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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 [Missão Rank S] Sede de Sangue

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Stara

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MensagemAssunto: [Missão Rank S] Sede de Sangue   Qua 23 Maio 2018 - 21:04

Titulo da missão: Sede de Sangue
Rank da Missão: S
Descrição: Um grupo de aproximadamente vinte nukenins, encontram-se perto da fronteira de Hi no Kuni. A informação recebida pela anbu, indica que pertencem a várias nações e são considerados altamente perigosos. Uma equipa composta por três elementos da Anbu acompanhará os shinobis, sendo a sua prioridade eliminar/capturar (se possível) o líder deste grupo. A informação mostra um líder que gosta de derramamento de sangue, assassinatos e emoção por uma boa caçada. Um assassino absolutamente talentoso com mais de cinquenta assassinatos importantes nos seus troféus.
Recompensa: 4800 ryos + 2 Scroll de Novo Jutsu + 1 ponto de cumprimento.
Número de Ninjas: 3 a 5 jounins (Chunnins são permitidos)
Pessoas Inscritas:
- Azura Inugami - Jounnin (Dorou)
- Amaya Purehito (Personagem Secundária - Espadachim)
- Amane Shibata (Personagem Secundária - Espadachim)
- (Em aberto)
- (Em abert0)


Última edição por Dorou em Qua 23 Maio 2018 - 21:52, editado 1 vez(es) (Razão : Sem razão especificada)
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank S] Sede de Sangue   Sex 8 Jun 2018 - 3:59

A porta rangeu lentamente quando ele adentrou a sala do Kage. Nela, cinco outros shinobis já aguardavam o Jounnin responder ao seu chamado. À esquerda, três figuras mascaradas enfilaieravam-se ombro-a-ombro, olhando silenciosamente a entrada do ruivo. À direita, duas jovens mulheres conversavam entre si por murmúrios ininteligíveis. O Mizukage, que esperava sentado em sua mesa, suspirou profundamente com a chegada de Azura, e o som do seu respirar foi o suficiente para calar os sons da conversa que acontecia perto de si. A sala foi tomada por um mórbido silêncio, silêncio este penas cortado pelos passos do shinobi recém chegado.
- Apresentando-me, senhor. - E o rapaz falou.
- Muito bom que tenha chegado, Azura. - Chojuro parecia tenso, com olheiras e extremamente cansado. - Tenho péssimas notícias para compartilhar com vocês.
Todos na sala já prestavam atenção no homem, mas depois daquela frase, soou como se eles prendessem a respiração, pois o clima assumiu tamanha tensão, que ninguém ousou mover-se - Nós recebemos uma mensagem do palácio do Daimiyou do País do Fogo há meia hora atrás. Nesta mensagem, estava descrito que as suas fronteiras fronteira estavam sendo ameaçadas pela atividade de um grupo estranho de criminosos…
- Criminosos? Porque três espadachins foram chamados para lidar com um bando de rufiões? pfff - Amaya, a espadachin loira que carregava na cintura as duas Raitou Kiba, teve a audácia de cortar a fala do Kage e debochar da missão ao mesmo tempo.
Shibata, a segunda espadachim no recinto, a que tinha longos cabelos negros e usava uma armadura samurai, cobriu a face com a mão direita e balançou a cabeça negativamente, em forma de desaprovação…
- Pode ter certeza, Senhorita Amaya, que eu não teria convocado minha elite caso a situação não fosse de grande importância… - O finalizou a sentença com um leve movimento de mãos, relaxando um pouco na cadeira. - Não sabemos ao certo, mas foram vistos um grande número de Nukenins ao redor da fronteira, e aparentemente eles estão realizando movimentos estranhos… Nós precisamos intervir imediatamente.
- Senhor. - Dessa vez foi Shibata quem tomou a palavra, altiva e comprometida com a missão, apesar de ser a mais jovem. - Sendo um problema do País do Fogo. Porque eles mesmos não enviam seus shinobis?
- É uma ótima pergunta. - Ele cruzou os braços, sério. Amaya corou, percebendo a diferença no nível das perguntas feitas por ambas. - Acontece que, segundo a mensagem, existem suspeitas da Akatsuki estar envolvida… Não é certeza. Sendo assim, esse é um problema de todos. E também, os shinobis mais capazes de Konoha, os que podem lidar com este tipo de situação, estão em missão no País do Demònio… Demoraria semanas até que chegassem no local.
- Eu entendo. - Azura, que ouvia a tudo calado, resolveu se pronunciar também. - Nesse caso, Mizukage-sama, nos dê as ordens, e nós sairemos imediatamente.
- Muito bom, Azura. - Ele respondeu. - É bom saber que posso contar com vocês. Pois bem, a vossa missão é viajar até o castelo do Daimiyou, próximo à fronteira do País do Fogo e investigar o que esses nukenins planejam. Vocês tem permissão para matar ou capturá-los, se possível! Azura, você será o capitão dessa operação. Estou confiando na sua liderança para resolver esta crise.
- Hai!
- Estes três membros da ANBU serão seu suporte nesta missão, eles são Ichi, Ni e San. - Chojuro apontou para as três figuras taciturnas que ouviam das sombras. Eles deram um passo a frente no momento seguinte, fazendo uma reverência cada.
- Nós nos encontraremos nos portões da vila daqui a uma hora. Recolham seus equipamentos e suprimentos para a viagem. - O ruivo tomou a palavra como líder do grupo.
- Com sua licença, Mizukage-sama. Liberados! - E virou-se, indo preparar seu equipamento para a missão que estava por vir.


-x-


Com vinte minutos de antecedência, Azura já estava no ponto de encontro. Ele tinha este profundo senso de compromisso, e era alguém extremamente pontual em todos os seus compromissos.
O próximo a chegar foi Shibata. Ela se aproximava vestida com sua armadura samurai vermelha, e nas costas trazia uma pequena bolsa com mantimentos e ferramentas shinobi. ainda na costa, mas na linha da cintura, ela carregava orgulhosamente sua kabutowari. Um enorme machado, acompanhado de uma marreta. Ambos pendurados engenhosamente no seu cinto, como ferramentas de algum ferreiro excêntrico.
Ela passou direto por Azura, sem sequer olhar para o seu capitão. Azura já esperava que não seria cumprimentado,  mas alguma coisa no comportamento da Kirinin lhe incomodava, como se ela estivesse desafiando-o a questioná-la por ser assim. Decidiu ignorar.
A próxima a chegar foi Amaya, sendo seguida pelos três membros da ANBU, agora todos devidamente uniformizados e preparados para a longa viagem.
- Parece que estão todos aqui. Muito bem. - O ruivo falou quando os últimos membros daquela equipe de contra medidas chegou. - Tenho algumas instruções a fazer.
O comentário fez Shibata torcer o nariz pelas costas de Azura, e Amaya o observar com olhos ligeiramente céticos.
- Vocês três. - E ele gesticulou com as mãos na direção da equipe de ANBUs. - Nós faremos viagens paralelas. Eu preciso que vocês viajem na frente, pelo menos meio dia de viagem. Primeiro ponto: Não faz sentido todos estarmos juntos, até pelo fato de que nós os atrasaríamos. Segundo ponto: Quando aportarmos no País do Fogo, estaremos em um território potencialmente hostil. Vocês farão reconhecimento, preparando nossa passagem. Entendam que não quero que nada que não seja importante nos impeça de prosseguir. - E concluiu de forma altiva. A liderança sempre foi um forte de Azura, sendo ele alguém que sempre soube o que fazer.
O grupo ouviu silenciosamente, inclusive aqueles que não se sentiam confortáveis com o posto dado ao novato espadachim, mas a lógica dos fatos fez calar qualquer ânsia em encontrar um motivo para se revoltar.
Adotando as ordens dadas pelo Jounnin, as duas equipes viajaram paralelamente. Os três espadachins atrás, cruzando o País da Água em uma velocidade consideravelmente rápida, e o grupo dos ANBU, que partiram na frente, avançando nas sombras das árvores e montanhas, sempre escondendo sua presença de possíveis espiões.
Do dia seguinte, os ANBU embarcaram em uma pequena navegação no porto de Sueisha, uma cidade portuária do País da Água, e cerca de 10 horas depois, o grupo de Azura fez o mesmo, rumo ao País do Fogo, além mar.




Continua...
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: [Missão Rank S] Sede de Sangue   Qua 13 Jun 2018 - 1:10

Chegado ao País do fogo, depois de duas semanas de viagem marítima, a equipe de espadachins desembarcou sem demora, querendo diminuir o seu tempo na estrada ao máximo. Eles encontraram a rota que levava ao palácio do Daimiyou, que se localizava na capital do País do Fogo, bem no centro da vasta área do País.
Apesar da tecnologia ter avançado de forma monstruosa nos últimos anos, Azura percebeu que pouca coisa mudou no cenário das estradas. Eram trilhas, muitas vezes fechadas por árvores e pedras, que ainda lhe imprimiam uma nostálgica sensação de que o tempo parou muito antes de tudo mudar repentinamente.
Alguns dias de viagem sucederam sem muitos problemas. O clima do grupo era, na maior parte do tempo, bastante frio. As duas espadachins veteranas, muito amigas, limitavam suas palavras apenas para si, o que contribuía para manter o status silencioso daquele comitiva.
Azura não se incomodava com o silêncio. Muito pelo contrário, ele até mesmo agradecia dentro de si por não ter que lidar com as palavras. Sua mente estava focada em coisas mais emergenciais, como o fato deles não terem recebido nenhuma mensagem da equipe avançada Anbu desde dois dias atrás, ou como aquilo tudo começava a parecer estranho. Desde que eles pisaram naquela estrada, não viram um viajante sequer…
Enquanto isso, Amane e Shibata conversavam entre si. Existia ainda um Tabu naquele grupo. Elas eram amigas de Sueji de longa data, lutaram ao seu lado várias vezes e, apesar dele ter sido retirado da equipe de espadachins, ainda eram muito próximos. Havia aquela tensão em torno do homem responsável por retirar seu amigo da elite de Kiri…
Azura parou sua corrida com abruptidão, sendo seguido pelas duas espadachins.
- O que houve? - Shibata assumiu uma persona alerta assim que sentiu a seriedade no semblante de Azura.
-  Sobre as montanhas… - Ele apontou para os céus, onde ao longe, próximo ao sopé da montanha mais próxima, um grande pilar de fumaça negra erguia-se aos céus, como um grande presságio de morte.
- O que pode ser isso? - Amaya, sempre bem humorada, sentiu a seriedade da situação. Um cheiro de madeira queimada misturado a qualquer coisa irreconhecível lhes tocou o olfato.
- Vamos averiguar, subam nas árvores e avancem furtivamente. - O ruivo ordenou, entrando ele mesmo na densa floresta que os separava daquele sinal de fumaça macabro. Silenciosamente eles flutuaram sobre os galhos das árvores, sombras etéreas voando ao vento… Seguiram durante uns minutos, atentos a qualquer som que poderia significar perigo.
Quando chegaram nas últimas árvores da floresta, ainda escondidos sob a escuridão das copas, eles se depararam com a morte…
A fumaça que erguia aos céus era o resquício de um grande incêndio, pois ela surgia de uma vila recentemente destruída. O cenário era de desolação total… casas em ruínas cinzas por todo lado, pessoas outrora felizes debruavam-se no solo, sem vida.
“Não…” perto de Azura, Amaya sussurrou, cobrindo boca com as mãos, numa expressão de terror.
“precisamos procurar por sobreviventes.” Shibata também sussurrou, desta vez olhando para o seu capitão, procurando sua aprovação.
“Não. Pode ser uma armadilha. Nós vamos dar a volta e esperar algumas horas, até que nossa chegada não seja mais esperada.” a frieza das palavras que saíram daqueles lábios revoltou as duas espadachins, mas a sua lógica era inegável. Aquela situação parecia mesmo arquitetada para uma emboscada.
E ainda assim… Shibata estava a atônita. Ela se odiava por não poder agir frente a aquela tragédia. Imaginava os infinitos prantos, toda a dor e todas lágrimas derramadas por aquelas pessoas sofridas, que tiveram tudo de si roubado num piscar de olhos…
Porém a gota d’agua foi quando Amaya a viu… Uma criança surgiu de trás de um dos escombros. Ela parecia ter acordado há pouco tempo, sua face estava repleta de cinzas e um filete de sangue escorria pela testa e bochecha.
E ocorreu em um segundo. Amaya olhou de relance pro seu capitão, com olhos furiosos.
- Esperar é o cacet- e sua fala foi cortada pelo seu movimento. Ela saltou das árvores até a vila, urgente em acudir aquela pobre criança em meio ao caos.
- Amaya, não! - Shibata até tentou parar a amiga, mas já era tarde demais.
- vá com ela, Shibata. Eu dou cobertura caso algo aconteça. - Azura ordenou, sem tirar os olhos da criança.
Ela chegou segundos depois da amiga apenas para ver a loira abraçando a pequenina e lhe soltando palavras de conforto.
- Como ela está? - Perguntou.
- Muito abalada, provavelmente em choque… Não consegui entender o que houve aqui ainda, mas nós vamos conseguir algumas respostas em breve. - Dizia Amaya, acariciando a cabeça da criança. - Sinceramente, Shibata. Ignorar isso? Ele é um monstro ou o que? - Ela estava claramente irritada.
Sobre isso, Shibata até que entendia o motivo de revolta da amiga, mas não podia negar a lógica por trás da cautela de Azura… Ela odiava ter que admitir, mas preferia ter esperado também.
- Eu temo que concordo com o plano dele, Amaya… Nós estamos em uma missão extremamente importante. Não podemos nos dar ao luxo de sermos emboscados aqui… Tem muita gente dependendo de nós…
- E o que? Do que adianta salvar o mundo, e não conseguir salvar uma criança? Além do mais, estamos aqui e não houve nada, não é? Rela-
“Tsssssss” a Jounnin foi interrompida por um chiado quase inaudível.
- Amaya… que som é esse?
A loira olhou a criança entre seus braços, e seus olhos quase saíram das órbitas quando ela percebeu o kibaku fuuda preso nas costas do pequenino.
BOOOM

Uma explosão gigantesca sucedeu, engolindo as três figuras que estavam no meio da cidade. Em meio a cortina de fumaça que cresceu, Amaya e Shibata surgiram saltando para longe. Amaya ainda carregava nos braços a criança, mas tinha no ombro e em boa parte das costas uma série de queimaduras gravíssimas. Shibata, por outro lado, foi pouco atingida e já se preparava para a batalha, apesar de ninguém ter visto ainda qualquer inimigo.


Continua...
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