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 [Ayame Midori] Filler 24 - Revelação ~ Uma torrente de perguntas ~

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Shibiusa

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MensagemAssunto: [Ayame Midori] Filler 24 - Revelação ~ Uma torrente de perguntas ~   Sex 31 Jul 2015 - 21:29

Revelação
~ Uma torrente de perguntas ~

Continuação de: http://www.narutoportugalrpg.com/t14614-filler-37-corrupcao-o-fundamento-das-suspeitas-parte-ii

Os lábios dele voltaram-se novamente num sorriso de escárnio e apenas declarou:
- É verdade aquilo de que me acusam.
Aquelas palavras caíram como trovões no salão. Os rostos perderam a cor, as vozes sumiram no ar, copos foram estilhaçados no chão, espalhando o seu conteúdo. Quem era aquele homem? A acusação da insolente Midori era verdadeira? Aquele homem fora sempre um impostor? Se sim, tinha que ser feita justiça. O mordomo tinha assistido e dito coisas que não era suposto um plebeu saber. Denúncias, confissões, planos secretos… As vidas deles podiam ser arruinadas se se tornasse público…
Ayame, apesar de uma das impulsionadoras daquele momento, parecia atónita. No fundo, desejava ter errado. Olhou para Kazuma, Hikaru, Azura, para os seus colegas, descendentes de outras famílias. Hikaru mantinha-se em guarda, embora se estivesse aparentemente descontraído e afastado dos demais. Noboru, o mais velho do grupo, estava ainda a tentar assimilar a situação. Sentia-se na obrigação de assumir um papel de liderança naquele momento e era-lhe ainda tudo confuso. Rina eventualmente desviara o olhar de todos os presentes, preocupada.
Uma voz surgiu no meio das famílias e, consequentemente, deu-se o afastamento daqueles que estavam à sua frente, retirando-lhe a segurança do anonimato:
- MAS O QUE VEM A SER ISTO?!
O senhor de barbas brancas, bem aprumadas, e de vestes em tons de azul imediatamente enrubesceu ao ser enfrentado pelo olhar de escárnio do homem misterioso de longos cabelos castanhos. Kiri desdenhara a suspeita e agora questionava a sua veracidade. Algo que ele previra vindo deles tendo em conta as décadas de preconceito que estavam na história daquela vila, daquela família. Apenas sorriu e soube instantaneamente do arrepio que percorrera as costas do conselheiro de Kiri.
- Acham que isto tem alguma piada? Devem achar muito engraçado fazer teatrinhos – continuou o senhor Umehara. Voltou-se para os descendentes de forma crítica, sentindo que não estava a ser compreendido e apoiado, e novamente para o homem ainda sem nome. As caras dos presentes não os denunciavam. Não estariam a inventar aquilo? Estava confuso. – Que raios faz aqui?!
- O que eu quiser – declarou o homem em resposta, de forma calma e desafiadora. Pequenas marcas vermelhas cintilaram naquela face morena com o movimento da sua cabeça, como tatuagens brilhantes de sangue.
Sentia-se a revolta a surgir no peito dos mais velhos. O burburinho de vozes crescia, crepitava. Era inevitável aquela explosão e não poderiam prever os resultados. A konohanin olhou para o iwanin, desesperada, na esperança que ele fosse capaz de acalmar os ânimos. Ele acenou e deu um passo em frente, deslizando o braço para trás veementemente para que percebessem que ninguém avançaria e seria ele a fazer as perguntas. A multidão estancou, surpreendida também com a súbita liderança do Renge.
- Eu falarei por todos os que estão aqui presentes.
A voz do iwanin foi projetada para que todos ouvissem e logo continuou.
- É do nosso entender que a sua presença é inesperada e indesejada. Como tal, queremos saber qual do seu envolvimento no nosso seio. Quem é você? Quais as suas intenções?
O homem riu-se. Não mereciam qualquer tipo de resposta, mas dar-lhes-ia alguma informação. Afinal, eles deveriam conhecê-lo. Talvez em breve. Ou talvez não. Dir-lhes-ia algo só para se poder divertir com a confusão deles.
- Eu sou Kami.
Uma nova onda de indignação começou a emergir da multidão. Aquele homem presunçoso teria nome de deus? Com certeza seria uma nova demonstração de arrogância! Tinham que o colocar na ordem!
Antes que alguém pudesse falar e para assim evitar confrontos desnecessários, Ayame engoliu em seco e avançou para encarar de frente Kami. Segundo Azura, aquele homem tinha um poder demasiado grande, logo não seria possível enfrentá-lo ali sem casualidades. Teriam que seguir um caminho diplomata para o bem de todos.
- Exigimos saber o porquê de estar aqui – impôs ela, tentando que o seu nervosismo não se notasse na voz. Não estava habituada a assumir um papel semelhante.
- Não vos diz respeito.
A frieza da resposta não passou indiferente a nenhum dos presentes.
Um pequeno muro de heras surgiu, oriundo dos pés de Ayame, impedindo a movimentação daqueles que se tinham exaltado. Não podia permitir que algo acontecesse ali… Apesar dos manipuladores e mesquinhos que ali estavam, nenhuma vida merecia ser terminada assim. Sem dar conta, o seu tom acabou por subir um pouco mais e tornar-se mais autoritário e explosivo.
- É claro que nos diz respeito! Queremos uma explicação!
Kami semicerrou os olhos e um leve sorriso irónico formou-se nos seus lábios. Passou a mão no cabelo, puxando algumas madeixas para trás. Chakra faiscou nas mãos dele.
- Não vos devo qualquer explicação – afirmou ele. Fora firme, directo. - Especialmente a ti, miúda Midori, que nem aos teus as pedes. Nada sabes sobre as tuas origens. Quando souberes, penso no teu caso.
Num grande flash azul, desapareceu, deixando todos sem qualquer justificação. Kami ignorara toda e qualquer pergunta. Nunca se sentira pressionado a responder, nem mesmo com armas apontadas a ele e com a quantidade de pessoas que o poderiam tentar subjugar.
Os ânimos começaram a acalmar aos poucos. Cada um voltara para junto dos seus, partilhando olhares de compreensão com os que desejavam cumprimentar antes de se retirarem. Lentamente, o salão começou a esvaziar e o burburinho revoltado misturou-se com os ventos. Aquele momento não seria esquecido da mente das famílias nobres. Não tão cedo. Não dentro de anos e anos, talvez décadas.
Cada qual voltou para as suas respectivas mansões num profundo silêncio meditativo, na esperança que a noite lhes trouxesse paz e a manhã alguma luz de discernimento quanto ao que haviam de fazer.
Os Sakuragi, cabisbaixos, remeteram-se também ao seu papel. Os netos que nunca tinham aceitado tinham acabado a destruir o embuste em que estavam metidos desde sempre. Não tinham desconfiado nem por um momento daquele homem que, analisando bem vários momentos, incitava à corrupção. Aproveitara-se das personalidades mais radicais dentro das famílias nobres para se divertir. Quem sabe, poderia até tê-los usado para os seus fins… O torneio das Kugeka iria certamente acabar. Não tinham qualquer motivo por que continuar aquele falso evento.
Deixaram os netos e os seus convidados à vontade na mansão e retiraram-se para os seus aposentos, incapazes de encarar qualquer um deles naquele dia. A culpa, o desgaste… Não sabiam sequer onde começar. Mas sabiam que tinham que o fazer antes que fosse feito um comunicado oficial e julgassem que as suas vozes reflectiam apenas o consenso geral. Aquele grupo e todos os descendentes que tinham confiado neles mereciam respeito.
Ayame, Hikaru, Azura e Kazuma deixaram-se ficar na companhia uns dos outros no salão que servia para convívio na mansão dos Sakuragi até que o cansaço venceu completamente o choque. Um a um, seguiram para os seus quartos para finalmente dormirem sobre o assunto. Amanhã seria um novo dia.

Spoiler:
 
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: [Ayame Midori] Filler 24 - Revelação ~ Uma torrente de perguntas ~   Seg 17 Ago 2015 - 17:43

Tenho de admitir que gostei do Kami. "Não vos diz respeito.", toma lá que já levaste. Mas quem é que acha que a Ayame é? Pfff. A Gaina pelo menos é certamente mais conversadora xd

Gostei, gostei, demorou mas parece que o badboy chegou! Fico ansioso por mais conversas (e consequentes lutas) com ele, gosto das secas que manda xd.

Vou ler le seguinte!
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