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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Treino III - É Duro!

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Kylo Soldier

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MensagemAssunto: Treino III - É Duro!   Seg 23 Nov 2015 - 0:07



O dojo era extenso o suficiente para caber algumas dezenas de alunos, porém naquela manhã apenas havia meia dúzia incluindo o jovem Rikao Fukeru. O treino do dia seria basicamente físico, isso queria dizer que iriam treinar luta corpo-a-corpo e o preparo de sues corpos, nada de outros truques ninjas.
Antes do treino realmente ter inicio fora feito o aquecimento. Rikao lançou-se ao chão como fora comandado, apoiou as palmas no chão na largura de seus ombros e então deu inicio a uma série de flexões. O primeiro movimento fora fácil, ergueu seu corpo forçando os músculos a contraírem e forçaram o peso contra o chão. Realizou o movimento mais algumas vezes, até que em um ponto seus braços já tremulavam e ardiam. A dor lhe era familiar, mas ainda sim incomoda, forçou novamente o corpo para cima em tentativa de completar mais uma flexão. Os braços pareciam não responde-lo, respirou fundo e buscou forças. Ergueu o corpo mais uma vez, realizando uma careta ao sentir os músculos contraírem, as veias saltaram quando a dor se fez presente. Faltava pouco para terminar, mas ele não tinha forças. Desceu abruptamente o corpo chocando-se contra o chão, o mestre o olhou com desaprovação então ele tentou de novo. Flexionou os braços, apoiou-se na posição adequada e forçou o corpo para cima. E realizou mais algumas vezes o movimento com o máximo de força que lhe era capaz fazer. Doía intensivamente, porém era apenas a falta de pratica lhe cutucando a consciência para que desistisse. No fim foram cinquenta flexões que lhe pareceram mais de cem.
Pois-se de pé, a respiração ofegante e os braços doloridos, a sua recompensa fora notar que os outros estavam na mesma situação que ele. O mestre ordenou que deitassem novamente. O Fukeru obedeceu, deitou-se, flexionou os joelhos, firmou seus pés no chão e deu inicio as abdominais. Já estava um pouco desgastado, não cansado, entretanto fez sem pestanejar. Começou no ritmo padrão levando o abdômen até as cochas e retornando sem encostar a cabeça no chão. Sentia os músculos contraindo e relaxando a cada movimento completo, como qualquer exercício no inicio é fácil e tranquilo, depois se torna fatigante e doloroso. Tardou um pouco mais para a dor começar a aparecer e com ela vieram as caretas e os pensamentos de motivação. Ele realizou uma abdominal atrás da outra sem parar, os músculos latejando e a ardência novamente lhe suplicando para que parasse. O corpo parecia pesar muito mais quando se aproximava do fim. A força realizada para erguer-se era bem maior, a dor era constante. Desistir não era a opção eminente, porém não deixou de ser uma, ele forçou mais e mais até seu corpo estar prestes a desabar e em um suspiro final e agonizante de dor completo a série de cem abdominais.
Fora lhe concedido trinta segundos para descansar antes do próximo exercício. Parecia pouco, mas era o suficiente para tomar o fôlego e aliviar os músculos que ainda latejavam nas regiões exercitadas. Logo o mestre ordenou que cada um se posicionasse em frente aos sacos de treino no canto da parede, as ordens eram de desferir murros sem parar durante o tempo que o mestre julgasse necessário.
Rikao desferiu os primeiros golpes com força total. Tensionou os músculos e endireitou a posição a cada soco. Os primeiros golpes lhe doíam as mãos e logo elas estavam vermelhas. Fazia um movimento atrás do outro, sem cessar. Esquerda e direita. A cada novo golpe parecia que a intensidade ia diminuindo, a dor nas mãos ia aumentando e os braços tornavam-se pesados. Depois de trinta segundos socando já estava lutando contra o próprio corpo para conseguir continuar. O braços pesavam toneladas, os punhos estavam doendo e entre os dedos já sangrava de tanto bater na areia dura dentro do saco. O movimento continuava, pelo canto do olho ele podia observar os outros, também sangravam, também já não aguentavam. Ele respirou fundo entre um golpe e outro e reuniu a energia, ele queria ser o melhor então precisava dar o melhor de si. Socou com mais intensidade força novamente, sentia o tecido de sua mão rasgando um pouco mais a cada impacto, o sangue pingava no chão a cada soco. Os ombros pendiam e insinuaram o cansaço, mas ele não se rendia. Nos últimos golpes o soco já não era tão perfeito quanto o primeiro, nem tinha a mesma força, todavia ainda sim tinha a mesma emoção do primeiro. O mestre gritou e todos pararam. Rikao desabou sentado com as mãos ensanguentadas, os braços doloridos e o corpo pedindo para que retornasse para casa e dormisse. Ele não o faria, continuaria até o ultimo instante se assim fosse necessário, sua força de vontade era invejável.
Mais alguns segundos para descanso, para tomarem uma água e limparem os ferimentos das mãos antes de começar o próximo exercício que deveria ser parte do aquecimento. “Certo, agora vão todos para as cordas, sabem o que fazer.” Ordenou o mestre e logo todos seguiram para outro canto do dojo onde haviam cordas grossas presas em vigas nas paredes. O objetivo era segurar cada ponta da corda e realizar movimento ondulares para cima e para baixo forçando assim os músculos do braço.
Rikao agarrou as pontas da corda, uma ponta em cada mão. Realizou o movimento de ondulação oscilando simultâneo com os braços, enquanto um braço subia o outro descia. A velocidade tinha que ser mantida constante, em poucos instantes já ardiam-lhe os bíceps. Ele forçava o movimento imprimindo todo o seu potencial em cada movimento. Os braços ardiam em menos de um minuto, a dor se alastrava complementando a dor das flexões, estava com os braços muito cansados para durar muito tempo. Ele tentou manter o máximo que lhe era capaz o movimento dos braços, sem diminuir o ritmo. Forçou o corpo a encontrar energia para conseguir concluir o exercício, urros de dor lhe escaparam da garganta os olhos fechados tentando concentrar-se até que foi ordenado o fim do exercício. Ele desabou no chão sem fôlego e forças, havia realmente chegado a um ponto que precisaria de um descanso longo para recuperar as forças.
O intervalo foi concedido pelo mestre. Todos puderam descansar o suficiente, alimentarem-se com frutas que lhes foram dadas e beber um pouco de água. A pausa fora longa o suficiente para todos terem um descanso satisfatório. “Peguem as barras e dois baldes cada, lá no deposito. Iremos fazer uma caminhada hoje.” Gritou o mestre. Os alunos não tardaram a movimentarem-se, pegaram o que lhes foi pedido. Cada um segurava uma barra de madeira  com ganchos nas pontas e dois baldes de metal. “Coloquem os baldes nos ganchos e a barra sobre os ombros na parte de trás. Em fileira vão até o lado de fora irei encher os baldes para que façam a caminhada.” Sem pestanejar todos formaram a fila e saíram. Logo passaram pela lateral do dojo onde haviam alguns homens montando alguma coisa, mas o mestre logo lhes cutucou e mandou seguir caminho. Um a um os baldes foram sendo enchidos, eram cerca de dez quilogramas cada balde fazendo com que os jovens carregassem vinte quilogramas nas costas.
“Se chegar ao final da caminhada e um dos baldes estiver com metade ou menos de água a pessoa terá que realizar novamente o percurso.” O mestre anunciou pegando também uma barra com baldes cheios e posicionando nas costas e tomando a frente na caminhada. Rikao vinha logo atrás como o primeiro da fileira dos alunos.
O corpo do Fukeru ainda estava exaurido mesmo após o descanso mais longo. Seus braços, mãos e abdômen latejavam, mas conseguir erguer o próprio peso dos membros. O corpo necessitava uma boa alimentação e alguns horas de sono, só que ele sabia que não teria isso até finalizar o treinamento matinal. Esperançoso acreditava que aquela seria a ultima parte.
A caminhada teve inicio tranquila, o peso sobre os ombros do rapaz de cabelos e olhos azulados parecia maior do que realmente era, culpa do seu cansaço. A cada passo parecia que levantava uma árvore nas costas, firmava os pés no chão e forçava a coluna a permanecer ereta para suportar o peso. Um passo depois do outros eles iam avançando, acompanhando o mestre pela floresta. O seu corpo tentava resistir ao treino, reunia suas energias para manter-se ao menos de pé. Ele via os baldes chacoalharem e os respingos de água serem projetados para fora do recipiente, o medo de que ao final não tivesse o suficiente para encerrar o treino ali era grande o que fez Rikao manter-se firme com a postura e evitar cambalear o máximo possível. Para um garoto com resistência física que ele tinha era impressionante com ainda se mantinha de pé. A caminhada estendeu-se e quanto mais o tempo passava mais desesperado todos iam ficam. Algum caíram e derrubaram os baldes, aqueles tinham a certeza de que iriam fazer novamente. Rikao não sabia dizer se a água havia passado da metade, mas ele apenas conseguia vê-la no balde quando balançava e ela chocava-se contra as laterais e subia. A coluna dois e os ombros cansado e abadiados já não suportavam o peso. Mal conseguia manter os braços erguidos para segurar a barrar nos ombros. Os joelhos caso dobrassem um pouco além do que deviam já perdiam a força e ele quase desmoronara duas ou três vezes ao longo do percurso. Foram longos e árduos um quilometro e meio, isso se os cálculos do Fukeru estivessem corretos.
Ao retornarem ao dojo foram obrigado a permanecer de pé enquanto o mestre examinava os baldes e dizia quem deveria ou não voltar e refazer o percurso. Quatro dos seis deveriam refazer totalmente a caminhada e o Fukeru não era um deles. O mestre disse que ele e o outro rapaz teriam até o grupo retornar para descansar e então seria realizado o exercício final matinal. Rikao não soube quanto tempo durou a corrida, ele apenas hidratou-se e recostou em uma árvore e tirou um bom cochilo. Foi acordado por cutucadas do mestre com o bastão, já devia ter passado ao menos uma hora já que estavam todos aparentemente bem.
“Vamos para a parte final do treino matinal. Iremos treinar engajamento em combate físico e técnicas de combate. Nada de lutas ainda, apenas treino. Ouviram?” O mestre gritou para que todos alunos estivessem cientes do treino.
Todos retornaram para o interior da academia. No dojo foram feitas três duplas que seriam com quem iriam treinar as técnicas. O mestre demonstrou os primeiros movimentos e pediu para que todos repetissem cinco vezes cada. Rikao foi o primeiro de suas dupla. Ele desferiu um soco com a mão esquerda e seu parceiro desviou para o seu lado direito, ele posicionou a mão no ombro do adversário puxou ele para perto e com o braço direito passou por cima do mesmo ombro e prendeu as duas mãos na cintura do rapaz fazendo com que a cabeça dele ficasse logo abaixo de sua axila. O Fukeru forçou o corpo para trás, tensionou e movimentou os braços para cima erguendo o parceiro de luta do chão e lançando para trás o fazendo cair de costas no chão. O movimento era simples de ser realizado, o mais difícil era erguer o adversário.
Rikao repetiu o movimento, desta vez com mais agilidade. Logo prendeu os braços na cintura do adversário e tentou forçar a área abdominal do advérbio para cima ao invés de apenas tensionar os braços, isso lhe exigiu mais força, porém fora mais eficaz no momento em que derrubara o adversário. Tornou a fazer o movimento, novamente usando sua força e jeito para levar o adversário e lança-lo no chão. Seus braços doíam quando fez o movimento, mas usando o peso do próprio corpo pode erguer o companheiro mais uma vez e finalizar o golpe. Fez a ultima repetição, novamente repetindo os mesmos movimentos, agora precisando de mais brutalidade para conseguir jogar o oponente contra o chão.
O Fukeru fora lançado com mais facilidade ao chão, era mais leve que seu oponente, porém a dor fora talvez até pior. Caiu com um baque surdo de costas no chão, contraiu cada músculo do corpo de dor, rangeu os dentes e percebeu que não era nada fácil aguentar aquele golpe. Ergueu-se para enfrentar as outras quatro repetições. Uma atrás da outra lançando o rapaz ao chão, cada impacto o fazia grunhir de dor, as costas ardiam e estavam muito doloridas. No ultimo impacto quase não ergue-se novamente. Ficou alguns instantes deitado no chão sentindo a dor latejante após os golpes.
O mestre demonstrou mais um golpe para eles e pediu apenas uma repetição desta vez. Rikao tomou a liberdade de começar. Usando sua perna esquerda, aquela que lhe era menos potente, deu um chute na altura do rosto do companheiro. O rapaz abaixou-se fugindo do golpe. Então Rikao completou um giro de 360 graus abaixando-se no processo e lhe aplicou uma rasteira com a perna direita que o fez ficar no ar e emendando o golpe chutou o abdômen do rapaz com seu calcanhar esquerdo. A técnica era conhecida como Konoha Senpu. O golpe era certeiro e causava forte estragos se aplicado da forma correta.
Logo depois de golpear era a vez de Rikao ser golpeado. Repetiu o movimento de esquiva que o mestre dissera, logo tomara a rasteira estava no ar, sentira um pouco de ódio e brutalidade no golpe lhe acertado nas pernas para que caísse, mas não culpava o rapaz. Logo em seguida veio o golpe em meio ao seu tórax que o lançou rolando pelo chão. O golpe atingira-o em cheio e magoara seu tórax severamente, mas nenhum osso havia quebrado. Remexeu alguns instantes no chão na expectativa de a dor passar, o ar lhe era escasso porém conseguiu levantar-se poucos instantes depois.
O treino matinal fora encerrado, o corpo estava dolorido e exausto. Estava ali desde cedo treinando exercícios de grande impacto. Fizera diversas coisas que seus músculos certamente não desejavam realizar novamente. Mas aquele era o inicio do treino diário, apenas a parte da manhã havia sido concluída. Ainda haveria outra etapa no período da tarde que geralmente era combate franco ou algum treinamento mais divertido e competitivo para que todos sentissem motivados a treinar intensivamente.
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MensagemAssunto: Re: Treino III - É Duro!   Seg 23 Nov 2015 - 0:48

Reservo!
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Brian$

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MensagemAssunto: Re: Treino III - É Duro!   Seg 23 Nov 2015 - 1:41

Ninjutsu: 5,5
Taijutsu: 3,75+1= 4,75
Kenjutsu: 2,25
Genjutsu: 1
Selos: 5,5
Trabalho de Equipa: 1,5

Força: 3,75+1,25= 5
Agilidade: 4,5+0,5= 5
Controlo de Chakra: 5,25
Raciocínio: 7,5
Constituição: 2,5+1,25= 3,75


Total de habilitações: 42,5+4= 46,75 (cálculo estava errado)


Foi um bom treino, darei melhores explicações no skype.

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