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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Filler] O Assalto à Realeza

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Ozzymandias

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Nome: Hiroshi Daisuke
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MensagemAssunto: [Filler] O Assalto à Realeza   Ter 7 Mar 2017 - 19:35

O contato deve ter deixado a porta aberta e, com os guardas do lado de fora, qualquer ruído que ela fizer os homens entrarão aqui. - Pensou o estrategista. Ele sabia muito bem que seu chakra estava se esgotando rapidamente enquanto mantinha o sharingan ativo e sem chakra ele não poderia sequer se defender. Estava numa situação bastante arriscada. - Megume... - Sussurrou como se aceitasse o papel de "fantasma". Soluçando, a moça franziu o cenho e se levantou à procura de algum intruso quando arregalou os olhos ao se ver paralisada. Nas sombras, Daisuke ofegava pelo esforço ao usar uma parcela de chakra para manipular o fluxo de energia no cérebro da moça com o "Genjutsu Shibari", fazendo-a permanecer paralisada enquanto retomava sua forma. O alívio que o nukenin sentiu ao desativar a transparência e se tornar tangível novamente foi libertador. Agora só tinha que manter a garota parada enquanto via a expressão apavorada em seu rosto. Foi uma precaução inteligente. - Concluiu ao perceber que os sentinelas sequer se mexeram do lado de fora. - Precisamos conversar. - Sussurrou. - Não vou te machucar.

Balançando os braços esticados, Daisuke sentia seu o suor descendo pela sua testa enquanto tentava amenizar a ansiedade da mulher. Pelo corpo, aquela conhecida sensação de queimação de quando seu chakra começava a secar, o nukenin cambaleou até a beira da cama da princesa, sentando-se pesadamente no colchão macio. - Quem é você? - Ela sussurrou, numa mistura de aflição e curiosidade. ainda bem que ela se controlou. - Bom... - O invasor então começou a contar rapidamente toda a história acontecida há cerca de dois dias. Da quase surra e do quase roubo que o futuro marido e futuro sogro foram alvos, além do lugar onde os preparativos do casamento estavam à toda. Ao ouvir isso, a noiva parou por alguns momentos em pensamentos e sorriu com ansiedade. - Vamos então. - Ela concordou com aqueles olhos castanhos. Levantando-se com certa pressa, Megume fez uma careta ao nukenin que percebeu a deixa e se virou para respeitar a privacidade enquanto ela parecia pretender trocar de roupa. Saco.

Tudo parecia transcorrer muito bem, e enquanto toda a atenção de Daisuke estava voltada aos sentinelas do lado de fora, um pressentimento percorreu sua espinha como um forte calafrio. Algo está... - Pensava ao se virar para a mulher que agora estocava uma tanto diretamente nas suas costas. - What the Fuck! - E com grande agilidade o ninja conseguiu jogar-se por cima da cama para amenizar o dano infringido nas costas. O sangue escorreu e todo o ruído de luta logo chamou a atenção dos homens do lado de fora que invadiram o quarto rapidamente. Ferido, o akatsuki ainda ofegava quando percebeu que Megume agora acabava de se transformar na mulher que os recebera no castelo. A guardiã parecia ter tomado de lugar com a princesa antes do ataque. - Chamas! - E esticando o dedo indicador à sua frente, Daisuke enviou chakra para o kanji que acabava de surgir no ar quando uma densa parede de fogo dividiu-o dos três que o cercavam, obrigando-os a se afastarem para não se queimarem. A fumaça começou a invadir o cômodo à medida que o fogo aumentava de proporção por causa dos inúmeros bichos-de-pelúcia. A situação se tornava mortal. Preciso fazer alguma coisa.

Minha reserva de chakra está baixa. Não sei onde está a princesa... O que fazer? - Já sei! - E o nuke concluiu o que faria num instante. Fechando os olhos e prendendo a respiração, Daisuke saltou contra a parede fumegante e caiu por cima da guardiã que se fantasiara de Megume. Surpresa com o ataque suicida, a mulher tentou sair da frente, mas Daisuke usou toda força de seu braço esquerdo para agarrar o uniforme dela, jogando-a contra a estante um ruidoso estrondo. A guardião gemeu de dor, terminando por atravessar o móvel à força para então cair e deslizar para dentro do quarto-do-pânico. Ainda bem que o informante não tinha mentido sobre isso. Então, aproveitando a inércia de seu rápido movimento, o Hiroshi acompanhou a mulher e também deslizou pelo estreito corredor escondido atrás da estante quebrada, quando só então rodopiou lateralmente ao invocar e arremessar uma kunai com toda força contra o botão vermelho afixada na lateral da parede metálica. O estalo do botão ativou uma grossa porta de aço que deslizou para a lateral e cerrou os dois dentro daquela câmara de proteção. Agora não tinham saída. Daisuke sabia que a essa hora todo o contingente do castelo estaria além daquela porta.

Com grandes queimaduras por todo o corpo, o nukenin retirava as últimas peças do uniforme apertado que ainda fumegavam para então se sentar à beira do bunker disposto a aguardar que a mulher retomasse a consciência. - Medidas drásticas para situações drásticas... Argh! - Tentava se convencer daquele movimento impulsivo e perigoso que acabou por salvá-lo por alguns momentos. Nesse momento a mulher gemeu e se debateu por alguns segundos. Seus olhos se abriram quando sentiu o cheiro ocre de carne queimada e logo percebeu que estava dentro do quarto-do-pânico. O lugar não tinha móveis. Apenas um cubículo coberto por titânio com um filtro fixado à parede e algumas caixas de ração suficiente para que os protegidos resistissem isolados por alguns dias. - A princesa... Não está aqui. - A guardiã rompeu o silêncio. Não era preciso ser tão inteligente para saber que ela falava a verdade. Daisuke também sabia que a informação de sua investida tinha vazado e por isso a guardiã o esperava para matá-lo. Depois de matar a megera, eu procuro aquele informante. - Comprometia-se quando viu que a mulher tentara se levantar, mas as costelas quebradas não lhe permitiram.

- Nunca falarei onde ela está! - Gemeu com ódio, mau sabendo que aquela frase tinha selado seu destino. Afinal... Se ela nunca me dirá a localização, significa que ela sabe mas não falará. O inteligente estratega sorriu e chamou a atenção da mulher que, ainda deitada, virou o rosto e encarou seu olho vermelho. E antes que ela percebesse o que se passava, Daisuke já enviava algum chakra para manipular seu cérebro à procura de suas lembranças recentes. Passando pelas memórias da guardiã, o nukenin começou a rever o que acabara de acontecer e à medida que se aproximava, as memórias começavam a se tornar mais fracas devido a limitação do chakra e do próprio genjutsu. Vamos lá... Vamos lá... Achei! - E enfim a imagem da mulher se despedindo da princesa surgiu à sua frente. Buscando mais informações, o rapaz percebeu que seu alvo saíra do castelo há cerca de três horas diretamente para a estação de trem instalada nos fundos do castelo. Seu destino? Kumogakure. E pela hora avançada ela alcançaria a Vila Oculta da Nuvem em poucas horas. Lá, ela estaria fora de seu alcance. Ele precisava agir agora.

Desfazendo o jutsu, o ninja logo começou a calcular em sua mente as coordenadas de onde queria ressurgir. - Até logo. - Despediu-se da guardiã que ainda se debatia dolorosamente querendo se levantar. Nesse momento seu mangekyo começou a deformar o espaço à sua frente e como um passe de mágica Daisuke sumia da proteção do bunker para cair exausto no frio metal dos trilhos. O lugar estava escuro e coberto por uma neblina gelada que incomodava ao tocar em suas queimaduras. Suas costas ainda gotejavam sangue enquanto suas mãos estavam apoiadas nos cascalhos que protegiam os trilhos quando o chão tremeu. Dentro da neblina, o nukenin ainda conseguia ver um facho de luz e o ruído daquele monstro à vapor se aproximando rapidamente. Cheguei em tempo. - Então, esforçando-se para se movimentar, o homem ferido invocou uma kunai, arremessando-a com toda força numa trajetória rente ao que esperava ser o teto dos vagões. Um tiro de sorte era tudo o que queria. A kunai atravessou a cortina natural e quando o trem estava para atropelá-lo, Daisuke usou mais uma parcela de seu chakra quase escarço para teleportar-se exatamente onde queria. Vosh!

Seu peso logo fez com que o teto da casa-de-máquina ranger, mas o barulho era tão ensurdecedor que nem o maquinista, muito menos seu ajudante, perceberam sua intrusão. O vento zunia alto em seu ouvido. Seu suor agora era enxuto pela velocidade, mas seu sangue ainda vertia e logo o ajudante percebeu que um líquido vermelho e viscoso escorria do teto até a janela. - O que é... - Dizia a si mesmo quando o poderoso braço de Daisuke saiu da escuridão para puxá-lo com toda força para cima. Contudo, o maquinista parecia estar tão concentrado no que fazia que nem percebeu que o companheiro tinha sumido e retornado com um semblante pálido e preocupado. - O que aconteceu, Kaoni?! - Gritou o maquinista, tentando sobrepujar sua voz ao do trem. O garoto não lhe respondeu, apenas se virou para mostrar uma tarja explosiva presa em suas costas. O maquinista ainda fez menção de tirá-la, mas Kaoni não esperou e se agachou para acionar a alavanca de emergência que desconectava a locomotiva do restante dos vagões. Chiiiiii! E a locomotiva começou a ganhar distância dos vagões que desaceleravam a cada segundo. - Agora é só encontrá-la. - Sussurrou o nuke, saltando com agilidade por entre os vagões vazios.

Quase sem forças, Daisuke cambaleava sob o teto dos vagões à procura de alguma janela contendo alguma iluminação quando finalmente suas preces foram atendidas. - Parece que estamos parando. - Comentou um homem ao colocar a cabeça para fora da abertura. Nesse momento o nukenin agiu. Arremetendo o punho com toda força remanescente contra o teto, o ninja quebrou a madeira que o separava do interior do vagão e percebeu que havia dois guardiões e duas mulheres sentados nas poucas poltronas elegantes e acolchoadas. Sua intrusão pareceu tê-los pego de surpresa, pois o homem que tentava verificar se o trem parara foi logo atingido por um forte chute lateral nas nádegas, acabando por derrubá-lo fora do trem ainda em movimento. Surpresas com o que houve, as mulheres gritaram e começavam a se levantar enquanto o segundo guardião as guiava para os fundos do vagão. - Não tenho tempo pra isso! - Enfurecia-se ao utilizar o antebraço esquerdo para bloquear a estocada da espada do terceiro segurança, sendo logo respondido por um forte gancho de direita. Bumf! - E o guardião desmaiou com o impacto na mesma hora. - Ele está vindo! Corram! - Gritou o último guardião, esperando o ninja no corredor do vagão.

E nesse momento, Daisuke invocou duas kunais. Uma delas possuía uma tarja pegajosa, enquanto a outra, um selo hiraishi. Fazendo uma rápida mira e compensando o balançar do vagão desacelerando, o akatsuki arremessou as duas armas para que se chocassem no meio do caminho. O estalo do metal criou uma rápida faísca logo à frente do guardião que se surpreendeu ao ver que seu oponente usava a kunai para se teleportar já a sua frente. Elevando o joelho com fúria, o nuke atingiu o último segurança numa forte joelhada que elevou o corpo do sujeito até o teto quebrado. Enquanto isso, a outra kunai atingia a soleira da porta de saída do vagão onde Megume e a criada acabavam de passar. Splosh! - E as duas foram engalfinhadas pelo líquido pegajoso a ponto de não mais conseguirem se mover. A mulher agora estava a sua mercê. - Por favor, não me mate! - Desesperava-se a noiva ao notar a aproximação do algoz. Mas Daisuke já sabia que ela ficaria feliz assim que ele contasse sua história. O problema é que ela teria que providenciar um penteado mais ousado para compensar toda aquela coisa entranhada nos seus cachos. - Toneri ficará feliz em saber que sua noiva está a caminho. - Sussurrou no ouvida da garota.


CONTINUA...
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