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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 T32 - Invasão à Prisão II

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BigBoss

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MensagemAssunto: T32 - Invasão à Prisão II   Qui 13 Nov 2014 - 4:16

Nota: Texto com conteúdo do foro sexual, para maiores de 18 anos.


Fiz sinal ao guarda prisional, para que me deixasse passar até à próxima divisão, abrindo-me uma porta de metal, em grade, que dava a outra idêntica, e ao passar a última, entrava na área seguinte onde mais prisioneiros me esperavam...


Chegava assim à segunda secção do primeiro nível da prisão, sendo que esta se dedicava a prisioneiras apenas. Estas esperavam curiosamente para ver quem se alistara para uma luta. Ao se depararem comigo um burburinho se tornou geral entre as fêmeas cativas. Usando as capacidades do meu doujutsu, observava os movimentos dos seus lábios, sendo capaz de neles ler as palavras que não conseguia ouvir.
- Que bonitinho - dizia uma para outra.
- Eu não lhe dava luta nenhuma - respondeu a outra.
- Eu cá dava-lhe uma boa luta, se é que me entendem - falava outra, mais ao lado a outro grupo de prisioneiras.
- Eu vim aqui para lutar! - anunciei em voz alta, decidindo por um fim a todo o murmúrio - Mas se me querem assim tanto, podemos falar sobre isso depois.
Presenti algo a vir na minha direcção, e desviei a cabeça ligeiramente, conseguindo evitar uma kunai que vinha com uma tremenda pontaria, que tinha como alvo a minha cara.
- Kunai? Aqui? - indaguei, em voz alta, mesmo que para mim - Não é suposto prisioneiros terem armas.
- Prisioneiras! - corrigiu, uma mulher entre a multidão - Uma mulher consegue sempre o que quer de um homem controlado pelo seus instintos.
- Adorava ver-te tentar - provoquei.
- És muito charlatão para o meu gosto! - retorquiu a mulher, alta e magra, sem perder as suas curvas e com um decote convidativo, bem revelador, de longos cabelos negros - Ataquem!
A multidão feminina aproximou-se e assim começou a batalha. Entre a multidão, shurikens foram arremessadas forçando-me a saltar para o lado, para as evitar. Uma mulher surgiu depressa desse mesmo lado, e esticou a mão para um murro, atingido-me na cara. Outra surgiu e com os dedos na mão esticada, golpeou-me, arranhando-me o rosto com as unhas, deixando sangue escorrer da ferida. Tinha tido um vislumbre de azul um pouco antes do golpe. Será que ela usou chakra para aumentar o poder de corte das unhas dela?
Muito agilmente, uma mulher pulava sobre as outras, vindo na minha direcção, fazendo um monte de acrobacias no ar e atingindo-me com um forte pontapé no topo da cabeça. Outro golpe da “unhas de chakra” surgiu, desta vez atingindo-me em cheio no braço. Aproveitara o momento, para confirmar a minha teoria, ao ver o chakra a ser acumulado nas unhas mesmo antes de estas se cravarem profundamente no meu braço, e saindo de seguida, deixando pequenos cursos de sangue escorrer pelas quatro fendas criadas no tecido. Outro pontapé vinha rapidamente na minha direcção. Com um rápido movimento, posicionei-me de maneira a proteger-me do mesmo com os braços, recebendo o impacto do mesmo. Com a atacante ainda no ar, saltei e estiquei a perna com força, enviando-a a voar para longe.
- Daisenpu!
Com uma cambalhota no ar, voltei a ter os pés assentes no solo e novamente a mulher dos ataques com as unhas. Evitei o seu novo ataque, desviando-me e deixando-a colocar o seu corpo à minha frente, enquanto focava chakra na mão, fazendo um rápida execução de selos e de seguinda libertando um raio que a eletrocutou e a deixou caída no chão. Entretido a brincar aos tasers, fiquei desapercebido de duas mulheres morenas que se aproximavam, e em conjunto saltavam para um pontapé duplo. Quando presenti o movimento, não tive maneira de o evitar, sendo atingido por dois fortes pontapés nas costas e sendo projectado para frente, rebolando pelo chão. Levantei-me, e a dupla já se fazia a mim de novo.
Enviei algum chakra até aos olhos e olhei-as nos olhos, projectando-o para os seus cérebros, transmitindo-lhes as minhas intenções assassinas e criando-lhes visões das suas próprias mortes, pelas minhas mãos. Tal coisa imobilizou-as.
Enviei chakra até aos pulmões, fazendo rapidamente selos com ambas as mãos, moldando o chakra e de seguida, expelindo uma bola de fogo contra as mesmas, arrumando-as de vez. Um valente punho surgiu contra a minha cara, com uma tremenda força, fazendo-me recuar alguns passos. Pude ver uma mulher alta, com um corpo musculado, bastante masculino. Cerrei o punho tentando acertar-lhe com um murro, mas fui novamente atingido pelo dela, e recuei alguns passos, mais uma vez. Saltei então para trás, e focando algum chakra nos selos dos pulsos, e algumas cordas com shurikens atadas nas pontas surgiram. Atirei-as cordas, enlaçando-lhe os braços, predendo-os com as kunais que se cravavam na sua pele. Inspirei fundo e aglomerei chakra nos pulmões, fazendo uma combinação de selos com a mão livre, enquanto estruturava a natureza e forma da técnica. Juntei a mão que segurava as cordas à boca e soprei um dragão de fogo através das mesmas. Este consumiu-as furiosamente até encontrar os braços da matrafona, queimando-os. A mulher ajoelhou-se sobre o chão, queixando-se.
Corri até ela e depois sobre ela, como uma escada e usei-a para me impulsionar e saltar sobre o grupo de cativas. Enquanto correra, disparara uma boa quantidade de chakra para os pulmões enquanto o transformava através das várias combinações de selos manuais. Sobrevoando o grupo de prisioneiras, cuspi uma enorme bola de fogo, servindo-me de mais chakra para aumentar o seu tamanho. Uma grande maioria das mesmas ficou fora de combate ao receber o ataque. Aterrei e virei-me para outro grupo ainda consideravelmente grande. Estendi os braços, fazendo selos diferentes em ambas as mãos, enquanto começava a libertar chakra pelo corpo.
A multidão de mulheres alcançou e começou a disferir golpes fisicos. Socos atingiram-me a cara e o abdómen, e também pontapés, e algumas joelhadas. Várias unhas me arranhavam em toda aquela confusão, enquanto novamente murros e pernas esticadas me iam atingindo e golpeando, provocando a sua quota de dor. Continuei a focar o chakra em volta do corpo, enquanto fazia os selos de braços afastados, mesmo enquanto recebia os ataques.
Libertei por fim todo o chakra que concentrara, numa onda de electricidade que se espalhou à minha volta, eletrocutando o grupo de mulheres que me tentava atacar. Estas acabaram por cair sobre o chão. Restavam agora apenas cinco, sendo uma delas a mulher de longos cabelos escuros que me desafiara inicialmente.
- Nós rendemo-nos - disse uma do seu lado.
- Sim, és claramente mais forte - disse outra - Podemos servir-te de outras formas - informou, fazendo um ar provocador.
- Ai, sim? - perguntei, enquanto juntava as mãos num selo e libertava chakra.
- De maneiras muito prazerosas - reforçou.
- Acredito - enquanto finalizava a concentração de chakra e formava Kage Bushin de corvos.
- Clones? Que rapaz mais atrevido.. quer satisfazer-se com todas ao mesmo tempo! - constatou uma delas.
- Exactamente - confirmei.
Tanto os clones como eu tínhamos nas mãos correntes, com as quais prendemos as mãos das quatro cativas, enquanto as seguíamos até às suas celas. Aí, o ambiente mudou. De uma luta passou, para uma troca de beijos, em cinco celas diferentes, com mulheres diferentes, e alguns apalpões aqui e ali, ainda que apenas da minha parte, viste que lhes restringia os movimentos com as correntes. Fui tirando a minha roupa, e rasguei as roupas da mulher com que ficara. A mulher alta de longos cabelos negros e olhos tão escuros quanto os cabelos, e pálida. O seu corpo possuía proporções favorecidas nos sítios certos e ela podia certamente despertar o desejo de qualquer homem. Ao deita-la na cama, dentro da cela, estiquei a minha mão até à parte de trás da sua cabeça e logo prendi as correntes à cama, de maneira que esta não conseguisse fugir.
- Não te aconselho a me tratares como um dos guardas - disse-lhe ao ouvido - Tens um papel explosivo atrás da cabeça, caso tentes ser espertinha - disse com um sorriso provocador e convencido no rosto. A fúria preencheu-lhe o rosto durante um pouco, mas depois lhe passou, a indignação com o meu acto de cautela.
Após algum aquecimento, estava tudo a postos para começar a melhor diversão. Inseri-me então pelos caminhos da felicidade, iniciando lentamente o acto. O semelhante se passava com os restantes clones e as suas companheiras nas respectivas celas. Entrava e saía, com movimentos constantes do corpo, de forma constante e ritmada. Continuei por bastante tempo na mesma actividade, começando a ficar, aos poucos, cansado do esforço físico. No entanto, continuei e fui aumentando a velocidade e intensidade das minhas invasões, aumentando o esforço das mesmas. A esbelta mulher ia cedendo, ainda que tentasse ocultar o seu prazer, alguns gemidos de prazer, e as nossas respirações tornavam-se mais profundas e rápidas com a intensidade das minhas adentrações. Com infiltrações cada vez mais rápidas, a sua respiração foi aumentado, enquanto o corpo respondia aos meus movimentos, cada vez mais rapidos, e quando acalmou, sabia pelo gemido que libertara, que esta tinha atingido o pico máximo de prazer. No entanto, eu ainda não estava terminado e continuei transpondo-a sucessivamente e cada vez mais rápido, até por fim não aguentar mais e me libertar dentro dela. Um misto de prazer e cansaço ocupava o meu corpo, e foi aumentado, à medida que os outros clones iam terminando os seus serviços, transmitindo-me de volta a sua experiência aumentando o cansaço mais do que o prazer. Quando o quarto terminara, sentia-me completamente exausto, e tive mesmo de me deitar, sobre a prisioneira, servindo-me dos seus seios como almofadas enquanto descansava um pouco.
Quando restaurado, retirei a minha arma ninja de maior importância e voltei a vestir-me, libertando-o as prisioneiras e recuperando as minhas armas de volta.
- Isto foi agradavél, podíamos repetir um dia destes - disse, enquanto me afastava em direcção ao próximo nível do Centro Correcional de Konoha, para continuar os meus treinos.
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: T32 - Invasão à Prisão II   Sex 14 Nov 2014 - 19:21

Avaliação de Punheteiro:

HN:
Ninjutsu: 47,5+0,75=48,25
Taijutsu: 15,5+0,5=16
Kenjutsu: 23,25+0,25=23,5
Genjutsu: 23,5+0,25=23,75
Selos: 31,25+0,75=32
Trabalho em Equipa: 3

HC:
Força: 7,75+0,25=8
Agilidade: 22,5+0,5=23
Controlo de Chakra: 49,75+0,75=50,5
Raciocínio: 10
Constituição: 26,25+1=27,25

Total avaliado: 5/5
Total de Habs.: 270,5+5=275,5

Comentários: Pergunto-me o porquê da parte do sexo xd. Foi totalmente desnecessário. Já tinhas a pontuação máxima antes dessa cena… Acho que andas com tanto desejo que até tens de descrever estas coisas para ver se te acalmas ahah.
E, um conselho, se queres mostrar o quão precoce o Kride é, usa outras maneiras menos humilhantes xd.
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T32 - Invasão à Prisão II
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