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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Filler 10] Saga Dominus: O passado retorna sempre!

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JFrias10

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MensagemAssunto: [Filler 10] Saga Dominus: O passado retorna sempre!   Ter 15 Dez 2015 - 0:09

Aqueles dois dias de viagem, tinham passado ligeiramente rápido e já estávamos a chegar ao ponto de encontro daquela aldeia distante de Konoha. Nosso jantar tinha sido uma carne de veado cozinhada sob na base de uma fogueira, na noite anterior.
Durante a viagem nada de anormal tinha acontecido, e estávamos já perto da zona montanhosa. O ambiente era definitivamente mais árido naquela região, não possuía tanta vegetação como na zona em que viéramos, e a densidade era quase nula.

Aquele terreno era também um pouco mais frio, dai que eu estivesse com om meu casaco com a estampa do clã. Kaori e Misuko também tinham vestes que as protegiam da agravante climatérica.
Pelo que Misuko tinha falado, durante a viagem, a aldeia ficava entre dois cumes, que criavam um vale. Os roubos até ali tinham sido do seu principal sustento: a criação de gado, que permitia que se auto-sustentassem.

Já tinha tido uma missão similar, mas algo não me cheirava bem naquela situação. Era um tipo de pressentimento sem qualquer razão. Enquanto corríamos pela montanha de pedra em pedra, começávamos a aproximar-nos da aldeia, pois ouvia-se sons de crianças e de animais já perto.

Chegamos a entrada pouco tempo depois, e tanto eu quanto Kaori observávamos o local. Era pobre, a maioria das casas era feitas de pedra ou cimento, com a tinta já gasta do tempo, tinha algumas habitações de dois andares. Ao adentrarmos mais na vila, as crianças que brincavam as apanhadas ou as escondidas, distanciavam-se ou aproximavam-se, querendo ver quem eram aqueles estranhos visitantes.

Aquele trajeto percorrido, levou-nos por entre mais habitações. Conseguimos também visualizar um pequeno mercado, e podíamos notar que era uma aldeia bem isolada do resto dos pais. Um pouco, parada no tempo.

De um momento para o outro estávamos cercados, por aldeões com as suas ferramentas de trabalho: pás, navalhas ou forquilhas. Estavam com caras de poucos amigos, enquanto as nossas mãos estavam sob as Kunais ou adagas.

- Vieram roubar mais dos nossos rendimentos, agora com crianças?- Dizia um dos camponeses furibundos com a sua pá na mão, perto de mim. A situação não era a melhor, estávamos num local que parecia o centro daquela comunidade, bastante amplo em forma de quadrado. Cercados por todos os lados, muitos moradores saiam a rua ou as janelas para perceber o que estava a acontecer.
Eles não pareciam querer conversar, porém uma voz ouviu-se ao longe, parando em simultâneo toda a ação dos “vigilantes”.
- Parem, esses são os nossos aliados.- Dizia um homem gordo, que era até alto e apresentava uma excelente compostura física. Os seus braços eram largos, mostrando que ele não era de todo fraco.
- Quem são estes então, Presidente?- Perguntava um dos camponeses que não largavam por nada as suas armas, enquanto o que fora apelidado de presidente continuava o seu avanço para nós.
Parou então a frente de Misuko, que até aquele momento estava calma e serena, sem mostrar sinais de nervosismo, e prestou-lhe uma vénia:
- Perdoe os meus caros colegas, eles não sabiam da vossa vinda.- Dizia ele, para surpresa geral da população. Os aldeões, até ai agressivos baixaram as armas, e afastaram-se para alívio meu que largava também a base da adaga nas minhas costas.
- Não faz mal, tendo em conta aquilo que sabemos.- Dizia Mizuko, com a voz autoritária que já lhe era conhecida.- Pode dizer-nos mais coisas sobre esses assaltantes?
- Com certeza. – Dizia ele, e afastou-se juntando-se ao restante grupo que estava agora em fila a nossa frente, com todas as armas guardadas ou no chão.- Todos estes homens têm sido roubados por um bando regular de ladrões que muitas vezes entra e sai da vila, roubando alguns animais, ou bens preciosos da casa das pessoas sem que elas se apercebam.
- Porém, um deles, já encontrou-se com um dos nossos homens e acabaram por lutar.- Continuava o outro homem de a pouco, bem mais calmo.- O nosso amigo morreu, com várias feridas abertas, feitas por algo bem cortante. Deixou a mulher e a filha sozinhas neste mundo.
A comoção estendeu-se aos restantes elementos, que ficaram com os olhos brilhantes. Uma aldeia daquelas, pequena, era natural que todos conhecem-se e fossem amigos naturais do trabalho e da rotina. Algumas lágrimas caíram dos rostos daqueles homens.
- Desde ai, os homens têm feito mais ataques. Um deles, fez um aviso que não tentássemos chamar nenhuma Vila ao nosso socorro.- Dizia ele, constrangido.- Porém, não tive outra hipótese e tive que solicitar ajuda a Vila de Konoha, se esperássemos mais umas semanas, as nossas crianças não teriam como sobreviver.

As crianças agora rodeavam-nos, e era pequenas. Tinha uns sete ou oito anos, 
a maioria, e olhavam analisando melhor e demais perto os três. As meninas andavam mais, por volta de Kaori, enquanto os rapazes tinham-se aproximado mais de mim e estavam sobretudo curiosos com adaga.

-Peço desculpa, as crianças não vão in…- Misuko parou imediatamente o homem 
denominado Presidente com o levantar do dedo, enquanto observava-as. Ela sorria, enquanto via a beleza da inocência.
- Kaori e Takashi, fiquem com as crianças enquanto eu analiso o que se passou mais com o senhor Presidente. E tomem cuidado, não fiquem muito longe um do outro.- Dizia ela, enquanto virava-se para o homem. Os outros afastaram-se, para continuarem os seus afazeres, ou irem para casa.

A miudagem, estava louca por fazer perguntas, então Kaori e eu juntamo-nos e naquela zona do parque havia uns bancos onde cabiam as sensivelmente oito crianças. Com um gesto pedimos que sentassem-se.

- Podemos perceber que nos querem fazer perguntas. Para isso têm que levantar a mão, antes disso, eu sou a Kaori e este é Takashi-san.- Dizia a minha parceira, enquanto eu permanecia ao lado, de braços cruzados.
Uma menina levantou de imediato o braço, era loira de olho azul e extremamente fofa:
- Kaori-san, vocês são namorados?
Kaori, naquele momento, corou imensamente enquanto eu quase engasgava-me na minha própria saliva com a pergunta:
- NÃO!!!- Respondemos ao mesmo tempo. A gargalhada foi geral entre elas, enquanto algumas mulheres outrora em casa ou longe da confusão, aproximavam-se para ouvir as questões e sorriam perante aquela questão e resposta. Provavelmente algumas eram as mães dessas mesmas crianças.
- Bom, façam perguntas sobre coisas de Shinobis, e não de coisas pessoais.- Disse eu rapidamente, para evitar mais perguntas indiscretas.
Um dos rapazes, moreno de cabelo acastanhado, levantou a mão de imediato:
- O que é ser um Shinobi?- Perguntou ele, inocentemente.
- Bom…- Pensei um pouco, parando alguns segundos.- Ser um Shinobi é ajudar as pessoas que têm problemas, e lutar por quem não consegue. Isso é ser um Shinobi.
A criança parecia satisfeita com a resposta, e os sorrisos entre quem convivia por ali era algo natural.

“BOOOOOOOOOOOOOOOM”

Uma explosão cortou o vento, arrastando a poeira por cima de nós. Kaori e eu saltamos sobre as crianças, que a pouco sorriam e riam, agora choravam assustadas. A poeira foi caindo aos poucos, e as mulheres pegavam nas crianças para leva-las a casa.

Eu levantei-me enquanto ouvia entre gritos que aquilo tinha sido pero da casa do Presidente. Significava que a Sensei encontrava-se lá e tínhamos que ir averiguar rapidamente o que era aquilo. Kaori estava ao meu lado, e o cruzamento de olhares foi o suficiente para nos colocarmo-nos em movimento.

Por cima das telhas e terraços velhos aproximávamo-nos da zona da explosão. A poeira ainda não tinha caído totalmente naquele local, mas era possível ouvir umas batidas de metal entre ela.
Quando a poeira realmente desapareceu, era possível ver a Jounin contra um outro ninja que não reconhecera, até sentir um aperto no braço e escutar a aterrada voz de Kaori:
- É ele...

Caninos afiados, uma expressão meio canídea com garras de metal nos pulsos de 10 centímetros. Não havia dúvidas, era ele.

Os meus olhos mudaram com a raiva de o ver, o Sharingan despertara e a raiva tomara conta do meu corpo. Saquei a adaga, e sem nenhum deles esperar estava no meio deles trocando golpes com as garras e afastando Misuko dele.
Ele, agora parado numa das extremidades da cratera que a explosão tinha criado, sorria para mim. Misuko ao meu lado, e depois Kaori também juntava-se a nós. E ele ria-se.

- Parece que finalmente vamos ter a nossa desforra.- Dizia ele entre gargalhadas malignas. A batalha ainda agora começara.
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Tio Tsu

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MensagemAssunto: Re: [Filler 10] Saga Dominus: O passado retorna sempre!   Ter 15 Dez 2015 - 0:53

Gostei do que li, mas estou curioso para ver o que o raio do homem está ali a fazer outra vez. Parece demasiada coincidência, não estou a gostar muito dessa parte. Além de que acho que já estás a insistir demasiado no mesmo vilão.

Estava a gostar até chegar à parte dele. Agora não sei bem o que penso do Filler...

Nevertheless, carry on!
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MensagemAssunto: Re: [Filler 10] Saga Dominus: O passado retorna sempre!   Ter 15 Dez 2015 - 22:29

Também tenho mixed feelings quanto a este filler :p
Tenho de admitir que o conteúdo surpreendeu-me, por alguma razão estava à espera de uma missão cliché e muito mais semelhante à de Naruto no arco de Zabuza.

Raio dos gaiatos a fazer perguntas pessoais do nada xd

Quanto ao vilão... realmente parece que a entrada dele foi forçada, mas já que ele deixou tanto a desejar no primeiro encontro eu vou encarar isto como uma segunda oportunidade de o tornares mais interessante. Qual é o motivo dele? O que é que o liga ao Takashi / Kaori? Porque é que ele não é só mais um bandido?
Sinceramente não o consigo ver a durar muito nas mãos de Misuko.

A tua escrita lembra a voz de um miúdo na puberdade (eu sei, é a pior comparação de sempre), tens parágrafos muito bem escritos e outros mais "finos". Continua, estou a gostar da evolução Wink
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[Filler 10] Saga Dominus: O passado retorna sempre!
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