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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Missão Rank D - Brinquedo Perdido

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MensagemAssunto: Missão Rank D - Brinquedo Perdido   Sab 12 Dez 2015 - 13:19

Rank da missão: D
Titulo da missão: Brinquedo Perdido
Descrição: Uma garotinha chamada Alice perdeu sua bonequinha favorita ao brincar com ela na rua e como nenhum policial vai se sujeitar a procurar um brinquedo perdido coube aos genins recém saídos da academia este trabalho simplório. Sua missão é simples, ache o brinquedo e o traga de volta.
Recompensa: 300 ryos + scroll de novo jutsu + 1 ponto de cumprimento
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank D - Brinquedo Perdido   Qui 31 Dez 2015 - 21:08

Inscrevo-me! Procurar brinquedos não deve ser muito difícil right.
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank D - Brinquedo Perdido   Sab 2 Jan 2016 - 23:10

Bump, deixem-me trabalhar que eu preciso de dinheiro! D:
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank D - Brinquedo Perdido   Sab 2 Jan 2016 - 23:21

Nenhuma inscrição nas 48 horas seguintes.

Podes começar...

Boa sorte.
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank D - Brinquedo Perdido   Dom 3 Jan 2016 - 15:50

Menina perde boneca. Ninja procura boneca. Ninja encontra boneca. Menina recebe boneca. Ninja recebe recompensa. Simples, certo?

O início de tudo era demasiado óbvio: falar com Alice e respectiva mãe, e tentar juntar informações sobre esta boneca que deveria encontrar. A conversa aconteceu na casa onde a miúda vivia, que por si só dera a entender a Naho que estava a lidar com uma familia abastada. As suas suspeitas confirmaram-se após a conversa: a boneca em questão era cara e única, feita por encomenda para a menina. O brinquedo havia sido criado pela avó, uma alfaiate local de renome que já criara roupas para algumas celebridades estrangeiras. Foi dada a Naho uma descrição da boneca, e a rapariga prometeu fazer os possíveis para encontrar e devolver o item à sua legítima dona.

"Até aqui tudo bem."

As informações dadas guiaram-na até uma praça onde nunca tinha estado antes. Zona de gente rica, assumiu ela. Dirigiu-se até à loja onde mãe e filha se lembravam de ter visto a boneca pela última vez, e por sorte o funcionáro que lá se encontrava lembrava-se de Alice e da boneca. A rapariga tinha, de facto, deixado a boneca na loja, sobre uma cadeira em que se sentara enquanto esperava que a mãe fosse atendida. No entanto, o funcionário não reparou nisso até ter de fechar a loja. Não sabendo o que mais fazer, nem sabendo sequer onde vivia a miúda, decidiu levar a boneca consigo para casa juntamente com a mala dos conteúdos da caixa registadora, como fazia todas as noites. Mas como a sorte é uma coisa danada, nessa mesma noite foi assaltado, perdendo tanto os ganhos monetáros do dia como a boneca. O funcionário nem sequer conseguira ver a cara do assaltante, por isso o trilho de pistas acabava ali.

Ao sair da loja, Naho tentou decidir o que fazer em seguida. Acabou por concluir que ainda havia uma alternativa. "Basta pensares. Quem assaltou o funcionário não o fez por desporto, precisava do dinheiro. E o que é que alguém que precisa de dinheiro faz quando pensa ter encontrado um item valioso?" Depois deste raciocínio a resposta era simples: procurar em lojas de penhores era a sua melhor alternativa. E foi isso mesmo que Naho fez. As duas primeiras lojas do tipo que encontrou não tinham recebido nenhum item do género, mas à terceira a jovem teve sorte. O dono da loja recordava-se de que, no dia anterior, um homem de aspecto questionável entrara na loja para vender uma boneca que correspondia à descrição que Naho lhe dera. O vendedor comprara a boneca por um preço baixo, mas ficara desconfiado por um homem com aspecto de sem abrigo ter deitado as mãos num item daquele género, e por isso mesmo apontara num papel a descrição do indivíduo para evitar esquecer-se. Para além de disponibilizar a descrição a Naho, deu-lhe também uma notícia nada animadora: a boneca já havia sido vendida. Extremamente confusa, Naho tentou perceber o raciocínio do homem, sem sucesso. Se desconfiava que a boneca era roubada, para quê vendê-la? Naho apenas podia concluir que o dinheiro falara mais alto.

-Bem, já que o senhor é tão bom a guardar descrições, pode dizer-me quem foi que comprou a boneca?

-Oh não, não posso. Sabe, não me lembro do aspecto do senhor a quem a vendi. - Ao ouvir as palavras do vendedor Naho teve vontade de bater repetidamente com a cabeça na parede. "Do senhor de aspecto aceitável não te lembras, mas do sem abrigo lembraste-te logo." - Sei que vendi um conjunto de coisas juntamente com a boneca. Vestidos de criança, sapatos de menina, fitinhas para o cabelo... As típicas coisas que uma menina jovem usaria. O senhor que as comprou deve ter algumas filhas em casa, sabe?

Naho anuiu, cabisbaixa. Agradeceu ao dono da loja pelas informações e fez o seu caminho de volta para a rua. Voltara à estaca 0, pensava ela. Poderia tentar encontrar o sem abrigo, mas não conseguiria daí nenhuma informação nova relativamente à boneca. A jovem kunoichi deteve-se num poste, encostando-se ao mesmo e ponderando qual o passo a dar a seguir. Vários minutos se passaram, e Naho não chegou a nenhuma conclusão. Acabou a dar-se por derrotada, e decidiu que a sua melhor hipótese era voltar à casa onde vivia Alice e admitir o falhanço. Isto, até ver passar por si uma gaiata pequenina, de cabelos negros arranjados em duas tranças, abraçada a uma boneca exactamente igual à que Naho passara o dia a procurar. "Olha que tu queres ver..." Naho não sabia bem como proceder aqui. Não podia simplesmente perseguir a miúda e arrancar-lhe a boneca das mãos. O seu raciocínio levou-a a decidir que a melhor opção era seguir a criança discretamente, e possivelmente falar com um pai ou responsável por ela. A miúda teria de ir para casa eventualmente, certo?

Mas nada preparou Naho para o que estava prestes a encontrar.
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank D - Brinquedo Perdido   Sex 8 Jan 2016 - 0:23

”PORQUE É QUE EU FICO SEMPRE COM AS MISSÕES ESQUISITAS?!?”, pensava Naho enquanto se mantinha escondida por detrás de um amontoado de caixotes. Seguira a criança por vários metros, até está se dirigir para um beco sem saída. A curiosidade deu lugar à confusão quando Naho viu a miúda arrancar o cabelo, e quando se apercebeu do que estava a testemunhar a jovem ficou mais confusa ainda. A “criança” prosseguiu com retirar o vestido, revelando um velho macacão castanho, atirando depois com peruca, vestido e boneca para uma caixa de cartão próxima. ”Isto não é miúda nenhuma, é um filha da mãe de um anão! “ A jovem Kita tentava ainda processar o que acabara de ver quando o pequeno homem careca se esgueirou por uma porta. Assim que se conseguiu certificar de que o caminho estava livre, abandonou a protecção dos caixotes e aproximou-se da caixa de cartão. No topo de tudo lá estava ela, a boneca de que andara à procura até ali. Naho rapidamente pegou nela, embrulhando-a num pedaço de pano e guardando o brinquedo num dos bolsos laterais das suas calças. Estava feito, podia finalmente entregar a boneca, receber a sua recompensa e acabar o dia por ali.

Excepto que a jovem não conseguia amainar a curiosidade que sentia. O caixote estava cheio até à tona de vestidos de criança, cabeleiras, e bonecas. Naho apenas podia concluir que isto queria dizer que haviam muitos mais anões a vestirem-se e a passearem na vila como se fossem miúdas pequenas. Para quê? Porquê? Não havia motivo para grandes desconfianças: se suspeitasse de actividade criminosa, o paço mais óbvio seria contactar as autoridades competentes e deixá-los tratar do assunto. Mas tanto quanto tinha visto até ali, poderia muito bem ser apenas um grupo de anões com manias e fetiches estranhos. Ainda que assim fosse, a curiosidade da jovem já havia sido atiçada e a única maneira de a acalmar era vendo com os seus próprios olhos o que se passava por detrás daquela porta.

”Primeira coisa a fazer é procurar uma entrada para o edifício.”, pensou Naho enquanto olhava em volta. Não havia outra entrada para além da porta que o anão que ela seguia havia usado, e por muito pouco esperta que fosse, a jovem kunoichi sabia que entrar por ali não era boa ideia. Realizou um selo para auxiliar a sua concentração de chakra, utilizando apenas o necessário para realizar um Shunshin, de forma a chegar ao telhado mais facilmente. Após uma rápida procura, a única coisa que se parecia remotamente com uma entrada era uma conduta de ar. ”Tem de servir.” Naho espremeu-se para caber por entre as paredes de metal, esforçando-se ao máximo por fazer pouco barulho. Acabou por descobrir que deslocar-se no interior de uma conduta de ar era extremamente difícil. Apenas tinha espaço para colocar um braço em frente do outro perpendicularmente ao corpo. Mesmo fazendo uso da sua agilidade, ao tentar serpentear o corpo para a deslocação ser mais fácil, era com os seus braços que tinha de fazer toda a força para puxar a totalidade do seu corpo. À medida que Naho ia fazendo força com os braços, lentamente puxando o seu corpo através da abafada conduta de ar, sentia os músculos começarem a falhar.

Quando finalmente chegou ao final da conduta estava sem fôlego, coberta numa fina película de transpiração, e de braços tão dormentes graças ao esforço que duvidava que conseguisse fazer o que quer que fosse sem primeiro descansar um pouco. Mas antes disso tinha de descer dali. Sem forças para suportar o peso do seu corpo só tinha uma coisa a fazer: realizou um selo, concentrando o seu chakra o suficiente para realizar mais um Shunshin, aterrando dessa forma quase sem esforço no solo. Apenas aí tirou algum tempo para olhar em volta, enquanto recuperava o seu fôlego. Estava no interior daquilo que parecia ser um armazém, e o espaço estava repleto de caixa de madeira. Naho contou pelo menos duas dezenas delas. ”Para que raio é que eles querem tantos caixotes? Vão abrir um Konohamaché?””. Ainda tinha os músculos dos braços dormentes do esforço que fizera na conduta de ar, mas não encontrou grande resistência quando tentou arrastar a tampa de madeira de uma das caixas próximas. Quando o fez, sentiu o coração cair-lhe do peito ao constactar que o recipiente estava cheio de estupefacientes. ”Anões e drogas. Nope, nada esquisito”, pensou a rapariga sarcasticamente enquanto empurrava a tampa de volta ao lugar, fazendo um esforço com as pernas para compensar a força que lhe faltava nos braços.

Assim que a tampa se encaixou de novo no caixote um ruído metálico alto fê-la sobressaltar-se, seguido de um portão a deslizar para se abrir enquanto um par de vozes se aproximava. Rapidamente a jovem deixou-se cair no chão, ficando ocultada por um dos caixotes. Não conseguia perceber o que as vozes diziam, mas ouvia-as aproximarem-se cada vez mais. ”Porra. E agora?” Naho não tinha por onde correr ou fugir sem ser vista. Inspirou profundamente, ao concluir que a sua única alternativa era passar completamente despercebida. Concentrou o seu chakra para utilizar um Henge, de modo a tomar a aparência de um dos muitos caixotes presentes naquele armazém, imediatamente esforçando-se por emitir um fluxo constante de chakra de forma a manter a ilusão. Este era um jutsu que não praticara muito enquanto na academia (e muito menos fora dela), e como tal Naho sentiu os efeitos da sua falta de prática quase imediatamente.

-São todos estes? - Naho conseguia finalmente compreender frases por entre o que as duas vozes falavam. Nada disto era bom sinal, já que queria dizer que quem quer que ali tivesse entrado estava mais próximo dela.

-Metade deles. Desta vez tivemos uma rota mais segura, como tal aproveitámos para trazer uma maior quantidade de produto. - Respondeu a segunda voz. - Mas não temos comprador ainda.

-Tudo isto graças a anões vestidos de crianças? Não percebo. - A primeira voz soava confusa, falando quase como se estivesse a ignorar o seu interlocutor.

-Ninguém suspeitaria que meninas jovens estão envolvidas neste tipo de coisas. E certamente ninguém com bom senso pararia uma no meio da rua para interrogatório nem para as revistarem.

Os dois homens continuaram a trocar conversa, mas Naho estava a ter imensa dificuldade em perceber o que diziam. Continuava a canalizar chakra para manter o Henge, fazendo os possíveis por manter a sua concentração intacta. Fazê-lo durante tanto tempo, e sem grande experiência, estava a fazer com que a sua cabeça começasse a latejar violentamente com dores. Conseguia ouvir as vozes a afastarem-se, mas não sabia se seria já seguro desfazer o jutsu. ”Vou ter de arriscar. Não aguento mantê-lo durante muito mais tempo.” A jovem Kita parou abruptamente o seu fluxo de chakra, imediatamente regressando ao seu aspecto normal. Tentou controlar a sua respiração o melhor que pôde, para evitar ser ouvida naquele armazém apertado. As vozes continuavam a afastar-se. Conseguira safar-se desta enrascada sem ser vista. ”Óptimo.” Considerou as suas hipóteses a partir daqui. Isto ia muito para além das capacidades dela e do que ela podia fazer. A solução mais óbvia, e mais segura, era voltar a sair pela conduta de ar e avisar a policia. Quando sentiu que a sua respiração tinha estabilizado completamente, Naho levantou-se para sair dali.

-Bem me pareceu ter ouvido um rato.

Naho imediatamente sentiu o seu corpo gelar.
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank D - Brinquedo Perdido   Seg 11 Jan 2016 - 22:59

Naho não se conseguiu mexer durante algum tempo, enquanto o seu cérebro trabalhava incansavelmente. Conhecia aquela voz. Apenas não conseguia perceber de onde a conhecia, nem a quem pertencia. Mas era-lhe extremamente familiar, como uma memória distante. Tentava relembrar-se quando ouviu um leve tinir de metal contra metal, vindo da mesma direcção atrás de si de onde viera a voz há pouco. Quase por impulso Naho agachou-se agilmente, sentindo duas kunais rasarem o ar acima da sua cabeça. Aproveitando a posição em que se encontrava, a rapariga rapidamente fez força com as pernas de modo a impulsionar o seu corpo na diagonal, aterrando por trás de alguns caixotes. Para já estes serviriam decentemente como barreira entre ela e o homem, até ter de decidir o seu próximo passo. Quanto ao homem que a sobressaltara… Esta voz não se parecia em nada com nenhuma das que ouvira há pouco. Na sua aflição de manter o Henge, distraíra-se a ponto de não ouvir um terceiro par de passos a ecoar no armazém. “Porra Naho. Porra.”

A jovem Kita voltou a ouvir o leve tinir de metal, seguido de passos lentos e cautelosos. Para uma coisa destas não iam contratar um magano qualquer. O gajo deve ser profissional, quase de certeza”, pensava Naho, enquanto decidia que manter a distância entre si e o seu oponente era a primeira prioridade. Para além disso… Nenhuma ideia do que fazer. Tirou algumas Kibaku Fuda da bolsa de equipamento que tinha à cintura. Por precaução, achou que a melhor decisão seria espalhar algumas daquelas tiras explosivas pelo armazém enquanto fugia do seu oponente - se conseguisse sequer fugir dele, para começar. Começou logo a partir do seu esconderijo, colocando duas tiras no caixote que a escondia. Agora era fazer os possíveis por distraí-lo, e procurar uma saída que pudesse usar para fugir dali.

Os passos estavam mais próximos. Naho rapidamente enrolou uma tira explosiva na parte frontal de uma flecha, agarrando em seguida no seu arco. Inspirou profundamente, fazendo o melhor que podia para conduzir e concentrar o seu chakra o melhor que podia.Num movimento ágil e fluído revelou-se por detrás do caixote, imediatamente fazendo força com o seu braço direito para esticar a corda do arco, rapidamente soltando-a e falhando propositadamente o seu oponente, acertando num dos caixotes por trás dele. Utilizando o chakra que estivera a concentrar até ali realizou um Shunshin, movendo-se alguns metros para além do local de onde saíra. Repetiu o mesmo processo. Colocou um par de tiras no caixote, e olhou em volta. Havia uma pequena janela de vidro no lado oposto do armazém. Era difícil avaliar daquele ângulo, mas quase certamente teria espaço suficiente para que Naho conseguisse atravessá-la para o exterior. Enquanto avaliava as suas hipóteses, a rapariga de modo ágil e quase inconsciente ia enrolando tiras explosivas em torno de algumas das suas flechas, antes de as guardar novamente na aljava. Assim poderia espalhar os explosivos mais facilmente, assumiu ela.

Um forte baque fez-se ouvir acima da sua cabeça, e antes que Naho pudesse perceber o que se estava a passar já uma kunai raspara o seu braço esquerdo. Instintivamente e sem pensar, Naho agarrou o arco e rapidamente disparou uma das flechas que preparara ainda agora. A seta falhou o alvo, ficando ao invés presa no tecto do armazém. O seu oponente aterrou perto do local onde ela se encontrava, não lhe dando tempo sequer de reagir. O mais agilmente que pôde, Naho desviou-se de um pontapé que o homem lhe tentou deferir, atirando as tiras explosivas que tinha em mãos para o chão em volta. Afastou-se para trás com um pequeno salto, apenas o suficiente para atirar outra seta. Fez pontaria e atirou contra o pescoço do homem, que a custo deflectiu a seta com uma kunai. Imediatamente dirigiu um murro ao rosto da rapariga, que o conseguiu bloquear a custo com o arco, amparando a força dele com a sua. Aproveitando esta distracção o seu oponente dirigiu um murro com o seu outro punho à barriga de Naho, que desta vez não tinha forma de se defender. Quase de imediato a dor fez com que a rapariga perdesse as forças, caindo de joelhos ao chão e dobrando-se sobre si mesma. Se não estivesse distraída pela dor aguda na sua barriga, Naho teria estranhado o facto de o homem não continuar a atacar agora que tinha a vantagem.

-De onde raio é que tu me saíste com um arco? - Ia falando o homem, retirando uma porção de corda de uma bolsa. - Perdeste-te a caminho de ir caçar javalis?

O homem aproximou-se de Naho que, apesar das dores, continuava em modo de sobrevivência. Assim que o seu oponente se aproximou o suficiente ela desembainhou mais uma seta, fazendo uso da força do seu braço para a espetar directamente no joelho do homem. Este imediatamente se retraiu com um grito, praguejando descontroladamente. A custo Naho levantou-se, preparando mais uma flecha. Com as dores que sentia neste momento mal conseguia manter-se direita, muito menos fugir dali. Ainda assim preparou o seu arco com mais uma flecha, mantendo-o o mais direito possível e forçando o seu braço a manter a corda esticada sem a soltar, enquanto apontava directamente para o seu oponente. Este continuava a praguejar, naquilo que Naho apenas conseguia interpretar como insultos contra ela mesma e contra as gerações que a precederam. O homem atirou-se sobre Naho dando impulso com a perna que ainda tinha intacta, tentando desarmar a rapariga antes que ela pudesse causar mais danos. A jovem soltou a corda do arco, e a seta acertou no ombro do seu oponente. Este, com duas flechas no corpo, continuava a tentar atacá-la, e Naho não tinha forças para sequer tentar fugir pela janela que avistara anteriormente. Inspirando profundamente, Naho realizou um único selo sem descolar os seus olhos do seu oponente.

---

Vários civis se juntavam em torno do velho armazém que toda a vizinhança assumira encontrar-se abandonado. Não muito depois dos civis chegou a polícia, assim como alguns ninjas destacados de emergência para ajudar. A explosão não causara grandes danos, mas fora o suficiente para atrair a atenção das redondezas depois do estrondo seco que se fizera ouvir. Logo a seguir ao estrondo uma nuvem negra saiu apressadamente do armazém, vertendo por cada frecha, porta e janela que se encontrasse aberta. Alice e a sua mãe, que passavam pela rua na altura, também se encontravam por entre a multidão. A miúda explodiu em histerismo quando reconheceu, coberta de cinzas e a ser escoltada por dois chuunins, a ninja que recebera a missão de encontrar a sua boneca. Correu até ela, ultrapassando as faixas de perímetro que ali haviam sido colocadas e ignorando as ordens da mãe para que se mantivesse quieta. Quando alcançou Naho e a inquiriu sobre o seu brinquedo a kunoichi não lhe respondeu. Em vez disso enfiou a mão no bolso lateral, retirando de lá um embrulho de tecido e estendendo-o a Alice. A rapariguinha, confusa, aceitou o embrulho antes de ser acompanhada de volta para perto da mãe. Quando afastaram o tecido lá estava ela: a boneca que Alice havia perdido no dia anterior. Cheia de alegria, a miúda abraçou-se com força ao brinquedo.

-Portanto a tua missão era encontrar a boneca? - Inquiriu um dos chuunins que acompanhara Naho, enquanto a rapariga era algemada por um polícia. Ela olhou directamente para o homem, anuindo. Este colocou uma mão na testa, abanando a cabeça em desaprovação. Como raio se passava de procurar uma boneca perdida para explodir com um armazém usado por traficantes? O chuunin acabou por encolher os ombros. - Eh. Independentemente do que aconteça, pelo menos vais receber a tua recompensa.

-Óptimo. Pode ser que com 300 ryo consiga pagar a fiança. - Retorquiu imediatamente a jovem num tom pouco sério e pouco impressionado, enquanto era arrastada por um par de polícias para longe dali.

FIM
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank D - Brinquedo Perdido   Ter 12 Jan 2016 - 2:25

Reservo.
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MensagemAssunto: Re: Missão Rank D - Brinquedo Perdido   Ter 12 Jan 2016 - 23:00

AVALIAÇÃO DA MISSÃO


AVALIAÇÃO DE NAHO KITA


HABILITAÇÕES NINJA

Ninjutsu: 3,5 + 0,75 = 4,25
Taijutsu: 1
Kenjutsu: 6 + 1 = 7
Genjutsu: 1
Selos: 3,5 + 0,75 = 4,25
Trabalho de Equipa: 2,5


HABILITAÇÕES CORPORAIS

Força: 4,5 + 1 = 5,5
Agilidade: 8,25 + 1 = 9,25
Controlo de Chakra: 3 + 0,75 = 3,75
Raciocínio: 4,75 + 0,75 = 5,5
Constituição: 3 + 0,75 = 3,75


TOTAL DA AVALIAÇÃO: 6,75


SOMATÓRIO DA AVALIAÇÃO: 41 + 6,75 = 47,75


COMENTÁRIOS: Missão cumprida. Recompensa completa.


ATUALIZADO.
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