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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 STB 2x1: Kamus e Rhina VS Sai

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GhosTTerroR

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MensagemAssunto: STB 2x1: Kamus e Rhina VS Sai   Dom 24 Set 2017 - 7:49

Estive indeciso neste 1o teste se colocava aqui ou nos duelos... mas para já pode ser aqui...

De um lado Kamus e...

Personagem: Uchiha Rhina
Equipa: Companheira
Ninjutsu: 12
Taijutsu: 7
Kenjutsu: 1,25
Genjutsu: 9
Selos: 3,5
Força: 8
Agilidade: 7
Controlo de Chakra: 9
Raciocínio: 7
Constituição: 7

Do outro...

Personagem: Sai
Equipa: Adversário
Ninjutsu: 24
Taijutsu: 9,25
Kenjutsu: 17
Genjutsu: 5,25
Selos: 9
Força: 8
Agilidade: 20
Controlo de Chakra: 23
Raciocínio: 11
Constituição: 14


Finalmente, lembro que deve respeitar as habs do Sai e que não poderá usar os seus ninjutsus mais fortes (qualquer dúvida consulte as regras STB ou coloque no tópico de dúvidas).

Hajime!!!
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Kamus

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MensagemAssunto: Re: STB 2x1: Kamus e Rhina VS Sai   Seg 2 Out 2017 - 5:18

Spoiler:
 

– Que coisa esquisita – repetia Rhina enquanto balançava o pequeno pergaminho num gesto meio enfezado.

Kamus deu de ombros à amiga. A situação era mesmo bastante curiosa. Naquele dia, um pouco mais cedo, os dois estavam caminhando tranquilamente em direção à clareira no interior de Konoha onde tinham o hábito de treinar juntos, quando avistaram do céu aquele borrão branco contornado por linhas negras se aproximando vagarosamente. Logo que estava mais perto, eles puderam divisar o que parecia ser não exatamente uma pomba, mas como que o desenho do pequeno pássaro tirado do papel e agindo como se tornado à vida – embora, evidentemente, não aparentasse ter qualquer autonomia sobre si. Rhina quis logo destruí-lo com algum jutsu katon. Impulsiva que era, encarou-o de imediato como ameaça. Mas bastou que Kamus mostrasse para a amiga algo que ela não tinha visto de imediato – um pequeno pergaminho que a pomba trazia nas garras – para que ela mesma se controlasse.

A Uchicha e o Hyuuda já se conheciam tão bem, em termos de estratégias pessoais e habilidades ninjas, que não foi necessário qualquer tipo de verbalização para que eles colocassem em ação uma ideia muito básica. Em primeiro lugar, Kamus levou sua mão direita à frente do próprio rosto e a armou com destreza no selo da cobra. Uma ligeira pulsão fez com que seus olhos translúcidos ganhassem densidade. Em torno deles, ramificações de veias se projetaram na superfície da pele, por onde um potente fluxo de chakra alimentava seu byakugan. Quando sua visão expandida alcançou a pequena pomba ainda pairando no ar à distância, Kamus franziu o cenho.

– Ela é feita de tinta e chakra, Rhina – ele avisou à amiga. – Mas tem alguma coisa no interior dessa pomba que não pertence ao seu corpo... – Forçou mais a qualidade da sua visão, intensificando o fluxo de chakra no byakugan. – É uma forma retangular... mas ainda não consigo identificar...

Ao olhar de novo para Rhina, ele deu de cara com sua íris inteiramente tingida de um vermelho escuro, exceto por um pequeno tomoe orbitando em torno da pupila. Ela sorria.

– É um explosivo, com toda certeza – ela sentenciou. – O pergaminho nos põe desprevenidos, mas quando a gente tocar nele o explosivo vai se ativar.

Depois de uma rápida hesitação, Kamus assentiu. Fazia sentido. E sabia muito bem que não se tratava da visão do sharingan de Rhina, que nem sequer era capaz de avançar para analisar meticulosamente a pomba. Embora de modo bastante estranho, aquilo era apenas uma demonstração do esperto raciocínio intuitivo a que sua amiga às vezes tinha acesso. Kamus ainda não compreendia a situação com tanta clareza, mas percebeu que o sharingan ativado de Rhina era uma declaração de que ela tinha alguma ideia em mente, e não era ficar estática aguardando a explosão.

– Certo, é uma armadilha, mas ao mesmo tempo aquele pergaminho pode conter uma mensagem importante – pontuou o Hyuuga, mais para si mesmo. – Você quer arriscar?

– A explosão não vai ser forte, percebe? A concentração de chakra ali é quase nula. – Rhina sorria largamente, parecia encarar aquilo como um desafio. – Você não percebe, Kamus? O pergaminho é a única coisa ameaçada pela explosão.

Temos que impedir que o pergaminho seja incinerado, Kamus percebeu de súbito.

– Você é mais rápido – disse Rhina ao reconhecer o sinal de compreensão na face do amigo. Tirou uma shuriken da pequena bolsa lateral em sua cintura. – Eu arranco o pergaminho dos pés da pomba e você o tira do campo de explosão da bomba.

O jovem Hyuuga olhava fixamente para o pequeno pássaro se aproximando quando assentiu com a cabeça para Rhina. Sabia que ele corria maiores riscos de ser atingido e que as ideias da amiga eram perigosamente insensatas às vezes. Mas também confiava em suas próprias habilidades e sabia que a menina ao seu lado não vacilaria em colocar-se no lugar dele caso fosse necessário. Essa é a nossa melhor chance, na realidade, foi o que Kamus percebeu. Com o sharingan ela poderá prever com precisão o melhor instante para lançar a shuriken, e é aí que minha agilidade entra em ação. Nesse instante, a pomba estava a cerca de vinte metros dos meninos e a uma altura confortável para saltar. Kamus arrumou a postura do seu corpo.

– Não hesite nem por um segundo, Rhina – ele disse.

Com os músculos das pernas flexionados, Kamus pressionou os pés contra o chão e se lançou à frente com um forte impulso. As pernas acompanharam a velocidade imposta pela força da saída, movendo-se numa agilidade de hábil desenvoltura – quanto mais velocidade ele acumulasse, melhor. Confiando na precisão da amiga, tentou se concentrar apenas no alvo à sua frente. Enquanto corria em direção à pomba, ele começou a espalhar chakra pelo corpo, controlando-o para usar apenas no instante exato. Quando ela estava ao seu alcance, ele deu um rápido saltou. Sem hesitar, levantou sua mão direita para retirar o pergaminho que ela carregava nas garras. Sua mão estava a meros centímetros de tocar o pergaminho quando uma shuriken passou zuningo sobre ela e dilacerou as patas do pequeno pássaro de tinta. O pergaminho pairou no ar, sozinho, somente por alguns milésimos de segundos antes da mão do garoto agarrá-lo com força. Movimento contínuo, Kamus utilizou o chakra que havia acumulado e controlado durante a corrida para lançar-se o mais longe possível com a velocidade vultuosa do Shunshin no Jutsu. Sentiu uma fraca ardência se espalhar pelo braço antes de desaparecer numa lufada de fumaça. No instante seguinte, um tanto descontrolado, caiu rolando no chão de terra, de onde por fim assistiu as brasas da pequena explosão se expandir e sumir no ar. De fato, pensou Kamus confirmando a teoria da amiga, o alcance da explosão não ultrapassou sequer um metro, só servia para queimar o pergaminho.

Rhina surgiu sobre ele com um sorriso e estendeu o braço para ajuda-lo a se erguer. Em pé e depois de verificar o estado do próprio corpo à procura de ferimentos, Kamus se pôs ao lado da amiga, que já fitava o pergaminho aberto diante de si.

– Olha isso – ela sacudiu o pergaminho na cara do Hyuuga. – Que coisa esquisita:

Hyuuga Kamus e Uchiha Rhino,
Parabéns. Teste bem sucedido.
Vocês foram convocados para um treinamento especial.
Compareçam à Arena de Konoha imediatamente.
Ass.: Yamanaka Sai

*


O casal de amigos cochichava com excitação sobre aquela súbita quebra em suas rotinas. Rhina, na realidade, admitiu ao amigo que não fora pega tão desprevenida quanto parecia. Já corria na vila um boato de que alguns gennins estavam aleatoriamente sendo convocados por shinobis mais experientes para treinamentos “secretos”. A garota não sabia com exatidão do que se tratava, mas as más experiências de que ela tinha ouvido falar a colocaram bastante cabreira. Por isso, aliás, foi tão simples para ela perceber a pomba como uma armadilha.

Tênues ecos de passos começaram a ressoar na arena de batalhas de Konoha, calando o falatório dos meninos. Os dois olharam simultaneamente para o corredor escuro de onde viera o som, ariscos. Um homem alto surgiu da escuridão, o corpo esguio caminhando com elegância. Trajava um conjunto de roupas pretas, calça comprida e camiseta terminando à altura do abdômen. Os cabelos escuros emolduravam o rosto pálido carregado com uma expressão de neutralidade pétrea. Mesmo que Kamus e Rhina nunca tivessem tido contato direto com Sai, a figura era indubitavelmente reconhecível. Como um dos protagonistas da Quarta Guerra Mundial Shinobi, toda geração jovem conhecia e nutria um quê de admiração por ele.

– Obrigado por terem comparecido a esta convocação imprevista – agradeceu o homem com um sorriso repentino, surpreendendo a dupla de amigos. – Ah, e me desculpem pelo explosivo! – riu-se de si mesmo, os olhos apertados com a expansão do próprio sorriso.

– Você podia ter nos ferido. – Rhina cuspiu, avançando um passo na direção de Sai, desafiadora.

Kamus encolheu de vergonha alheia. Conhecia a amiga há muito tempo, mas nunca se acostumava com seus impulsos afrontosos. A garota era uma legítima encenadora. Na realidade, ela não dava a mínima para o suposto perigo do teste do explosivo, mas fazia questão de iniciar aquela relação simulando sua provocante postura de arrogância e prepotência, ainda mais por se tratar de uma pessoa socialmente “importante”.

– Erhm – Sai grunhiu, levando seu braço direito à nuca e encolhendo-se ligeiramente numa risada desconcertada diante da provocação da garota. – É que eu precisava de algum critério para selecionar os gennins aptos a participar deste treinamento. Mas de modo algum colocaria a vida de vocês em perigo. Além de tudo, eu os observei durante todo o processo.

– E qual a finalidade disso, afinal? – ela inquiriu, quase cortando-o.

– É uma ideia recente, ainda em teste. O conselho das vilas esteve discutindo um projeto que diz respeito a oferecer treinos particulares a alguns shinobis mais novos. A intenção é simples: prepara-los para enfrentar inimigos poderosos que possam ameaçar o mundo. Daí que me surgiu vocês dois na cabeça. Fazia um tempo que eu reparava em suas dedicações aos treinos. Achei que eram dignos. E o sangue frio no teste do pergaminho provou isso. Por isso os convoquei. O que acham?

– Temos apenas de lutar contra você? – Kamus interferiu no diálogo. Estava ansioso para dar início a o que quer que fosse aquilo.

– Por hora, sim. Mas a intenção é que essas simulações de batalhas ocorram de modo mais "inesperado", sem tantas explicações e planejamentos. Visto que os desastres para os quais queremos prepara-los não pede licença, faz parte do treinamento lidar com adversários e situações imprevisíveis. – Dito isso, Sai começou sutilmente a mudar a posição do seu corpo. – Hoje é apenas um passo inicial. Encarem como um teste, o verdadeiro teste. – Agora era evidente, sua postura era um convite a batalhar. – Prontos?

Durante os últimos segundos da sua fala, os próprios corpos de Rhina e Kamus foram quase que involuntariamente se reorganizando, como que pressentindo por instinto a ameaça contida no gesto de Sai. Kamus estava exultante; adorava a ideia de aprimorar suas habilidades tendo que enfrentar pessoas não só esmagadoramente mais poderosas, mas que já haviam vivenciado na pele confrontos realmente sérios, de magnitudes que ele mal conseguia conceber. Rhina tinha seu ar de inflexibilidade, mas no íntimo estava sedenta por experimentar seus poderes em shinobis habilidosos.


Os dois amigos não responderam verbalmente, mas, lado a lado, também se posicionaram para lutar. Tenso, Kamus virou seu rosto para encarar a amiga, a expressão petrificada. Na face de Rhina, no entanto, um sorriso quase bestial havia desabrochado. Ela fez um leve meneio com a cabeça, como que instigando o companheiro a dar tudo de si. Em resposta à voracidade de Rhina, um sorriso também feroz rebentou no rosto de Kamus, retomando sua própria confiança. Sai, percebendo toda essa movimentação de ânimos entre seus adversários, não aguardou a iniciativa deles: rompeu numa corrida direta, lançando duas kunai a sua frente.

Kamus não hesitou. Sabia que investir em seu trabalho em equipe com Rhina era a única possibilidade que eles tinham de conduzir aquela batalha a um desenvolvimento proveitoso. Num movimento ágil, deslizou seu corpo à frente da amiga. Agitou suas reservas de chakra, conduzindo uma quantidade equilibrada que concentrou-se nas suas mãos, como uma blindagem. Com a Shukuken devidamente armada e posicionada, Kamus articulou os braços num rápido giro absolutamente sincronizado, rebatendo as kunais para os lados. Sai ainda estava correndo na direção dos garotos quando Rhina surgiu num vulto, saltando sobre os ombros de Kamus. Com os dedos da mão direita fechados no formato de um anel a frente de sua boca, a garota terminou de inflar seu peito e então cuspiu uma enorme bola de fogo, que avançou na direção de Sai. O homem até tentou desviar, mas estava próximo demais, e o Katon: Gokakyu no Jutsu engoliu seu corpo por inteiro.

Quando a bola de bolo for fim aplainou ao se chocar contra a muro de concreto da arena, Kamus e Rhina viram uma longa mancha de tinta derretida se espalhando sobre o chão onde supostamente devia estar o corpo de Sai. Antes que Kamus tivesse tempo de ativar o byakugan para localizar o verdadeiro Sai, um enorme tigre branco contornado pelos traços negros de tinta saltou sobre os garotos. Tentando abocanhar Rhina, o animal pousou com as patas sobre as costas de Kamus, que desmontou no chão sob o surpreendente peso. A Uchiha foi um pouco mais veloz e, saltando dos ombros do companheiro, escapou por um triz dos dentes da fera de tinta.

Ato contínuo, Rhina girou sobre o calcanhar e começou a lançar uma saraivada de shurikens no tigre que prendia Kamus ao chão. Diferente da pequena pomba anteriormente confrontada por eles, no entanto, as pequenas ferramentas de ferro não surtiam nenhum efeito: cravavam-se superficialmente na consistência gelatinosa do tigre e logo em seguida caiam inertes no chão. Um som sôfrego escapou num rompante pela boca de Kamus – o peso do tigre tornava quase nula a quantidade de ar que o garoto era capaz de inspirar.

Rhina olhou-o com um traço de desespero. De onde estava, começou a inspirar outra dose de ar, as mãos preparando os selos do jutsu katon. Mas não foi suficientemente rápida: num átimo, Sai surgiu diante da garota e a atacou com sua tanto. Impedida de concluir o jutsu, no susto ela desviou do corte da lamina. Tirando duas kunais da bolsa em sua cintura, ela se atracou contra Sai numa batalha de kenjutsus.

Kamus ainda se concentrava apenas em tentar respirar quando, com a face esquerda apoiada no chão, percebeu com o canto do olho que o tigre de tinta armou seu pescoço para dar um bote na cabeça do garoto. Desesperado, e quase sem perceber o que fazia, Kamus encheu suas mãos com uma enorme quantidade de chakra, deslocando o braço direito num rápido impulso instintivo para defender-se do ataque do tigre. A mordida atingiu em cheio a Shukuken do garoto. Com gratidão, Kamus percebeu que a cabeça do animal retraiu-se instantaneamente. Com o canto do olho, ele viu que o desenho da mandíbula do bicho havia se desconfigurado, tornando-se um borrão indistinto que logo em seguida começou a se auto-reconstituir.

O jovem Hyuuga tinha o coração a palpitar descontrolado no peito. Sentira medo. Mas, naquele instante, a única coisa que esse medo desencadeou nele foi fúria. Sem permitir que o tigre terminasse de se regenerar, e com muito esforço, por conta do peso que o impedia de se mexer e se concentrar com liberdade, Kamus conduziu ondas chakra às extremidades de seus braços, transformando sua natureza em raiton na medida em que se acumulava. Por fim, de suas mãos se materializassem dois grandes chicotes de raio. Em movimentos desconfortáveis e meio travados, ele esticou seus dois braços para frente, rentes ao chão, e então dobrou os cotovelos simultaneamente para trás, controlando para que os chicotes do seu Ikazuchi no Michi laçassem o pescoço da fera de tinta. Com o choque, o tigre de Sai vacilou, erguendo-se nas patas traseiras para fugir ao chicote. Kamus aproveitou o momento para se afastar. Rolou no chão, saindo do alcance da fera e ofegando com força para retomar controle de si.

Pôs-se em pé, os olhos fixos na fera, que também já estava terminando de se reconfigurar. Kamus estava espantado, esperava que com o choque o animal se desfizesse num lamaçal de tinta. Mas este tigre tinha uma resistência bem superior a dos outros jutsus criados por Sai. Evitando abrir brechas para ser pego desprevenido, Kamus segurou o selo da cobra na frente do seu rosto, reunindo chakra no seu sistema ocular para ativar o byakugan. Logo em seguida, continuou a dobrar com cuidado a composição interna do seu chakra, conduzindo-o desta vez para estimular os nervos que controlavam o crescimento das unhas da sua mão. Em questão de segundos, o Tsume Souken fez com que, do topo de seus dedos, as unhas começaram a se alongar, tomando uma forma circular que ia se afinando até terminar três ou quatro centímetros a frente numa extremidade pontiaguda. A espessura e consistência da unha também se alteraram drasticamente, a ponto de Kamus quase ouvir soar um zunido de metal quando flexionou os dedos.

Reconstituído, o animal não cedeu mais tempo para o garoto se recompor. Rosnando enquanto mirava-o com fúria, o tigre correu em sua direção, os dentes afiados à mostra na mandíbula aberta. Kamus ainda tinha a respiração descompassada, mas não recuou. Vamos brincar de ser selvagens, pensou num leve tom de ironia. Não aguardou que o tigre o alcançasse: recorrendo à força dos músculos já bem oxigenados, Kamus se lançou numa corrida veloz, enfrentando-o frente a frente. O tigre avançou com o pescoço, a boca escancarada. Com desenvoltura, o garoto agachou no último instante, evitando a mordida do bicho. Estrategicamente posicionado embaixo do corpo da fera, Kamus cruzou seus dois braços acima de sua cabeça, os dedos armados como garras. Com toda a potência de sua força, brandiu os braços num rápido movimento diretamente contra o pescoço do tigre, mas apenas para se decepcionar novamente: embora as garras entranhassem na espessura gelatinosa do corpo do animal, a textura da tinta ainda oferecia uma resistência descomunal, de modo que foi impossível para Kamus conseguir finalizar dilacerando seu pescoço. Profundamente cravadas na tinta, o jovem Hyuuga ainda tentava se desvencilhar quando foi atingido na lateral esquerda da cabeça por uma forte patada do tigre, que o lançou rolando no chão.

Uma dor lancinante tomou seu ouvido, pondo-o levemente atordoado. Mas, se esforçando para não abrir outra brecha, ele espalmou suas mãos no chão logo que se pôs a rolar, usando a força de seus braços para retomar o controle sobre seu corpo num impulso que o lançou ao alto. Quando enfim pousou, alguns metros à distância do tigre, Kamus já tinha seus pensamentos inteiramente direcionados para a resistência daquele jutsu de tinta. Sentia um quê de exasperação, e o zunido da patada em seu ouvido apenas agravava a situação. Já havia usado uma boa quantidade de jutsus e ataques na fera, mas os efeitos eram ineficazes e facilmente restaurados. O Hyuuga se pôs a raciocinar, tentando impedir que fosse tomado por uma sensação de impotência. Se ao menos pudesse trocar de adversário com Rhina... com a visão periférica do byakugan, o garoto acompanhava a luta difícil que a amiga também travava com Sai. Mas as investidas do tigre, tanto quanto as de Sai, eram todas orientadas para impedir que os dois gennins pudessem se ajudar.

Enquanto se esforçava para raciocinar, analisando com mais calma todo seu repertório de ideias, Kamus decidiu focar apenas em se manter desviando das ofensivas do animal, o que se provou razoavelmente simples. O bicho era até rápido, mas seus movimentos eram simples e repetitivos, diferente do garoto, que tinha lá sua inteligência corporal para confabular seus próprios malabarismos. Dispersando com certa destreza pequenas porções de chakra ao longo de seus membros, Kamus se valia do Kinobiri no Jutsu para realizar uma série de movimentos, deslocando-se em ágeis saltos e fixando-se no dorso da fera.

Num desses momentos, repassando a luta na cabeça, lembrou que a palmada de Shukuken tinha sido o ataque mais efetivo que ele tinha usado até o instante contra o tigre. Um lampejo o acometeu: havia um complexo sistema de chakra sustentando aquele amontoado de tinta como uma criatura animada. A visão do seu byakugan provava isso desde o início, mas o garoto em instante algum apostara em coisa tão óbvia. Era a resposta. Desta vez, diante de outra investida do tigre, Kamus executou uma simples e rápida esquiva lateral. Olhou para suas mãos enquanto manipulava uma carga de chakra em torno delas, observando com atenção a fina camada azul da Shukuken também recobrindo as garras do seu Tsume Souken. No seu rosto brotou um sorriso malicioso. O tigre avançou novamente, incansável. O pulo de Kamus o colocou sobre a coluna do bicho; ali, ele virou para mirar direto no crânio, sobre o qual suas palmas desceram, implacáveis, como duas lanças afiadas. Os braços de Kamus penetraram profundamente, fazendo escorrer fios de tinta. O tigre ficou estático por um segundo antes de se desfazer em fumaça.  

*

Rhina lutava a sua própria guerra. O fio de sangue descendo pelo nariz e os hematomas espalhados no rosto demarcavam a dificuldade da briga. Também havia um pequeno corte no seu braço esquerdo de onde transbordava um pouco de sangue. Ela ofegava, o busto contraindo descontroladamente, mas mantinha a postura, forçando continuamente o combate contra Sai.

Quando por fim se viu livre do tigre feito com o Chōjū Giga de Sai, Kamus se preparou para ajudar a amiga. Naquele instante, o homem de cabelos negros se atracava em Rhina com velozes investidas de sua tanto, diante da qual a garota recuava, um tanto exausta, defendendo-se sofregamente com a kunai. Sorrateiro, Kamus dispersou chakra Kinobiri nos pés e se lançou numa corrida pela parede. Ao se aproximar pelo alto dos lutadores que se enfrentavam, ele saltou num rápido impulso, encolhendo o corpo que girou com velocidade, como um disparo de canhão. Com o byakugan ainda ativado, viu com minúcia o momento em que seu corpo estava quase para atingir Sai, que percebeu o movimento do garoto e virou para recebê-lo. Já antecipadamente preparado, num átimo Kamus saiu de sua posição fetal e, ainda no ar, utilizou o Shunshin no Jutsu apenas para deslocar sua posição alguns centímetros à direita de Sai. Diante da pequena brecha na defesa do homem, o Hyuuga direcionou toda a pulsão da velocidade do seu corpo num chute potente na mão em que o homem segurava sua tanto.

Com a força do chute, o pulso dele cedeu, e a lâmina voou para longe. Tentando explorar o sucesso de seu ataque, Kamus mirou um soco no peitoral do seu adversário. Mas Sai já havia retomado o discernimento e, agarrando o garoto pelo braço, jogou-o no chão. Kamus se recolocou em pé no mesmo instante, evitando quaisquer brechas. Estava já um pouco cansado, mas ainda lhe restava uma boa dose de energia e chakra para realizar movimentos que desafiassem o ninja experiente.

– Descanse um pouco – disse Kamus, lançando um olhar rápido para Rhina.

No segundo seguinte, ele avançou sobre Sai. Com as unhas da sua Tsume Souken já recolhidas (já que era necessária uma constante manutenção de chakra para mantê-las grandes e resistentes), Kamus estava armado apenas com a fina camada de chakra da sua Shukuken nas palmas das mãos. Movimentando-se com o estilo de combate Hyuuga, o Juuken, começou a desferir palmadas um pouco aleatórias em Sai, testando de início a desenvoltura do adversário. Não demorou para perceber que, embora um lutador competente, taijutsu não era de modo algum um dos seus domínios mais invejáveis. Mas ágil, Sai manteve-se desviando e evitando sem falhas as palmas de chakra. Quando achou que ele tinha se acostumado com aquele ritmo de ataque, Kamus pôs sua estratégia em execução: depois de uma palmada comum, desarticulou por completo sua postura anterior, girando sua perna direita num veloz pontapé com toda sua força na direção da cabeça de Sai. O ninja experiente se surpreendeu, mas conseguiu evitar um ferimento se defendendo com os braços. Sem hesitar, Kamus continuou a execução do Konoha Daisenpu, agachando-se e levando sua perna num giro rápido contra as panturrilhas de Sai, que o derrubou instantaneamente no chão.

Kamus se afastou, ofegando. Seus elementos surpresa tinham acabado. Agora era continuar o duelo com tudo o que tinha. Enquanto se recompunha do cansaço causado pela sucessão de movimentos que havia executado contra Sai, observou que o homem o fitava intensamente à distância. Kamus sentiu um ligeiro calafrio. Tentava se acalmar quando uma dor lancinante espalhou pelo seu corpo a partir das costas. Grunhiu de dor. Uma gota gelada de suor escorreu por sua face com o terror que o tomou ao virar a cabeça e ver que era Rhina quem havia o apunhalado pelas costas com uma kunai. Ela sorria friamente.  O coração do garoto retumbava descontrolado, a mente estilhaçada em confusão. Uma emboscada? Mas não fazia o menor sentido. Kamus apalpou seu rosto, sentindo ainda mais desespero ao perceber que perdera por completo a visão de 360º do seu byakugan. A kunai em suas costas moveu-se num rompante, entranhando ainda mais em seu corpo. O garoto debruçou sobre si, cuspindo sangue. Queria correr e gritar, mas não conseguia se distanciar um centímetro que fosse. Estava inspirando fundo, tentando controlar a enorme dor, quando Rhina curvou-se sobre seus ombros, roçando a nuca com o queixo.

– Kamus, preste atenção. Isto é um genjutsu. – Sua voz saia sussurrada e pausada, como se falar lhe custasse um esforço enorme. – Porra. Acorda.

O Hyuuga estava ainda em choque. Era óbvio demais. Ele não tinha aptidão nenhuma em genjutsus, mas aqueles eram sintomas claramente provocados pela visão do Magen: Narakumi no Jutsu. Sem delongas, começou a repassar na mente suas memórias das aulas na academia ninja, lembrando que o Genjutsu Kai se tratava majoritariamente de uma técnica de controle de chakra. O corpo de Rhina ainda estava no mesmo lugar, segurando a kunai encravada nas suas costas, mas ela mantinha-se inteiramente estática. Rhina devia ter usado seu sharingan para adentrar o genjutsu do Sai, mas era incapaz de desativá-lo sozinha. Com tudo isso em mente, Kamus concentrou-se, domando a movimentação interior de seu chakra para que ele se tornasse ínfimo, levando-o quase à imobilização. Em seguida, num rompante, ele estimulou seu chakra numa explosão em direção ao seu sistema ocular:

– BYAKUGAN! – gritou.

O cenário mudou no mesmo instante diante de seus olhos. Ele encontrava-se parado no mesmo lugar, as costas intactas. Ao seu lado, Rhina lhe lançou um sorriso com o canto da boca. Estava estática. Alguns metros a frente, Sai estava do mesmo modo. Era uma batalha de genjutsus: a experiência dele contra a habilidade congênita dela.

Kamus decidiu se aproveitar da situação para desferir golpes realmente decisivos no adversário. Avançou, as pernas ágeis, as mãos novamente cobertas pelo chakra da Shukuken. No entanto, ainda a meio caminho de alcançar seu alvo, ele foi surpreendido por movimentos de Sai, que retirou um pergaminho da sua cintura no qual traçou rápidas pincelas.

– Chōjū Giga – ele murmurou.

No segundo seguinte, uma enorme cobra negra se materializou. Veloz, começou rastejar em direção aos gennins. Kamus recuou no mesmo instante com alguns ágeis mortais para trás. Atrás de si, viu Rhina terminar de executar selos e exclamar:

– Katon: Gōkakyū no Jutsu.

A garota ofegava, exausta, mas tinha conseguido realizar uma bola de fogo com potência suficiente. Como um jato, a chama avançou, tragando por inteiro o corpo da cobra. No segundo seguinte, estarrecidos, os amigos viram a serpente sair ilesa do ataque. Kamus saltou para longe, evitando seu bote. Sem contestar, ela continuou seu percurso, enrolando-se velozmente em torno de Rhina, que estava cansada demais para esquivar.

A garota soltou um pesado grunhido de dor na mesma hora, os olhos apertados, vacilando. A cobra parecia contrair sua vitima com muita força. Kamus não hesitou: sabia muito bem o que devia fazer. Direcionou-se à cobra que sufocava sua amiga, estacando a cerca de um metro de distância. Ali, organizou a postura do seu corpo com destreza: de perfil em relação à oponente, ele fez uma ligeira abertura com as pernas, flexionando levemente o joelho esquerdo; os braços se estenderam completamente, o esquerdo abaixando-se rente à perna flexionada, o direto erguendo-se para o outro lado, à altura de sua cabeça. Neste momento, pulsionou a capacidade ocular de seu byakugan ao máximo. Soturno, ele proferiu num sussurro:

– Hakke Ni Sho. – Imperceptível a olhos destreinados, executou duas estocadas com os dedos contra o corpo de tinta da cobra. – You Shou. – Acostumando-se com a intensidade da velocidade, ele desferiu mais duas dedadas. – Hachi Shou – Desta vez com a velocidade redobrada, mais quatro golpes se espalharam em diferentes pontos do corpo da cobra. – Juroku Shou – Ainda mais ágeis, outros oito toques com as pontas dos dedos. – Sanjuni Shou. – Por fim, recobrando o último esforço exigido pelo jutsu, dezesseis estocadas se acrescentam às outras, os movimentos dos braços agora definitivamente impossíveis de serem acompanhados por olhos comuns.

A cobra se desfez em fumaça, liberando o corpo de Rhina que, mole e bastante enfraquecida, deixou-se cair sobre os próprios joelhos. Kamus ofegava terrivelmente. Sem conseguir manter o controle, seu byakugan desativou-se involuntariamente. Quando endireitou seu corpo, sentiu uma textura fina e metálica pressionando contra seu pescoço. Sai olhava-o de cima, a tanto bem segura rendendo o garoto. Ele teve tempo apenas de lançar um olhar lasso ao adversário, e então um forte murro no seu abdômen o ergueu no ar. Caiu no chão asfixiado pela dor e recolheu-se em posição fetal.

– Penso que por hora basta. – Disse a voz inexpressiva do homem.


Última edição por Kamus em Ter 3 Out 2017 - 23:18, editado 1 vez(es) (Razão : corrigindo erros)
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MensagemAssunto: Re: STB 2x1: Kamus e Rhina VS Sai   Ter 3 Out 2017 - 19:06

:0

Re... servo!
Temo é que fiquem muitos pontos para dar...
xd
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MensagemAssunto: Re: STB 2x1: Kamus e Rhina VS Sai   Qua 4 Out 2017 - 2:54

Falei que estava animado ;p

Preciso treinar fazer treinos menores, absurdo. Mas foi tua sugestão de dar uma introdução a esse S.T.B. que me fez criar toda essa narrativa. Talvez ela até te dê qualquer ideia para elaborar melhor os contornos deste sistema. Por exemplo, a ideia de que os ninjas precisem ser particularmente convocados, ou de que os que aceitarem serão submetidos a treinos em situações imprevistas (enquanto dormem ou durante uma missão, p. e.) é interessante. Mas isto fica a teu critério haha.
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MensagemAssunto: Re: STB 2x1: Kamus e Rhina VS Sai   Sex 6 Out 2017 - 9:21

Ninjutsu: 8,75+0,25+0,25
Taijutsu: 11,25+0,25+0,25+0,25+0,25+0,25+0,25
Kenjutsu: 3,25
Genjutsu: 0+0,25
Selos: 4,5+0,25+0,25
Trabalho de Equipa: 1,75

2,75

Força: 7,75+0,25+0,25
Agilidade: 10,5+0,25+0,25+0,25+0,25
Controlo de Chakra: 9,75+0,25+0,25+0,25+0,25+0,25+0,25
Raciocínio: 4,75+0,25+0,25+0,25
Constituição: 8,5+0,25+0,25

4,25

7/7

Total Habs. 77,75

Notas:
A história foi bem estruturada e interessante e me deu até para pensar. Acho que foi um excelente teste-estreia. Obrigado!

Esse tigre se revelou como um jutsu bem poderoso, mas o texto foi interressante. Isso me vai fazer pensar um pouco sobre a regra do limite do nível de jutsus...

Apesar da pouca diferença, vc deu menos agilidade a Rhina que a Kamus, ainda assim, deu sempre a entender que ela era bem veloz. Mas faz sentido que ela tenha escapado ao tigre, afinal ela possui o Sharingan. Ela também ficou com pouco kenjutsu... não iria aguentar muito tempo num confronto com Sai a esse nível.

Foi algo dstranho e curioso kamus usar o Byakugan na vez do Kai, mas divertido na mesma. Mais estranho foi usar o juuken numa cobra de tinta, mas também teve um narrativa gira... xd

(Nesta hora eu vou somando as habs. com algum receio de ter que cortar algumas por ter demasiadas rsrdrs... vamos ver...)

-

Eu farei também um 1x1 nesse modo 1o.
Preciso testar e dar uma introdução também pessoal.
Só depois penso que poderemos fazer um em equipa.

-

Falta atualizar.


Me avise(m) se achar(em) que eu errei em algo.
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MensagemAssunto: Re: STB 2x1: Kamus e Rhina VS Sai   Sab 7 Out 2017 - 15:54

GhosTTerroR escreveu:
Esse tigre se revelou como um jutsu bem poderoso, mas o texto foi interressante. Isso me vai fazer pensar um pouco sobre a regra do limite do nível de jutsus...
Meu raciocínio foi o seguinte: como o Choju Giga é um jutsu de rank B, é como se fosse necessário pelo menos dois de níveis mais baixos (D e C) para poder destruí-lo. Aliás, era melhor ter explicitado isso no rp. Foi por ter percebido isso (depois de batalhar contra o tigre) que Kamus usou na cobra o Hakke Sanjuni Sho, um jutsu que serve eminentemente para destruir fluxos de chakra.

GhosTTerroR escreveu:
Foi algo dstranho e curioso kamus usar o Byakugan na vez do Kai, mas divertido na mesma. Mais estranho foi usar o juuken numa cobra de tinta, mas também teve um narrativa gira... xd
É que um dos efeitos do genjutsu foi tirar o poder do doujutsu de Kamus, um pesadelo seu, então ele sabia que se o byakugan voltasse a funcionar era porque o Kai tinha dado certo hahah.

GhosTTerroR escreveu:
Me avise(m) se achar(em) que eu errei em algo.
Por mim vai tudo ótimo ;>
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MensagemAssunto: Re: STB 2x1: Kamus e Rhina VS Sai   Dom 8 Out 2017 - 22:11

Kamus, preciso de saber o que achou da experiência SYS nos seguintes pontos:
Distribuir habs pelas personagens
Usar uma personagem secundária com habs limitadas
É uma boa forma para treinar?


Info. Treino atualizado.
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MensagemAssunto: Re: STB 2x1: Kamus e Rhina VS Sai   Ter 10 Out 2017 - 18:18

Enquanto eu escrevia o treino, achei a ideia interessante principalmente em termos de possíveis enredos futuros do fórum. A partir dele, pode-se até pensar em projetos históricos, envolvendo uma vila ou o universo em geral. Óbvio, isso pro futuro, quando tiver mais membros imersos.

De resto, achei bastante divertido. É bacaníssimo poder usar personagens oficiais de Naruto para ter contato e treinar os nossos chars sem precisar inventar justificativas mirabolantes. Com esse sistema, é simples e não provoca alteração nem problema algum na narrativa oficial.

E distribuir pontos em habilidades é super legal. Mas agora me peguei com uma indecisão, porque não sei se, ao lidar com esses personagens famosos de Naruto, eles precisem ter a mesma quantidade de habilidades que nossos chars. Porque seria meio estranho ver nossos gennins lutando de igual contra eles...
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MensagemAssunto: Re: STB 2x1: Kamus e Rhina VS Sai   Qui 12 Out 2017 - 9:36

^ eu acho que isso é uma forma de eles poderem combater ao nosso nível... Precisamente pelo contrário, eu não encontro lógica num combate entre o atual Hyuuga Kamus e o Hokage Naruto que o esmagaria só com um dedo...

xd


Última edição por GhosTTerroR em Qui 12 Out 2017 - 9:36, editado 1 vez(es) (Razão : Sem razão especificada)
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