sucessivas das jogadas, saltei uma, movimentando uma peça diferente, a enorme velocidade e clicando de imediato no temporizador, inciando-o para o meu adversário. Como tinha copiado o jogo todo até aquele ponto, a jogada passou desapercebida e as suas estratégia passou por continuar a abrir o máximo de falhas. Quando o seu ar ficava cada vez mais confiante, o jogo parecia estar a umas poucas jogadas do fim. Nesse momento, voltei a não seguir o seu jogo e avancei um Cavalo que colocou o Rei Branco em Cheque, forçando-o a mover-se uma casa para a direita. Nesse momento o ar de confiança desapareceu por completo, e um ar de preocupação e frustração encheu-lhe a cara. Era tarde de mais, pois a Rainha de negro encurralava-o, surgindo desse lado, dando o jogo por terminado. O Rei tombou novamente e assim segui para a terceira mesa.
Na minha frente sentava-se uma rapariga morena, que aparentava ter a mesma idade que eu. Desta vez tinha ficado com as peças brancas, o que estragava o meu plano de proceder tal e qual no jogo anterior. Ao sentar-me fixei os meus olhos nos seus, e voltei a libertar chakra através dos olhos, servindo-me do Sharingan para a submeter ao meu genjutsu. Fiz então a minha primeira jogada, e consequentemente cliquei no temporizador. Ela respondeu fazendo a sua. A sua postura era algo estranha, mantinha um sorriso com ar muito inocente enquanto esperava a sua vez de jogar, e servia-se da sua beleza para criar momentos de distracção e consequentes más jogadas. O jogo foi decorrendo, e eu começava a a ficar em desvantagem. Na sua vez de jogar, servi-me do genjutsu a que a submetera, e libertando chakra, sugeri-lhe mentalmente a jogada seguinte a fazer, fazendo-a movimentar a peça pretendida para outro casa que não a que pensara inicialmente. Servi-me desse oportunidade e avancei, tomando essa peça. No entanto continuava com duas peças a menos, e a situação continuava desfavorável, para além de que o tempo de que disponha já não era muito. E então surgiu a ideia. O tempo! É a chave para vencer este jogo! Enviei chakra para a rapariga, servindo-me mais uma vez do meu doujutsu, e na ilusão do mesmo fiz com que o temporizador parecesse lento, como se um segundo fosse um minuto (enquanto este corria a tempo normal, sem que ela se apercebesse). Ela aproveitou para rever bem o seu jogo e analisar o meu, parecendo estar perto da vitória. Era cuidadosa, e perdia-se a ver e rever, para se assegurar que tudo lhe sairia bem e teria a sua vitória. Tique, taque, tique, taque.. Vá lá, só mais um pouco e eu venço isto, dizia internamente. Ao ver a sua iniciativa para ir fazer uma jogada, servi-me da minha mão que não ficava sobre a mesa e comecei a prefazer uma sequência de selos, enquanto moldava o chakra necessário para a técnica, e lancei um corvo ilusório por debaixo da mesa que lhe passou através da barriga sem que esta se apercebesse. Uma forte dormência fez-se sentir no seu fígado, fazendo-a recuar o braço e começar a queixar-se, estranhando a sensação. Entretanto, sem que esta notasse, o tempo corria e finalmente esgotou-se. O temporizador apitou e o jogo tinha terminado. A confusão tomou conta dela, enquanto eu a libertava do genjutsu que a enganara.
- Muito bem, venceste - constatou, enquanto a população do clube em geral me fixava atentamente - És o primeiro a vencer-me neste escalão.
- Hai, até um dia! - despedi-me, saindo do clube e encontrando o meu sensei. O fim de tarde transformara-se já em noite.
- Então? Isso até que foi rápido.
- Hai, hai, sem problema nenhum - respondi com um sorriso de quem claramente escondia alguma coisa - Sorte de principiante ou assim.
- Muito bem, então é tudo por hoje! Vejo-te depois - despediu-se, desaparecendo.
Comecei então a caminhar em direcção a casa, mas rapidamente, a rapariga de antes, me chamou, enquanto corria para me alcançar.
- Kride-kun! Onde é que vais?
- Para casa?
- Vem dar uma volta comigo - sugeriu - Foste o único rapaz que me derrotou quero saber mais sobre ti - voltava a fazer a sua expressão inocente e agora acompanhada de um beicinho extremamente convincente.
- Hai, mas só um bocado. Tenho mais que fazer - disse, aceitando o seu pedido.
Segui-a enquanto lhe respondia a perguntas banais sobre a minha pessoa, enquanto ela me conduzia a um beco. Aí, encostou-me à parede.
- Kride-kun, aquela é a janela do meu quarto, vem comigo - pediu, enquanto enfiava uma mão por entre o fecho do sobretudo e a t-shirt de rede por baixo dele, e a minha pele, sentido-a com as suas mãos, enquanto aproximava os seus lábios dos meus, beijando-os. Acabado o beijo, afastei-a.
- Não posso fazer isto agora.
- Tens a certeza que queres perder isto? - questionou agarrando-me a mão e fazendo ir até ao seu peito. Respirei bem fundo e encarei-a.
- Tenho.. agora deixa-me ir - e dizendo isto, virei-lhe as costas e imediatamente recebi um pontapé fortíssimo nas mesmas, projectando-me para a frente. A força tinha sido tão grande que perdera a respiração por um segundo do impacto e a dor percorrera todo o meu torso.
- Força aumentada por chakra? - questionei.
- Sim! - respondeu alegremente, enquanto surgia na minha frente e esticava o braço disferindo-me um soco no estômago, fazendo-me dobrar-me e de seguida deu-me três joelhadas de seguida, cada uma mais forte que a anterior, na barriga. Caí no chão e sentei-me na parede, atordoado dos fortes golpes. Depois disso, um último golpe na cabeça deixou-me sem norte.
Recuperei os sentidos numa cama, nu e de braços atados aos cantos da mesma.
- Toca a acordar! Vamos ver se me consegues negar agora - disse a rapariga, como veio ao mundo, usando a sua boca para aliciar zonas maís intimas do meu corpo, em conjunto com as mãos de maneira a fazê-las crescer.
- Alguém me andava a enganar - disse a rapariga, feliz em ver a tenda montada enquanto procedia a encaixar-se. Começou por ser bom, enquanto a rapariga cavalgava, era um prazer de inegável, mas rapidamente o cavalo se tornava rápido demais e indomável. Os seus movimentos agradáveis foram tornando-se em pequenos pulos e depois maiores, de grande intensidade em que o seu peso colidia sempre contra as minhas pernas. A certa altura a rapariga domada pelo prazer começava a parecer que me iria partir as pernas da forma como cavalgava selvaticamente, deixando-me completamente dorido. Aquela tortura continuou durante tantas cavalgadas que nem conseguia dizer o tempo passado, mas as pernas a certa altura já de tão doridas, ficavam dormentes. A certa altura, via indícios de um fim aproximar-se, enquanto a rapariga mostrava sinais de não conseguir conter-se mais, mas aí outra tortura começava. Começou a disferir chapadas sobre o meu torso, como uma louca, infelizmente provida de demasiada força bruta para um rapariga. Tentei soltar-me, mas não tive exito. E por fim, a rapariga acalmava e voltava a um ritmo aceitavel e eu também terminava, para meu enorme alívio e felicidade, que eram bem maiores que o prazer que tinha tido durante tal experiência. A rapariga deitou-se um pouco sobre mim em silêncio por alguns minutos e depois falou-me ao ouvido.
- Foi tão bom… Vamos fazer outra vez!
A minha cara podia nesse momento até mostrar medo, ao ouvir tais palavras e assim que a rapariga tentava abusar de mim novamente, comecei a executar diferentes selos em cada uma das mãos afastadas e presas, enquanto libertava chakra através da superficie do corpo e rodiei-me de eletricidade, que chocou a rapariga ao ponto de desmaiar, caindo sobre mim novamente. Forcei as cordas até me conseguir libertar e vesti-me, saltando pela janela e fugindo pela janela, com intenção de nunca voltar a ver tal rapariga na vida.
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: T24 - Xadrez   Sab 25 Out 2014 - 16:46

Avaliação de Katsu Uchiha:

HN:
Ninjutsu: 39,5+0,25=39,75
Taijutsu: 13,75
Kenjutsu: 20,25
Genjutsu: 18,5+1=19,5
Selos: 26,25+0,5=26,75
Trabalho em Equipa: 2,5

HC:
Força: 7
Agilidade: 19,25
Controlo de Chakra: 40+1,5=41,5
Raciocínio: 6,25+1,25=7,5
Constituição: 20,75+0,75=21,5

Total avaliado: 5,25/6
Total de Habs.: 224,25+5,25=229,5

Comentários: Jogar xadrez e ganhar a fazer batota. Encontrar uma rapariga no beco e levar alta pancada da mesma até ao ponto de desmaiar. Acordar no quarto dela, completamente nu, e ser violado loucamente. Quando ela quis repetir, enerva-se e dá-lhe alto choque e depois baza como se nada fosse.
Apenas um dia normal em Konoha xd.
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T24 - Xadrez
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