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 Filler 37 - Corrupção - O fundamento das Suspeitas - Parte II

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Dorou

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MensagemAssunto: Filler 37 - Corrupção - O fundamento das Suspeitas - Parte II   Ter 10 Mar 2015 - 23:49

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Filler 37

- Força da Natureza - 

Corrupção ~ O fundamento das Suspeitas ~ Parte II


- Por muito poderoso que ele possa ser, ele não conseguiria lidar com um grupo grande - disparou ela. - Demasiados para ele, para qualquer um.

- Queres dizer…? - iniciou o médico ruivo.

- Falar com os descendentes para os colocar do nosso lado - respondeu Kazuma, imaginando o que a irmã estava a pensar. - Pelos vistos, os descendentes apenas são apresentados àquele mundo quando fazem 26 anos, quando podem assumir a chefia da família. Até lá, estão na mais pura ignorância como nós. A família faz o que quer pelas sombras enquanto eles são educados a acreditar que a família é íntegra. Ou não… - lembrando-se de Shirou. Esse poderia saber de tudo e aceitaria sem questionar. Nada a fazer com mentes corrompidas desde tão cedo.

O jounin médico coçou o queixo, perdido em pensamentos. Aquelas informações eram impressionantes. Há quantos anos é que aquilo seria assim? Uma corrupção de, possivelmente, décadas, escondido por eventos falsos e encontros políticos. Acabou por ter que concordar com a ideia da pupila e que o melhor amigo parecia concordar.

- Então queres usar o próprio sistema deles contra eles, é isso? Aproveitar a falha que eles criaram para abrir caça a alguém que eles não percepcionam como uma ameaça. Bem… Pode funcionar.

O kirinin, apesar de entender a ideia, não conseguia esquecer a sensação assoberbante que aquele mordomo lhe dava sempre que estava por perto. Perguntava-se se, mesmo juntando um grupo, seriam capazes de dominar o que aquele homem possivelmente escondia. E só ele percebera isso… Seria um efeito do senninka? Uma percepção que o senninka lhe permitira e que estava invisível a quem não tinha acesso ao chakra natural? Não sabia. E não sabia como explicar aquilo quando ele mesmo não entendia. Não se iria pronunciar. Se ele estivesse certo, tentariam lidar com aquilo na altura certa. Teriam um grupo do tamanho de um pequeno exército, com shinobis talentosos.

Separaram-se em duplas para fazê-lo, sendo que Hikaru teve de ir só devido ao número impar de integrantes daquela “missão”. Houve quem acreditasse, houve quem negasse... Porém os factos eram fortes. Nenhum dos descendentes tinha como negar, e acabou que, por fim, todos foram convencidos, e devidamente informados do plano. Todos se não o odiado representante de Kiri, Shirou, que afirmou que estariam apenas a tentar dar desculpas para acabar com aquilo, que eram simplesmente fracos e recusou-se a juntar-se a uma acusação infundada, a seu ver.

Em poucos minutos, os descendentes mais velhos, Noboru, Rina, Yuu e os dois Midori, contando com o apoio de Hikaru e Azura, espalharam-se convenientemente pelo salão. Planejavam agir com naturalidade momentos antes do plano ser executado. Não podiam permitir que ele desconfiasse de algo…


Ninguém o sentiu, ninguém o notou. O mordomo movia-se entre a multidão como uma brisa, indetectável e subtil… Mas não escapava aos olhos do ruivo de Kiri, que sentia nele qualquer coisa perturbadora... Uma energia diferente. Enquanto Ayame e Hikaru, os mais próximos da sua localização, estavam absortos numa conversa, o serviçal suspeito esgueirou-se por trás de Azura e sussurrou-lhe perto da nuca, imperceptível aos olhos do mundo:

- “O cão do Amagi não deveria meter-se onde não é chamado.”

A frase não o intimidou, não, mas o pegou de surpresa… E assim que as palavras foram ditas, o rapaz sentiu uma energia colossal engolindo-o. Então aquela era a verdadeira face dele… Olhou para trás no segundo seguinte, mas nada viu a não ser um grupo de convidados conversando a alguns metros.

Não sentira medo, não sentiu raiva. Azura não sentia, mas ficara preocupado… O quanto ele sabia? Como ele tivera acesso àquela informação? Percebera então que o mordomo sempre o observara, ele sempre soubera sobre ele… O inimigo estava alguns passos à frente e isso precisava ser contornado. E se estivessem a fazer exactamente o que ele queria?

Ainda antes que pudesse fazer ou dizer algo, reparou nos avanços dos informados sobre o mordomo, que começavam a cercá-lo por várias frentes. Não havia muito mais que pudesse ser feito. Era tarde demais para qualquer aviso, para qualquer mudança nos planos. Talvez todos juntos conseguissem fazer algo… Talvez…

A distância era cada vez mais encurtada, levando o senhor já de idade a ficar cada vez mais dentro do semicírculo que o grupo fazia contra a parede.

Ayame, pelo seu lado, estava impaciente. Queria tirar as teimas a limpo. Queria justiça. Todos mereciam a verdade, principalmente se isso acabasse com a corrupção que era aquele encontro de nobres. Quando os seus olhos verdes encontraram os do homem, ela teve a impressão de ver um sorriso, calculista e fugaz, que lhe provocou um calafrio pela espinha. Nenhum outro pareceu ver o mesmo que ela. Apenas ela reagira ao movimento. Fora-lhe dirigido. E a paciência dela esfumou-se.

Rapidamente, folhas entraram pela janela mais próxima e acumularam-se na mão da konohanin, fortalecendo-se na forma de uma katana como ela costumava usar regularmente. Nesse mesmo instante, apontou a lâmina afiada na direcção do mordomo, acelerando o passo. A voz dela soou clara e objectiva.

- Queremos uma explicação do seu envolvimento nesta farsa. O porquê de tentar manipular todos os presentes, todos aqueles com poder para lhe darem o que pudesse querer. E sem que eles se apercebam.

O senhor empalideceu com a acusação e o salão ficou em silêncio, com todos os olhares vidrados na konohanin.

- Como pode dizer semelhante coisa?! - questionou ele, temeroso. - Trabalho há muitos anos para a casa de Cha no Kuni. Conheço todos os Senhores Feudais, algo da minha competência. Mas nada mais!

As dúvidas pairavam no ar. Teria a jovem descendente dos Sakuragi inventado alguma teoria da conspiração para chamar a atenção? Teria alguma razão para isso?


A rapariga pigarreou, nervosa. E foi Azura quem tomou a palavra logo em seguida, caminhando para o lado da kunoichi para a apoiar.

- E um mordomo normal saberia sobre Amagi? Para ter amigos tão influentes… Você não pode mesmo ser um mordomo comum.

Se fez um momento de silêncio, tensão. A reação esperada era que ele se constrangesse, intimidasse, talvez até se tornasse hostil… Mas não. Começou como uma espécie de pigarreio, um riso de canto de boca, e ele não conseguiu conter a gargalhada divertida e, ainda assim, insolente.

- O cão do Amagi ousa ladrar? Foi mal criado… Ou mal treinado - e gargalhou mais, cobrindo a face com a mão enquanto seus olhos brilhavam de excitação, ainda mais empolgado por sentir a atenção de toda a gente. Há tanto tempo que não sentia isso. Estava finalmente livre.

Quando a mão dele desceu, todo o seu aspecto mudou. O senhor desaparecera para dar origem a um homem adulto de longos cabelos compridos, traços longos e esguios e pele morena, claramente mais jovem. Os lábios dele voltaram-se novamente num sorriso de escárnio e apenas declarou:
- É verdade aquilo de que me acusam.


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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: Filler 37 - Corrupção - O fundamento das Suspeitas - Parte II   Dom 19 Abr 2015 - 18:40

Ui, gostei do Filler. Parece que le verdadero vilão de toda a trama finalmente apareceu. Embora eu acho estranho que tanta gente se tenha juntado para encurralar o mordomo (aos olhos deles não passa de um homem idoso, né, por muito influente que seja).

Estou curioso para ver o que se vai seguir. A mentira têm perna curta, estou para ver o quão curtas estão as do mordomo!

Continua ^^
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