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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 HS[F17]N.I.S.O.

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GhosTTerroR

Membro | Suna
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Sexo : Masculino
Idade : 29
Localização : Porto / Coimbra
Número de Mensagens : 5166

Registo Ninja
Nome: Himura Senshou
Ryo (dinheiro) Ryo (dinheiro): 2850
Total de Habilitações: 180,75

MensagemAssunto: HS[F17]N.I.S.O.   Qui 14 Jul 2016 - 18:29



...Himura Senshou vivia numa aldeia do país do vento. Quando fez 16 anos decidiu formar-se shinobi. Formou-se na academia de Sunagakure no Sato aos 18 anos, onde conviveu com vários colegas, como Arya, a quem prometeu oferecer um presente digno assim que o encontrasse... Após a graduação, foi resgatado por Najime Ikuza, um jounin que o acolheu como seu aluno e como primeiro membro de um grupo shinobi que deseja formar: "N.I.S.O."... Com a ajuda de Senshou, foram convidando e recrutando outros candidatos para pertencer à" N.I.S.O.". Depois do recrutamento, todos os candidatos aceites teriam ainda que passar em 3 provas submetidas por Ikuza, a primeira delas, um mês depois do último candidato ser recrutado. Senshou e outros seis shinobi superaram as provas, mas um deles - Enpuu - revoltou-se e decidiu abandonar a sua posição, ficando assim a N.I.S.O. composta por seis membros: Ikuza, Marikah, Raijin, Jubei, Yasumi e Senshou...


Após o exame chuunin, Najime Ikuza reuniu todos os outros cinco em frente à nova pequena sede da "organização" que fundara...

«N.I.S.O. - Najime Ikuza Shinobi Organization
Grupo de Intervenção e Investigação Shinobi»

Os seis sorriram em frente ao cubículo pintando de branco. A porta principal, de madrira escura, envernizada, estava no centro, e duas janelas gradeadas a castanho, perfeitamente simétricas, uma de cada lado. A placa estava junto à porta, por cima de uma pequena campaínha. As telhas eram alaranjadas.
Ikuza enfiou a chave na ranhura e levou a mão ao puxador de latão, cor de bronze:
- Entremos! - Convidou.
À vez, foram passando através da entrada para o fresco e acolhedor interior.
À esquerda um sofá castanho de estilo antigo, mas novo, virado para um balcão de madeira do lado direito - um pequeno balcão de atendimento com uma máquina registadora, um agenda A4 e ainda uma máquina de escrever.
Mais à frente uma grande mesa quadrada da mesma madeira do balcão. As oito cadeiras do conjunto estavam envostadas ás paredes laterais.
Para lá da mesa, uma porta, aberta, do lado esquerdo da parede em frente. Dirigiram-se para lá... A divisão, um pouco mais pequena que a anterior, era escura. Ikuza premiu o interrutor e a luz artificial acendeu. Eram arquivos feitos de alumínio inox com várias gavetas cada um que ocupavam a maioria da divisão. Ao fundo estava arrumado um biombo de três partes, com textura de cortiça.
- Talvez o coloque ali fora, entre o balcão e a mesa quadrada. - Explicou Ikuza.
Todo o espaço era muito menos amplo que a sala de Ikuza, mas muito mais organizado, fresco e acolhedor.
- Parabéns! - Congratulou Raijin, observando tudo por detrás dos seus óculos escuros. Sinto-me como em casa!
«Casa». A palavra fez um "clique" na consciência de Himura Senshou. Ele não poderia continuar a viver em casa de Ikuza por muito mais tempo, não que o jounin o fosse expulsar, mas custava a Senshou estar a roubar-lhe aquele espaço. Além disso ele também precisava do seu próprio espaço. Certamente uma profissão seria o ideal... «Mas qual!?»

Najime Ikuza tinha os arquivos e gavetas todas organizadas. Algumas delas já tinham papelada digna de um estabelecimento com dez anos de atividade! Ele abriu uma gaveta e retirou uma capa preta sem elásticos, contendo meia dúzia de papéis soltos. Andou uns passos e retirou mais duas folhas, agrafadas. Levou todos os documentos até à mesa quadrada. Cada um dos seis puxou uma cadeira e sentou-se em vota da mesa, aguardando pela palavra do "líder".
- Bem... - Ikuza folheou a primeira das duas páginas agrafadas. - Vamos então dar início à nossa atividade. Já vos dei umas luzes e adiantei que já tinha alguns assuntos pendentes em mãos. - Afastou a capa com mais folhas e olhou para o grupo. - Para começar, vou dividir-nos por algumas destas tarefas que tenho aqui comigo. - Pousou a mão sobre a capa preta. - Aqui estão todas as informações relativamente a umas antiguidades que têm sido roubadas por aqui e por ali. As ocorrências têm sido tratadas como casos únicos, mas eu fui tendo conhecimento, inclusive de alguns outros desaparecimentos e até compras de raridades e fui associando tudo. Está tudo aqui! - Apontou, pousando o indicador na capa. Depois novamente toda a mão. Agarrou na capa e estendeu-a a Raijin. - Leva Jubei contigo e vejam se conseguem tratar do caso. Esta é uma missão N.I.S.O.! Tal como as missões da ANBU, acabarão por dar os seus frutos e recompensas, de alguma forma que seja. - Falava mais para Erenai Jubei, Raijin já tinha trabalhado algumas vezes com Ikuza em missões. - Já estas duas folhas referem-se a algo mais recente. Estive a prepará-las ontem à noite. Marikah! - Virou-se para ela. - Esta tenho que me encarregar pessoalmente, mas conto com a tua ajuda.
- Claro! Estou aqui para isso.
- A ver se consigo evidências do que aconteceu a Oshan e Shibisbi, mas, o que mais me preocupa é o fato de não visto o "bixano marinho", o da segunda prova, na travessia de regresso. É para lá que vamos!
Kibagami Marikah fez um aceno com a cabeça.
- Tsukiawa Yasumi, pareces ser bastante séria e responsável apesar da idade e rank shinobi, deixo nas tuas mãos a sede da NISO. Aproveita para te ires ambientando e adaptando à organização, eu acho que está tudo fácil de entender.
- Concordo! - Disse ela. - Fizeste aqui um excelente trabalho!
- Ah, Obrigado! ^.^ Então, como não posso deixar a sede já fechada ou abandonada, para já fazemos desta forma, só até eu regressar. Senshou fica contigo, sendo que se sentires que falta algo, ou se for preciso algo, ele que se ausente e vá tratar disso. Se for preciso, estão ryos na registadora.
- Ui! Eles os dois vão ficar sozinhos! - Picou Raijin com um sorriso divertido. Himura Senshou corou.
- Ei! - Reclamou a gennin. - Que estás a insinuar!? Já me bastou a confusão com a "mascarada" maluca!
- O capitão Mikkichi!? - Perguntou Senshou.
- Pelos Kazekages! Ainda não entendeste!? Eu disse "a", não "o". Deve ser alguma namoradinha a quem deste uma tampa na academia...
«Ela está a falar a sério!?» Senshou, confuso. «O capitou Mikkichi é uma kunoichi!?»
Porém todos os pensamentos e diálogos foram interrompidos por uma voz aflita de mulher que irrompeu pela divisão dentro:
- Ai! Ai que não acredito! - A mulher cujo casaco rosa grosso ainda aumentava mais a largura do seu corpo juntou as mãos. - Só pode ser obra do destino! Cruzei-me agora com a minha prima ali na rua do mercado e ela disse-me ter visto aqui uma nova sede para atender e ajudar as populações.
- Yoosshh! Está a começar! - O monolho Ikuza levantou-se da sua cadeira. - Em que podemos ajudá-la? - Olhou para Senshou e não para a mulher.
- É isso mesmo! Preciso de ajuda! Ajuda shinobi!
Todos olharam para ela.
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