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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Fumetsu] Busca Pelo Poder Supremo [1/3]

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Ozzymandias

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Nome: Hiroshi Daisuke
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MensagemAssunto: [Fumetsu] Busca Pelo Poder Supremo [1/3]   Dom 19 Fev 2017 - 22:35

Citação :

- Acho que aqui... Está bom. - Sussurrou. Seu corpo estava gélido. A tempestade agora açoitava seu uniforme e cabelo quando ele manipulou seu chakra para abrir o selo hiraishin que o fez sumir da escuridão e reaparecer na enfermaria do Buraco. O ruído de seu corpo caindo e atingindo uma bandeja de instrumentos cirúrgicos acordou a todos na mansão de Kazuki. Assustado, o chefão apontou para que seus empregados chamassem o médico enquanto descia as escadas na direção da enfermaria. A porta logo se abriu e o clérigo de Jashin viu seu principal aliado todo machucado e ensanguentado no chão do lugar. - Seu idiota! Onde você se meteu agora? - Brincou com o moribundo, dando a entender que não fora a primeira nem será a última que seu colega chegaria naquele estado na enfermaria da mansão. Fazendo um certo esforço, o chefão carregou o outro até a primeira cama, depositando-o com certa violência. - Ei porra! Quer me matar? - Reclamou, largando à tapas as mãos do ajudante sádico.      

Daisuke ainda tinha os curativos quando desceu as escadas para visitar seu prisioneiro cego. Seus passos ecoavam pelos degraus cheios de musgo e fuligem das tochas que iluminavam precariamente o estreito corredor que levava às celas no subsolo da mansão. Preciso colocar alguns ratos para melhorar o clima do lugar. - O rapaz brincava consigo, arrancando um sorriso de seu rosto ainda cheio de curativos. - É você, seu desgraçado?! - Exclamava o único prisioneiro que habitava as catacumbas do Buraco. O tilintar das correntes indicavam seu movimento e assim que o captor chegou ao corredor das celas, os braços cadavéricos de Noburo se esticaram vibrando pelo ódio que sentia do antigo derrotado. O maldito tinha aproveitado os últimos suspiros de seu pai para conseguir atingi-lo no último momento. O Uchiha assassino só se lembrava de ter acordado acorrentado naquela cela imunda que se tornara seu lar por cerca de dois longos meses. Pelo menos era o que ele achava, já que perdera as contas dos dias há algum tempo.

- O que você quer de mim! - Noburo babava furioso.
- Calma cara... Logo te libertarei. - Sussurrou.

A voz de Daisuke pareceu atiçar ainda mais a fúria do homem cego, que rapidamente virou o rosto querendo encarar seu captor com seu rosto pálido, magro e sem olhos. Uma verdadeira encarnação da morte. Se o sujeito já estava com a aparência de um mendigo, agora parecia que ele era um morto-vivo, com uma grossa camada de sujeira que escondia as diversas cicatrizes mal cicatrizadas, além de vestir-se apenas com os mesmos trapos que assassinara o próprio pai na frente do Hiroshi. Ele parece ansioso para encontrar seu destino. - O nukenin pensou, já com um plano em mente. Em breve a sua vingança estaria completa. Os poucos homens que já o derrotaram sempre encontraram um destino cruel. Nero ainda era um vegetal, Lian estava morto e enterrado. Todos os piratas traidores agora jaziam no fundo do mar do sul e o último a desafiá-lo agora estava na sua frente. Fraco e sem forças para fugir. - Filho de uma puta! - Noburo se desesperava e tentava juntar seu chakra para realizar qualquer jutsu que fosse para poder escapar aquele lugar imundo, mas o selo preso em seu corpo o fez queimar.

O grito do prisioneiro ecoou alto pela masmorra, para o deleite de Daisuke que segurava uma bandeja coberta por uma proteção de alumínio. Parecia que algo luxuoso seria servido para o almoço e foi isso que surgiu quando o nukenin abriu a tampa. Rapidamente o aroma do salmão grelhado tomou se sobrepôs ao fétido odor de urina ressequida, fazendo com que o estômago faminto do encarcerado o traísse e roncasse alto em desespero. - Você me destratando logo hoje que lhe trouxe boa comida? - E Hiroshi soprava o suculento pedaço de salmão na direção do sujeito que salivou e quase se tossiu antes de suplicar pelo prato. As mãos sujas se esticaram no vazio tentando alcançar o manjar e após algumas tentativas agonizantes, Noburo finalmente conseguiu tocar o filé. Mãos ligeiras guiadas pela fome buscou o peixe, levando-o à boca com sofreguidão de alguém que não comia há quase cinco dias. O Uchiha estava faminto e não esperou para se saciar, rastejando para o fundo da cela, onde uma fraca fonte de água gotejava o suficiente para que ele não engasgasse.

- Melhor comer devagar, ou então terá indigestão. - Avisou em tom sarcástico.

Noburo não ouviu. Ele não queria ouvir mais nenhuma provocação do idiota traiçoeiro. Contudo, à medida que sua fome se esvaía, um arrepio estranho começava a percorrer seu corpo. Um gélido torpor que começava a lhe roubar o controle das pernas, cintura, braços, dedos... Tudo se tornou mais lento, sua mente ficava mais lenta. Desgraçado... Até que finalmente sua cabeça pendeu ligeiramente para o lado e o homem caiu lentamente no chão vitimado pelo medicamento injetado no alimento. Rápido, inodoro e eficiente. Daisuke prometeu a si mesmo agradecer ao médico por ter-lhe indicado o químico. Assim ele teria como manusear o corpo do Uchiha revoltado com mais facilidade. - Muito bem! Vamos à enfermaria para um pequeno procedimento! - Brincou ao abrir a jaula e agarrar o braço do homem imundo, arrastando-o em seguida para um pequeno lavatório no final do corredor das celas, onde duas criadas já os aguardavam com escovões para a limpeza. Rapidamente as escovas fizeram o serviço, seguido por sabão e finalmente o enxague. O Uchiha estava pronto para subir.

- Agora você está decente! - Comentou com sarcasmo.

As criadas abriram um sorrisinho matreiro enquanto viam o mestre carregar o magrelo pelado pelo corredor até sumir ao subir as escadarias em direção à enfermaria. Ansioso para ver o resultado. - Ele torcia olhando para Noburo desacordado, mas seus olhos não conseguiam desviar do peito nu do rapaz, que agora revelava um estreito ferimento adquirida pelo duelo com seu falecido pai, ainda avermelhado e com poucos pontos à mostra sob uma fina camada de pele. Aquela marca lhe trazia lembranças do duelo mais épico que tinha visto na vida. Afinal, não é todo dia que se vê um combate mortal entre pai e filho. Subindo o restante dos degraus distraidamente, com os pensamentos na luta que presenciara, Daisuke mau percebeu que já estava à frente da enfermaria, donde se podia notar várias vozes através da fina parede de madeira e papeis-de-seda. - Anda logo cara... O doador vai estragar se demorar ainda mais. - Agoniou-se o médico ao ver a silhueta do ninja através da parede semitransparente. Nesse momento a porta se abriu para revelar a sala de operações em pleno funcionamento.


CONTINUA...


Última edição por Ozzymandias em Seg 20 Fev 2017 - 2:03, editado 2 vez(es) (Razão : Sem razão especificada)
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