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E o ciclo da vida repete-se! As pacíficas vilas voltam a unir-se para combater um mal em comum. Vem conhecer o melhor e mais antigo role play de Naruto, totalmente em português.
 
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 Missão de Rank C - Protecção do País da Relva

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Kadmos

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MensagemAssunto: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Dom 9 Jan 2011 - 16:32

Descrição: A Aliança Kyodo começou a sua ofensiva e espera retaliações contra alguns dos países mais pequenos da Aliança. Assim, devem vigiar a fronteira do País da Relva, impedindo qualquer pessoa que não se identifique como parte da Aliança Kyodo de entrar no país. Caso alguém tente entrar, ou até consiga, devem impedir de prosseguir pelo país.

Recompensa: 600 Ryos + 1 scroll + 1 ponto de cumprimento
Número de Ninjas: 3 a 4
Missão inimiga: Missão Rank C - Estudo do País da Relva

Pessoas Inscritas:
Uusaki Datte (Drow Elf)
Dokizune Kamui (Luffy)
Sueji Hozuki (Horns)
Kride Ranta (ShadowUchiha)


Última edição por Kadmos em Dom 9 Jan 2011 - 17:21, editado 1 vez(es)
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Dom 9 Jan 2011 - 16:41

eu me inscrevo
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Kadmos

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Dom 9 Jan 2011 - 17:21

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Dom 9 Jan 2011 - 23:01

I'm in
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Kiba

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Dom 9 Jan 2011 - 23:03

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Horns

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Dom 9 Jan 2011 - 23:03

Eu também, e já me inscrevi.
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BigBoss

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Dom 9 Jan 2011 - 23:11

I'm in again xd
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Horns

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Dom 9 Jan 2011 - 23:13

Inscrito, e assim a missão fica completa xd
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Kadmos

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Dom 9 Jan 2011 - 23:18

Muito bem.

Ordem de postagem:
  1. Drow Elf
  2. Luffy
  3. Horns
  4. ShadowUchiha


Boa sorte com a missão. Tentem fazer um bom trabalho e não se esqueçam que com a fórmula para este evento, nas missões vale mais os votos do que as habilitações da equipa!
Podem começar!
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Soeuetu

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Seg 10 Jan 2011 - 12:46

isto vai ser interessante xd
as equipas tão bem equilibradas pena foi eu não chegar a tempo ho well xd
good luck
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Seg 10 Jan 2011 - 14:58

Lá estavam os quatro ninjas em volta da fraca fogueira, todos se olhavam enquanto a espectativa os tomava e o nervosismo os consumia.
Um dos mais velhos tomou a palavra, ele tinha nas costas uma grande espada cujo fio era conhecido por milhares de ninjas, a lendária zambatou do demônio da névoa. Ele falava e quando o fazia deixava os dentes à mostra.
- Ouçam todos, por ser o capitão de vocês nesta missão sinto-lhes dizer que talvez nem todos sobrevivam! Portanto, Dêem o melhor de si para que possamos terminar isto, se forem morrer, levem o inimigo com vocês. – ele estava sério, mas Datte preferiu que estivesse brincando.
- O pais da relva é realmente bem grande... Não imagino como o defender em nosso número. – Um sentado ali à direita dizia despreocupadamente com os braços cruzados, ele tinha na boca um palito e mexia-o constantemente.
- É simplesmente impossível! Olhe nosso número! Como poderíamos defender as fronteiras de um pais apenas com isto!? – Outro de olhos avermelhados questionava o chunin.
- Acalme-se ninja, nós acabamos de chegar e não há motivos para se desesperar, nós vamos conseguir... – Sueji levantava-se e cruzando os braços começava a andar, kamui estava despreocupado ali sentado próximo ao fogo, tanto que nem se deu ao trabalho de opinar mais.
- poderíamos nos separar... – Datte falou para sueji, este parou alguns segundos e com ar pensativo novamente se pôs a andar.
- Faremos assim, vamos nos dividir em duplas, cada dupla irá cobrir um ponto estratégico. – Ele disse finalmente voltando a sentar próximo ao fogo.
- O plano é ótimo, mas... Se alguém for atacado? Como os outros saberão? - Kride mostrou estar impaciente, tanto suas palavras tinham um toque de acides.
Kamui que há muito estava calado resolveu então dar a palavra final. Ele ergueu-se e pareceu realmente determinado.
- Tenho um plano, vamos estabelecer um ponto para que, a cada meia-hora eu envie um relatório, se este relatório não chegar, já sabem. – Ele pareceu indiferente e não preocupado.
- Mas?... Como? – Datte olhava-o indignado.
Com calma até demais o garoto com o palito na boca unia as mãos e em segundas a abria, de lá emergia um pequenino pássaro de papel que voando circulou a todos e depois se jogou no fogo. Todos olharam a kamui impressionados, este em resposta novamente sentou-se e lá fechou os olhos.
- Mas... Se o outro grupo for atacado, como vocês saberão? – Kride completou.
Kamui abriu os olhos surpreso com a pergunta.
- É só mandarmos o pássaro de volta, se ele não voltar vocês já sabem. - Datte dizia pensativo.
- Ótimo Kamui... – Sueji logo se recompôs e voltou a falar. – Faremos dois times, Sora e Umi. Há duas estradas principais entrando no pais, Datte e eu seremos Sora, enquanto Kamui e Kride farão o time Umi. Quero que o time Umi vá para a estrada que fica a Nordeste da fronteira, o time sora irá para a estrada Sudeste, Kamui, você mandará o pássaro a cada meia-hora e se não chegar pode contar com o nosso apoio.
- Ooook! – Datte postava a mão na testa batendo continência e sorrindo.
Kride apenas observava ainda calado toda a movimentação enquanto Kamui sorria da ação de Datte.



Time Sora:
Sueji pulava sobre as árvores e galhos, Datte os seguia a certa distancia admirando a zambatou, Já estavam correndo por talvez duas horas sem parar.
- Er... Senhor sueji, onde você comprou esta arma? Preciso de uma dessas... - ele dizia pensativo.
O chuunin olhou para trás e sorriu malignamente mostrando os dentes pontiagudos.
- Foi passada por meu pai, mas, você a quer? -Ele disse tão simplesmente que Datte até acreditou.
- Mas é claro! – Ele abriu um largo sorriso.
- Bom, você pode tê-la, mas terá que me matar antes. - Ele sorriu novamente de forma tão ameaçadora que Datte sentiu saudades de shounan.
Foi quando sueji parou de repente com um solavanco parou e prendeu-se em uma arvore. Ele levantou a mão e olhou para baixo. Datte vendo o sinal também parou.
- O que houve? – O gennin disse sussurrando.
- Aqui acaba o pais da Relva, não podemos passar... A estrada fica ali ô. – Ele ergueu o braço e apontou para uma grande estrada de terra batida ali próximo, ela estava totalmente deserta e estendia-se até onde a vista alcançava no horizonte.
- E então, o que faremos? Esperamos aqui sentados?
- Não mesmo, se houver alguém querendo entrar escondido com certeza não usarão a estrada principal, vamos nos separar e cobrir a área próxima da entrada, se algo o assustar é só gritar. – Ele completou mostrando os dentes novamente, Datte teve arrepios.
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Luffy

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Seg 10 Jan 2011 - 21:57

Esquadrão Umi:
Os dois ninjas continuaram a correr pelos troncos grossos e castanhos das árvores, percorrendo uma pequena floresta no meio do País da Relva. Apesar de Kamui ter mais experiência ninja que Kride, a ansiedade que lhes dava a volta ao estômago era igualmente perturbante.
Estava a seguir para a fronteira Este com o País do Fogo, num local mais a norte próximo à fronteira a norte com o País da Catarata de onde Kamui era ninja. Enquanto isso a Dupla Sora seguia na mesma fronteira a Este, mas mais para sul perto do País da Chuva.
A personalidade de uma outra pessoa que tinha sido selada no shinobi de Kumogakure desafiava-o a meter conversa com o seu parceiro a fim de saber quais as suas intenções. Este parecia um pouco tímido e sentia-se inibido a faze-lo. Foi então que para sua sorte, Kamui decidiu falar sem qualquer pudor ou problemas em socializar.
─ Bem, o tempo de chegarmos aqui foi mais ou menos meia hora. – Disse quebrando o compasso marcado pela corrida dos shinobis. – Vou enviar agora o Pássaro.
Kride ao ver o rapaz a transformar um pedaço de papel num origami de uma pequena ave, ficou maravilhado com tal arte. Encorajado pela personagem do seu hospedeiro soltou umas palvras.
─ Pela o mapa, estamos mais ou menos à mesma distância deles da qual do sitio de onde partimos por isso deve demorar meia hora a chegar-lhes. – Fez uma pausa tomando uma golfada de ar. – Por isso, fazendo contas rápidas, daqui a uma hora ele deve estar de volta.
─ Sim, em princípio vai ser isso a ocorrer. Caso não recebamos a resposta, temos de ser bastante rápidos a chegar em auxílio.
Algumas contas feitas, seguidas por uns planos de acção e estavam de volta ao seu caminho. Queriam aproximar-se um pouco mais da fronteira para tentarem localizar os invasores enquanto eles ainda estivessem fora do país. Escondidos no topo de uma árvore forte e majestosamente verde de onde tinham total visão num raio de dois quilómetros, mas por outro lado encontravam-se completamente ocultos.
Ao fim de algum tempo de espera, o ninja de Takigakure começou a ficar impacientado pela longe demora, e a sua ânsia aumentava em demasia. Decidiu quebrar o silêncio, distraindo-se um pouco mas mantendo-se em alerta na mesma. Olhou para o seu parceiro adjacente a si e reparou na fita que este trazia.
─ Este de Kumogakure então não é? – Disse observando um pormenor que era um facto visível.
─ Sim, sim. – Disse este ainda meio embraçado pela conversa com um estranho. – Tu de Taki certo?
─ Exacto. Diz-me uma coisa, qual é a tua opinião sobre a guerra? – Questionou tentado perceber como era o seu colega, a sua personalidade e motivações que o faziam lutar pelo seu país.
─ Odeio criminosos, e de certa forma Suna e Konoha são uns criminosos que criaram um mundo de corrupção. Eles fazem medo aos países mais pequenos por terem uma boa força militar, e tentam que os outros temam. Sacam-lhes favores assim, a impor o medo.
─ De certa forma não concordo contigo, mas bem são opiniões e eu respeito. – Disse Kamui um bocado a medo com a reacção do colega.
─ Como disseste, são opiniões e eu respeito a tua também. Já agora, o que pensas tu da guerra? – Inquiriu intrigado, mas nada chateado pelo seu colega não concordar consigo.
─ Se queres que te diga, acho que isto é uma grande fachada para a vingança que Kiba quer de Sunagakure. Mas já que há guerra, e é contra Suna eu estou aqui para defender a vila que me acolheu a mim e a toda a minha família, Takigakure.
─ Uh? Explica lá isso? Porque te motiva mais ser contra Suna? – Perguntou cada vez mais intrigado.
─ Nasci e fui treinado em Suna. – Anunciou, deixando o Ranta de boca aberta, espantado e perplexo. – Tentaram implantar-me uma linhagem avançada perigosa, escondendo-me tudo. Consegui fugir a tempo.
─ Percebo. – Ao aperceber-se de um momento constrangedor, Kride decidiu mudar de assunto. – Que técnicas sabes? Temos de saber estas coisas caso sejamos atacados e estarmos preparados em combate.
─ Ah sim, tens razão. – O rapaz de Takigakure olhou para cima como se estivesse a buscar o que dizer nas suas memórias e continuou. – Os meus alinhamentos são Doton e Raiton, ambos estão dominados, mas não aperfeiçoados. Para além disso e o que mais gosto de usar é a minha arte com o Origami. Dou-lhe uns toques no que diz respeito a Kenjutsu e Genjutsu. Talvez a minha fraqueza seja o taijutsu.
─ Óptimo, já tenho uma ideia. – Declarou. Fez o mesmo gesto que Kamui anteriormente tinha manifestado com os olhos e começou novamente a falar. – No meu caso o me alinhamento é o Katon, estou a começar a domina-lo, a genjutsu é a minha segunda força. Por outro lado a Kenjutsu e a Taijutsu sou bastante fraco.
─ Está bem. Acho que já se passou meia hora.


Situação Actual
Spoiler:
 



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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Qua 12 Jan 2011 - 23:31

Team Sora

Datte separou-se de Sueji, curvando-se ligeiramente em sinal de respeito antes de tomarem direcções diferentes.
"Primeira coisa a fazer... Garantir que tenho cobertura em todo o lado."
O Chuunin abriu um scroll de invocação de água, e activou-o no chão. Criou quinze Mizu Kage Bunshins, e ordenou-os que fizessem o Henge.
- Certo... Vão fazer cinco grupos de três. Preciso que nos ajudem a patrulhar a fronteira do País da Relva com o País do Fogo, que é de onde provavelmente, vêem os invasores. Se tiverem informações destruam-se, para eu as obter.
- Hai!
Os cinco grupos tomaram caminhos diferentes, mas sempre perto das fronteiras. Sueji subiu a uma árvore ali perto com o Kinobiri.
A vista era muito bonita. O pais era bastante solarengo, com um espaço verde enorme. Não muito ao fundo de onde ele estava conseguia-se ver uma aldeia, e mais algumas lá ao fundo.Tudo parecia calmo. Estranhamente calmo, de facto.
Em Kirigakure, as ruas tanto eram bastante silenciosas, como havia uma confusão entre um mercador e um civil, que agitava o quarteirão inteiro. Este tipo de problemas pareciam na existir no País da Relva. Era um sítio calmo, e isso chegava.
O rapaz deu meia volta, e olhou agora para o País do Fogo. Ah, que crueldade. O Kage havia-os enviado para uma guerra, na qual a maioria nem sabia o verdadeiro porquê de andar a lutar, mas fazia-o por causa das ordens.
Sueji não tinha nada contra as pessoas de Konohagakure. Até que percebia os motivos, mas não concordava. Conhecia muita gente em Konoha, que apenas desejava não encontrar no campo de batalha.
Mas já que tinha sido escolhido para participar na guerra, era para ganhar! Ainda por cima, estava ao encargo de um grupo de Gennins. Se lhes acontecesse algo Sueji não se perdoaria. Morreria por eles! Sem contar com o facto de haver uma probabilidade muito baixa de morte para o Chuunin...
Desceu aquela árvore, e subiu a uma ainda mais alta. Observou Datte que já estava um pouco longe. O rapaz parecia ter bastante potencial, mas agiu inseguro em frente a si. "Lembro-me de mim quando era mais novo, quando conheci este rapaz."
Deu um salto em frente, e caiu no chão. O pé esquerdo torceu com o impacto, e transformou-se em água. Sueji sorriu com agrado, e em cerca de cinco segundos já tinha um pé novo.
Verificou se tinha tudo que necessitava consigo, ajeitou a Zambatou e começou a correr em direcção a Datte.
Em cerca de cinco minutos alcançou-o.
- Datte? Alguma coisa? - Sueji aproximou-se devagar, para não assustar o Gennin que parecia timido e atento.
- Não.. Tenho andado a observar, atento e não vi nada de especial. Também não fui muito longe... - pareceu preocupado com a última afirmação.
- É normal - o Chuunin sorriu, tentando inspirá-lo - Que me dizes, vamos agora um pouco mais longe?
Datte falou, mas Sueji não ouviu. Tinha acabado de receber informações dos seus clones...

Um grupo de quatro camponeses com uma carroça e um burro a puxá-la estavam a caminhar para dentro do País da Relva. Pareciam ter vindo do País do Fogo, por isso achámos por bem investigar.
- Senhores.. Vão ter de parar, ordens expressas em tempos de guerra. Terão de ser revistados.
Desde o início que achámos aquilo suspeito. Apenas sorriram, e não falaram. Revistámo-los, e pareceu estar tudo bem. A carroça parecia ter palha apenas, por isso não a revistámos.
- Parece estar tudo bem.. Não são do Pais do Fogo, pois não?
- Não - respondeu um deles, muito baixo - somos comerciantes, daqui. Viemos assim que soubemos da guerra, da outra ponta do País do Fogo.
- Certo... Quero que saibam que qualquer inimigo da Kyodo será um alvo a abater com boas ou más intenções."
Virámo-nos. Começámos a caminhar, sem fazer caso, quando ouvimos quatro "plof's" característicos. Virámo-nos, e quatro ninjas olhavam-nos, empunhando Kunais. Um deles cortou-nos os pescoços rapidamente."


- Datte... Temos que avisar os outros. Os invasores já cá estão...
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Sab 15 Jan 2011 - 2:36

Team Umi

Kride interrompeu a sua ronda pela fronteira, no tronco de uma árvore, escondido por entre as suas folhas. Analisou a área atentamente, cada detalhe da paisagem. Procurava algo, alguém, porém, nada viu apenas árvores e arbustos praticamente imóveis devido à ausência de vento.
Uma ligeira e suave brisa passou lhe pelo rosto, fazendo as folhas da árvore dançar por um momento e eis que um pequeno pássaro de papel pousa no seu ombro. O gennin pegou-lhe com dois dedos apenas e abriu-o, encontrando uma mensagem escrita por Kamui.
“Team Sora precisa de ajuda depressa. Kamui.”
Kride, saltou da árvore e correu, usando o Shunshin No Jutsu para o fazer o mais depressa possível até ao ponto de encontro que havia decidido com Kamui.
- Kamui! – chamou Kride – O que é que se passa?
- Eles escreveram no pássaro que tinham encontrado o inimigo – respondeu-lhe Kamui – Vamos temos que nos apressar!
Fazendo alguns selos, Kamui juntou vários pequenos pedaços de papel para formar duas asas majestosas.
- Terás de vir nas minhas costas – disse Kamui.
- Não, vou aumentar o peso sobre ti e isso vai atrasar-nos – respondeu Kride – Vai andando que eu já te apanho.


Com as suas asas, Kamui lançou-se no ar voando na direcção da Team Sora. Kride por sua vez, começou a correr por entre os arvoredos e arbustos, usando a Zanbatou para cortar o ar, dando-lhe assim mais velocidade. Enquanto corria, Kride vagueava pelos seus pensamentos…
- Será que o Kamui tem razão acerca dos motivos da guerra? – pensava – Será que isto é apenas uma vingança? Nesse caso, seríamos todos meros piões de Kiba…Bem o melhor é não pensar nisso, tenho que chegar o mais depressa possível ao Sueji e ao Datte.
Olhava para os lados, não estivesse o inimigo à espreita, mas ao que parecia só ele estava ali, só ele percorria aquela floresta. Alguns minutos depois, por entre as copas das árvores, avistou duas grandes asas de papel. Pulou para cima de uma árvore e começou a salta de árvore em árvore seguindo os grandes origamis.
- Kamui! Não devemos estar longe – gritou Kride – Podem estar em qualquer sítio. Tem cuidado.
- Hai! – respondeu Kamui – Igualmente.
Ambos seguiram em frente, até que se depararam com o inimigo!
- Mesmo na altura certa – disse Kride, olhando para Kamui que se tinha desfeito das suas asas de papel e se escondera, junto a ele no tronco da árvore.


Examinaram o cenário, os quatro ninjas tinha Kunais e olhava os restantes membros da equipe destacada para a protecção do País da Relva.
- Ataque surpresa? – sugeriu Kride, esboçando um sorriso maléfico.
- Vamos a isto – respondeu Kamui.
Os dois fizeram alguns selos e concentraram algum chakra para o seu ataque. Mas eis que um dos ninjas inimigos, se voltou para trás, atirando algumas kunais, obrigando os Gennins a desviarem-se. Ambos repararam nos seus olhos, as pupilas vermelhas com aquelas três vírgulas tão conhecidas nos seus olhos.
- Sharigan? – perguntou Kride – Isto vai ser interessante. Kamui! Ketsugou Nenshou Origami!
Ambos fizeram alguns selos, muito rapidamente e concentraram chakra e aí começou o espectáculo.
Kamui lançou centenas de pequenos papeis pelo ar e Kride soprando alguns Endans na sua direcção, incendiou-os fazendo, uma pequena chuva de fogo em cima dos inimigos. O Uchiha e um dos parceiros, que usava uma venda nos olhos, materializaram-se em madeira, conseguindo evitar o fogo. Por sua vez, os restantes dois ficaram debaixo da chuva de fogo. De seguida, Kride e Datte trocaram alguns gestos com as mãos e de seguida atiraram-se às presas. Kamui e Sueji trocaram também alguns gestos e de seguida partiram para os dois ninjas que tinham escapado ao ataque.


A chuva de fogo parou e os gennins que não tinham escapado e estes mostravam as roupas chamuscadas e algumas queimaduras espalhadas pelos seus corpos. Kride sacou a Zanbatou e correu na direcção do ninja de Suna. Este puxou a sua katana e parou a Zanbatou de Kride, que o fixava com os seus olhos vermelhos, cheios de raiva. Kride por sua vez, rodando ligeiramente para a direita, em volta da Zanbatou, meteu o pé em cima da katana do ninja da Areia e cravou-a no chão. De seguida, desferiu-lhe um golpe com o cotovelo na cara.
- Eu sou o Kride – disse ele, com um ar sombrio e um tanto maléfico – E sou a ultima pessoa que vais conhecer!
- Sou o Nobuko – respondeu – e sou eu que te vou matar.
Sem mais brincadeiras, Nobuko mandou um pontapé, pela altura da cabeça de Kride. Este não vendo outra solução rodou a sua Zanbatou e usou-a como escudo. Nobuko, soltou um grito de dor pois acertara em cheio contra o metal da espada. O ninja dos olhos vermelhos, aproveitando a situação, lançou um pequeno Endan, grande o suficiente para o projectar alguns metros para trás. O ninja da areia, numa tentativa um tanto desesperada de afastar Kride, utilizou o seu lançador de Senbons para atirar cinco senbons que acertaram em cheio no braço direito de Kride. Este, retirou-os, um por um e atirou os ao chão. Nobuko aproveitou para voltar ao ataque!
- Goukakyuu no Jutsu! - uma bola enorme foi em direcção a Kride, que se se esquivou por pouco.
De seguida, Nobuko investiu com Kenjutsu. Atirou várias kunais, shurikens e senbons fazendo com que Kride tivesse que se afastar para não ser atingido.
- Tenho de o impedir de usar armas para o poder atacar – pensou Kride – E tenho que ter cuidado com as técnicas de fogo dele. Já sei!
Correu para as árvores mais próximas e avançou invisível, executando alguns selos criando alguns clones de corvos. Voltou ao campo de batalha e foi novamente atacado pelas kunais de Nobuko. Esquivou-se e moveu-se rapidamente na direcção do ninja da Areia, este, lançando um gás ligeiramente cinzento na sua frente. Kride viu a sua oportunidade, executou alguns selos e criou uma bola de fogo dentro da nuvem de gás. Uma forte explosão fez-se sentir, que foi projectado vários metros para trás. Uma enorme cratera era visível no chão e os restos de alguns corvos queimados, no seu interior. Algum tempo depois, Nobuko apareceu novamente, cambaleando. Atirou várias kunais, mas desta vez era diferente. Kride reparou numa kunai que tinha um Kibaku Fuda e tentou pular para fugir, mas mesmo assim, foi apanhado pela explosão que o projectou contra uma árvore bastantes metros atrás dele. Nobuko correu para Kride, que se estava encostado à árvore em que tinha embatido e apontou-lhe a katana ao pescoço.
- Dá-me informações sobre o País da Relva! – ordenou-lhe.
- Bem…para começar – disse Kride – Para começar, vai te foder – e desfez-se em vários corvos que invadiram e ocuparam todo o campo de visão de Nobuko.
- E para acabar – disse a voz de Kride, atrás de Nobuko – Vai-te foder!
Kride, fez alguns selos, focou o chakra nos seus pulmões e lançou uma enorme bola de fogo ao ninja da areia.


Kride, sentiu-se cansado, mas contente pois derrotara o seu adversário. Sentou-se, metendo a Zanbatou em cima do ombro e tomou algum fôlego.
- Não baixes a guarda tão facilmente – disse Nobuko, correndo contra Kride.
Agarrou-o e desfez-se em chamas queimando-o. O verdadeiro Nabuko apareceu em cima do tronco de uma árvore e começou a executar os selos, que Kride conhecia muito bem.
- Nem penses – disse o ninja de Kumo, fazendo um selo – Shikumi no Jutsu.
Nobuko parou, incapaz de executar os selos, o ninja de Suna, ficou parado nas diversas imagens que lhe passavam pelos olhos em que explodia com o seu próprio jutsu ou que morria sendo decapitado por Kride. O ninja de Kumo, aproveitou o estado de debilidade de Nobuko e pegou-o, arrastando-o para o interior de um aglomerado de árvores. Fazendo alguns selos e concentrando algum chakra Kride criou mais um Genjutsu.
- Kori Sinchu no Jutsu – proferiu Kride, tocando na cabeça de Nobuko – Aqui te deixo, no fim do mundo, para todo o sempre – e assim desfez-se em corvos mais uma vez que voaram para longe.
O ninja da areia, influenciado pelos genjutsus, ficou paranóico. Correu e correu e correu mais uma vez, tentava achar uma saída para aquela floresta sem fim, ao mesmo tempo que era atacado pelas imagens da sua própria morte. Kride sentado numa árvore, observava o gennin do País do Vento.
- Vamos brincar contigo mais um bocado – pensou, enquanto fazia um selo. Dois clones apareceram ao seu lado e pularam para a frente de Nobuko.
- Agora vais arder no fogo eterno – disseram em uníssono, os clones, começando a lançar pequenas bolas de fogo na direcção de Nobuko. Este dando voltas e voltas, para a frente e para trás, encontrando um clone de cada lado, depois de tanta correria desesperada, caiu, redondo, no chão de exaustão.
Os clones defizeram-se e Kride aproximou-se do corpo do ninja inimigo.
- Vou mandar-te para onde os teus amigos te possam ver – disse ele, sabendo que não seria ouvido – E eles logo decidem se te deixarão aqui para morreres ou para apodreceres, ou se te levam para casa.
Pegou no corpo do ninja e levou-o até perto de onde Sueji e Kamui lutavam com os seus adversário.
- Vou ver como é que está o Datte! – pensou, começando a andar na direcção do local de batalha entre Datte e o shinobi da Folha.
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Dorou

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Sab 15 Jan 2011 - 15:37

Time Sora

Os sons do metal ressoando na floresta eram sinistramente reconfortantes para o Gennin, ali naquela clareira mal-iluminada o sangue esquentava e de certa forma fervia quando a sua lâmina cruzava com a do inimigo.
Aliás, o gajo perguntava-se constantemente de onde saira aquela maldita katana, em um segundo o ninja estava desarmado e com um simples movimento sacou um scroll e deste logo fez aparecer uma mortal katana. Parecia que a batalha seria menos previsível do que pensou Datte.
Sua mão voou rumo à bolsa presa na perna e de lá entre os dedos puxou cinco shurikens as quais lançou em seguida afim de distrair o inimigo, este em um ágil movimento com a própria katana mesmo escapou dos ataques e sendo ainda mais ágil logo reteve-se em um shunshin parando bem próximo do inimigo e ainda em movimento aplicando um golpe vertical, Datte teve até sorte pois os cálculos inimigos estavam errados portanto a lâmina passou perto, mas não chegou a cortá-lo.
- D-droga! Voce é idiota?! Isso poderia me matar! – O ruivo dava alguns passos pra trás movido pelo susto de quase morrer. – Toma mais cuidado ô!
- Er... Perdão. – O inimigo disse meio embaraçado. – Pensei que deveríamos lutar a sério e tudo mais... – Ele parecia envergonhado, mas mesmo assim decidido.
- Então porque você não avisou? – Datte quase fez o oponente rir com a cara aparvalhada que fez. – Bom, que seja então, vamos lutar sério, senhor ninja inimigo, mas toma cuidado com essa lâmina, pode ferir alguém.
Ele afastou o pé direito alguns centímetros, das costas ele puxou a foice que estava presa e pondo-a na mão olhou nos olhos o inimigo.
- Ótimo, uma luta justa, isso? – Katake fez menção de que iria novamente puxar aquele pergaminho o qual tirou a katana, mas pensou melhor e guardou-o novamente. Segurou a arma com as duas mãos e também se preparou para investir.
Datte pulou e ainda no ar jogou algumas kunais com a mão marionete, na outra empunhava a foice a qual despejou sobre katake, este levantando a katana repeliu a investida de Datte o que fez o ruivo voltar alguns metros. Foi a vez do inimigo de atacar, ele com golpes seguidos e rápidos pressionava Datte a recuar e defender-se ao mesmo tempo, eram investidas seguidas e o mínimo tempo que o ninja ruivo tinha era apenas para defender-se e recuar na esperança de achar uma brecha, foi quando a mesma idéia suicida que teve contra Shounan tomou-lhe a mente.
O ninja largou a foice após defender o inimigo e abaixando-se jogando seu corpo na direção oposta indo para trás de Katake, este já prevendo o que o inimigo faria acompanhou-o por todo o movimento tanto que, quando Datte abaixou-se um corte foi feito em sua costas, não foi profundo mas superficial o suficiente para fazer-lo soltar um breve grito. Quando Datte votou a se levantar estava a quase dois metros de Katake de frente para ele.
- Viu só? Não vai ser tão fácil me distrair assim. – o inimigo sorriu com certa ironia.
- O que? Você não viu? Eu já distrai. – Datte abaixou-se novamente e puxou a corda negra que o ligava à foice, a arma voou em direção ao mestre, em seu caminho estava Katake que, segundo o plano de Datte iria ser perfurado pelas lâminas da foice que seria puxada através da corda.
Mas...
- Aaargh! – Katake levantava-se do chão com uma mão na cabeça e olhando aparvalhado para Datte. – Você é idiota? Que raios de plano idiota foi esse? – Ele dizia irritado.
- Er... Mas foi quase! – Datte sorria envergonhado. No fim do plano fail a lâmina não chegou a tocar o inimigo, apenas o que o acertou foi a ponta da haste da foice a qual tinha o inicio da corda que os ligavam.
- Ótimo, sem foice. – O Gennin de kiri com um movimento retirou do braço a corda que prendia-o à arma.
Katake ao ver que o inimigo punha-se em desvantagem imitava o movimento fincando a katana no solo.
- Vamos! – Katake com um shunshin apareceu logo na frente do inimigo e deu-lhe um chute, Datte usou os antebraços para defender-se, deu um pulo para trás e fingiu atacar, quando estava próximo do inimigo abaixou-se e jogou a perna rumo à cabeça do oponente.
- Konoha Shõfu! – O chute acertou em cheio a face inimiga, este em no ar penosamente conseguiu se recompor e já concentrado decidiu por em prática seu plano.
- Ibuki ryuu no jutsu!! – Ele fez selos em uma incrível velocidade o que até surpreendeu Datte, uma rajada de ar irrompeu ao seu lado tomando ligeiramente a forma da cabeça de um dragão. O vendo vinha de cima e ao atingir o ruivo que não tendo como se defender apenas armou seus antebraços à frente de sua cara para se defender, o vento foi tão forte que pressionou Datte contra o chão impossibilitando-o de se mexer.
- É o fim! – ele vinha do ar efetuando um Toppa e acelerando ainda mais a queda, seu objetivo era se usar o impacto da queda para derrotar o inimigo imobilizado no chão.
As mãos do ajo mal se moviam peã força exercida pelo vento comprimindo-o contra o chão. Foi um esforço enorme para levantar as mãos e uni-las efetuando selos. - Doton! Gaban kyu!
Placas de terra envolveram Datte e logo se fecharam em volta deste como se fosse uma cúpula.
Katake teve seu ataque impedido pela espessa parede de terra que se formou em volta do inimigo. “Desgraçado! Usou um jutsu de ataque para se defender!” Seu pensamento foi impedido pelo movimento das placas, elas ligeiramente se abriram e em um mínimo espaço surgia Datte pulando ao mesmo tempo que descrevia selos nas mãos.
- Doton! Dorotama! – De sua boca vários projéteis de lama surgiam e em alta velocidade atingiam Katake. O Inimigo caiu a alguns metros meio que movido pela dor, mas logo se levantou já concentrado.
- Toppa! – ele se aproximou de Datte que surpreso nada mais fez a não ser pular pára trás.
Ainda no ar o gajo manipulador de ar abriu o scroll e envolvendo-o em seu corpo logo invocou uma rajada de shurikens e kunais que em um numero incontável de pequenas armas encheram os céus em direção ao ruivo.
- Arg... Droga! – Datte pulou para trás e do bolso lançou uma kunai e em um segundo de distração colocou em sua haste um kibaku fuuda. A kunai ao contato de uma das muitas armas no ar o papel explosivo logo entrou em combustão e com um show de chamas explodiu o local, uma cortina de fumaça ergueu-se no ar, uma cratera ali ficou.
Katake ficou olhando o show pirotécnico a sua frente, estava a uma boa distancia, portanto não foi afetado. Do meio da fumaça uma nova shuriken surgiu. Katake por um segundo até sorriu.
- Está me subestimando?! Acha mesmo que isso vai me derrotar Ninja de kiri?! – O ninja de konoha sacou também de seu bolso uma outra kunai para defender-se, foi quando Datte surgiu da fumaça fazendo selos.
- Shuriken kage bunshin no jutsu! – A única shuriken no ar em direção à katake se multiplicou e em segundos tornaram-se muitas dezenas.
- Porra! – O gennin de konoha em desespero fez alguns poucos selos. - Ibuki ryuu no jutsu. – novamente o dragão de ar surgiu e com a força do ar desviou todos os projéteis. Katake ofegava já quase sem chakra, do outro lado do campo em destruição Datte também estava quase caindo respirando fundo já quase sem forças.
- És digno de uma boa batalha ninja de konoha! Merece meu respeito por agora. – Datte sorria, mas estava falando sério. Chamo-me Datte, Uusaki Datte. É um prazer lutar contigo.
- Katake, é meu nome, Obrigado Datte. – Ele recompôs-se e novamente e ficou sério. – Vamos terminar isso Datte.
Ambos aproximaram-se alguns metros, estavam a cerca de cinco metros de distancia um do outro. Olhavam-se confiantemente.
- Está certo Katake, vamos pôr um fim nisto.
Ambos ataram-se a correr afim de se colidirem, ambos determinados a vencer, ambos estavam determinados a viver, ambos estavam determinados a provar ao seu oponente a sua força.
Um som de dor ecoou nos céus, as ávores pararam de se mexer e até mesmo os pássaros pararam de cantar, parecia que todos os seres vivos haviam parado de respirar afim de ver o fim da luta. Nem mesmo o vento ousava se aproximar da batalha. Som que prevaleceu foi o de golpes, parecia que ossos se quebravam e sangue jorrava.
No centro da clareira estava Datte com a mão fechada na face de Katake e em igual posição estava katake que pressionava sua mão fechada contra a cara do ruivo.
Nenhum dos dois falava nada, ambos estavam cansados demais para falar, apenas se olhavam determinador a vencer e os dois ali parados ficaram, talvez esperando aquele que iria ceder primeiro.
A fraqueza o tomou e em um ultimo sopro Datte despencou no chão exausto. Katake segundos depois em um sorriso amigável também caiu para trás desmaiado de cansaço.

Foi quando ele chegou, suas expectativas eram que o parceiro vencesse sem problemas, ele havia se mostrado confiante o bastante para não se deixar mostrar fraco, por outro Aldo poderia ter acontecido de seu oponente ser forte demais, Kride olhou a Datte caído no chão e percebeu o quão duro aquela batalha fora.
- Muito bem rapaz. Foste ótimo. – Ele se aproximou do companheiro de equipa e suspendeu-o em seu ombro arrastando-o próximo a uma árvore, lá ele sentou-o recostado no vegetal e voltou-se ao inimigo que estava caído ali perto.
- Acho melhor te matar de vez... – Ele retirou a zambatou das costas e levantou-a, e quando ia descer-la sobre o inimigo algo o impediu.
- Pare idiota! O que vai fazer?! – Datte havia acordado a tempo de impedi-lo, estava cansado e sem chakra portanto limitava-se a ficar sentado ali. – Não o mate, nossa missão não é matar nimguem, nós apenas devemos os impedir, vamos sair daqui antes que ele acorde, ele está em um péssimo estado também, não vai adentrar o pais da relva desse jeito.
Kride olhou o amigo incapacitado e guardou novamente a zambatou, ergueu katake a o pôs recostado em uma outra arvore ali perto.. Caminhando lentamente voltou ao lado de Datte.
- Datte, já se perguntou o porquê dessa guerra? – Ele disse meio receoso.
- Na verdade não... Na verdade, nem sei se tenho motivos pra lutar com eles. – apontou para katake. – Eu só estou cumprindo ordens...
- É, tem razão mesmo, devemos mais é cumprir ordens, vamos procurar sueji e kamui, eles devem precisar de nós. – Kride levantou o amigo e passou seu braço por seu ombro. Ambos juntos pularam e rapidamente desapareceram pelas copas das árvores.
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Luffy

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Sab 15 Jan 2011 - 17:39

Os dois mais fortes do grupo estavam frente a dois dos ninjas que penetraram pelo País da Relva. Antes sequer de começarem a missão, Sueji tinha combinado com Kamui que não poderia lutar com um utulizador de Raiton porque qualquer ataque Raiton, mesmo que fosse débil, lhe poderia causar bastantes problemas, devido ao corpo do ninja ser 100% água. Por outro lado, o Fukkatsu concordou que deveria ser ele a lutar com um ninja que possuísse o alinhamento Raito, visto que a sua Terra facilmente enfraquecia o Raio.
Duvidaram que alguém com Raiton fosse mostrar-se, era menos provável que um ninja de Konoha ou Suna usasse este elemento. Mas foi assim que ambos combinaram.
Agora estavam perante dois adversários, um deles com os cabelos muito negros claramente um Uchiha. O rapaz de Takigakure reconheceu-o, era o Uchiha que lhe estava predestinado enfrentar caso vencesse a primeira ronda do Torneio Gennin. Tal não aconteceu, mas nessa altura Kamui decidiu investiga-lo pois tinha ganho uma certa empatia com este.
─ Sueji, fica com o Uchiha de Konoha. – Declarou o jovem de cabelos azuis escuros, dando-lhe a entender de que o conhecia e que era seguro para o Hozuki lutar contra ele.
─ Está bem. Boa sorte. – Desejou aquele com um dente canino afiado revelando-se por fora da boca.

Ao shinobi de Takigakure tinha-lhe calhado, sem este saber um jovem chunnin muito promissor de Suna. Dotado em várias áreas e capaz de ganhar a Kamui muito facilmente, mas que possivelmente iria ter problemas pela coragem que o Fukkatsu tinha.
O de Suna atirou várias shurikens em direcção ao adversário para ver como este se defendia, Kamui limitou-se a imita-lo, colocou as mãos dentro do bolso e atirou o mesmo número de shurikens. Quando as armas se encontraram a meio caminho ricochetearam umas nas outras e fugiram para fora do campo de batalha.
Só agora Kamui tinha reparado que o seu oponente estava a lutar com uma venda nos olhos, e que certamente não o estava a ver. Deu dois passos para o lado rapidamente, e o inimigo seguiu-o com a cabeça. Para testar se o inimigo estava a vê-lo ou a senti-lo atirou uma Kunai de três pontas numa direcção aleatória. Exactamente como o tinha previsto, o rapaz não pressentiu a arma e nem se quer se moveu. O shinobi de Taki apercebeu-se que ele de alguma forma sabia onde ele estava mas não o resto.
─ És estranho. Diz-me o teu nome. – Pediu sabendo que a resposta podia não ser dada da forma que pretendia.
─ Selim Puraido, e tu? – Inquiriu, também curioso.
─ Fukkatsu Kamui. – Sorriu.
Dito isto o rapaz de Taki preparava-se para despistar o seu inimigo, transformando-se num grande monte de papéis. Infelizmente, isto não aconteceu. O jovem origami estava agora a ver o mundo ao contrário, tudo de pernas para o ar. Felizmente conseguiu perceber que era um genjutsu a tempo, antes de ser atacado, e saiu dele parando a circulação de chakra.
Assim que o mundo voltou a ganhar o seu aspecto normal, Selim devia ter realizado outra ilusão. Kamui ficava com calores extremos, mas sem se aperceber que tinha sido novamente aprisionado num genjutsu continuou cheio de calor e a suar, até que o calor se ia intensificando mais e mais rapidamente vindo de cima. Assim que olhou para cima viu uma bola gigante em chamas de um tom vermelho e laranja muito agressivo, aquilo não era um jutsu normal. Uma esfera daquelas proporções era suficiente para esmagar um raio de 600 metros e matar todos. Seria um jutsu Katon bastante avançado? Pensava o rapaz de cabelos azuis-negros. Não podia ser, ele não ia fazer aquilo logo no inicio do combate, tinha de ser uma ilusão, pelo menos o rapaz teve fé que fosse.
─ Kai! – Gritou parando a concentração de chakra, mas nada tinha acontecido, voltou a para-la e com força gritou novamente. – KAI!
Desta vez conseguiu escapar à ilusão e a bola de fogo desaparecia de cima de si, tal como a temperatura reduzia imenso voltando ao normal e o suor desaparecia. Antes que o adversário lhe lançasse mais uma ilusão Kamui puxou a hitai-ate para baixo e tapou os olhos fugindo de genjutsus visuais. Com o seu Doton esperava sentir as vibrações do rapaz nos pés, e por isso descalçou-se. Agora estavam de igual para igual, ambos não viam, mas sabiam onde o inimigo estava.
Selim não se apercebeu que o rapaz estava imune a genjutsus que precisavam de contacto visual e tentou mais uma vez prende-lo numa ilusão, desta vez uma bastante mais potente. Mas o jovem de Suna ficou perplexo ao ver que o seu adversário caminhava com um shunshin rápido para si mostrando que não tinha sido preso pela ilusão. Sem tempo para se desviar de um ataque rápido Selim foi projectado para trás quando levou um soco no queixo. Com isto Kamui retirou a hitai-ate dos olhos e viu o seu inimigo, de seguida desfez-se em várias folhas de papel com a sua habilidade de origami para baralhar ainda mais o seu adversário.
Selim ao perceber que de alguma forma o seu adversário se tinha camuflado, e já não lhe sentido a água do corpo atacou com fúria usando as suas cobras. Milhares de serpentes saíam pelas mangas do quimono branco do rapaz, cortando e mordendo os vários origamis espalhados pelo ar. Os papéis voltaram a juntar-se formando de novo Kamui, com alguns cortes na roupa e na própria pele cheio de sangue. Tinha sofrido os mesmos golpes que os seus papéis e estava um pouco desgastado.
Selim estava agora a realizar alguns selos com as mãos e parecia estar virado para Kamui. O jovem de Taki ia contra-atacar com o Doton, Ganban Kyu mas assim que se apercebeu de que era um jutsu Raiton ao ver uma faísca e em vez de lançar as placas de terra contra Selim, lanço-as sobre si para se proteger. Os raios do seu inimigo ao atingirem as placas duras de terra não fizeram grande efeito e logo de seguida Kamui saiu do esconderijo criado por si. A língua de Selim havia saído da sua boca em forma de cobra com a ponta de uma espada de fora, caminhou para Kamui e espetou-o no ombro direito furando-lhe toda a carne até sair pelas costas.
O rapaz caiu pelo chão derrotado com um grito tão alto que todos os seus colegas ouviam por mais longe que estivessem. Com dores intensas juntou todos os seus papéis de origami e Kibaku Fuudas controlando-os livremente, estes não eram detectados por Selim. O jovem de Taki num acesso de dor e raiva engoliu o rapaz em origamis de uma forma tão rápida que nem lhe deu tempo para reagir cobrindo-o completamente e apertando-o para lhe restringir os movimentos e este não se conseguir sair. Para prende-lo ainda melhor, concentrou o chakra e depois de vários selos reunião quatro cobras grossas de terra que envolveram o embrulho de origamis. Com tanta pressão que estava a fazer começou a sair-lhe do nariz uma corrente de sangue que se juntava à corrente de sangue que lhe saía pelo buraco aberto no local do ombro.

Quando Kride chegava com Datte abraçado a si com algumas dificuldades a andar, apenas teve tempo para deixar o seu parceiro cansado num encosto e correu para um rapaz coberto de Origamis soltos e terra pertencente às cobras que se desfizeram depois de Kamui perder a consciência, os origamis também se haviam soltado. Mas Selim tinha desmaiado sufocado num embrulho de papéis brancos. Foi então que ao desviar o olhar o rapaz reparou em Kamui muito magoado numa poça vermelha de sangue, mas ainda surpreendentemente vivo.

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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Seg 17 Jan 2011 - 0:01

Sueji analisou o seu oponente. Era capaz de ter menos cinco, dez centímetros que ele. Também não parecia ainda ter atingido a puberdade, visto que os seus traços faciais eram bastante infantis. A sua cara séria era fingida; forçada. O rapaz provavelmente seria simpático e alegre, como muitos dos ninjas que Sueji conhecia e também haviam sido obrigados a participar na Guerra.
- Desculpa - disse Sueji, assumindo uma posição de batalha - Não te magoarei por mal.
- Heh... - o gennin sorriu, e prosseguiu - Sou o Hayato, e não me assustarei facilmente com as tuas palavras. - Vais-me dizer o teu nome?
- Se o mereceres, no final da luta dir-te ei.
- As tuas feridas serão demasiados graves e não o permitirão - Hayato sorriu, e fechou os olhos. Quando os voltou a abrir, os seus olhos não eram mais pretos e sim dois Sharingans - o meu Doujutsu o garantirá.
- Hum... Já tinha ouvido falar no clan Uchiha. Mas peço desculpa, tenho de te desiludir... É impossível eu sofrer danos físicos. Já to provarei.
Fez selos agilmente, e depois de concentrar chakra abriu a boca e expeliu um líquido pegajoso que Hayato esquivou rapidamente e sem problemas. Hayato pegou rapidamente em cinco Shurikens e atirou-as na direcção de Sueji. Fez alguns selos, e os cincos Shurikens transformaram-se em cinquenta. O Chuunin não se mexeu, e cerca de quatro estrelas ninjas atingiram-lhe o tronco
Hayato esboçava um sorriso vitorioso, que se desvaneceu mal Sueji esfregou as mãos, e retirou uma a uma as Shurikens que lhe haviam perfurado o peito, e depois as na barriga.
Aproveitando o choque temporário de Hayato, agarrou o cabo da Zambatou com a mão esquerda e correu para o Gennin.
A grande espada cortava agora o ar, dando ao Uchiha apenas a chance de se esquivar ora para a esquerda, ora para a direita. Hayato parecia não se cansar, e Sueji tentava-o acompanhar com movimentos rápidos.
Ficaram nisto cerca de meio minuto, até que Sueji cravou bruscamente a grande espada no chão, e contornou-a velozmente. Hayato agarrou uma Kunai de três pontas, e lançou-se a Sueji, num piscar de olhos. Parecia ainda não ter raciocinado que, de facto, os danos físicos eram inúteis no Chuunin.
Hayato espetou a Kunai com grande força no peito de Sueji, e esta atravessou-lhe o corpo, juntamente com o braço direito de Hayato.
- Apanhei-te - disse com um sorriso, o Chuunin.
Abraçou o oponente, obrigando-o a ficar mais perto de sí. Fez selos, e sussurrou:
- Suiton, Humonarigué!
O momento seguinte não foi bonito para Hayato. Sueji abriu a boca, e uma grande quantidade de água foi cuspida para o corpo de Hayato. Este foi projectado com uma enorme força, até embater contra uma árvore a dez metros de distância. O mesmo estava agora sentado e zonzo, encostado à árvore.
O Kirigakuriano viu ali a sua oportunidade para acabar o combate. Virou-se para trás, e agarrou mais uma vez a Zambatou. Deu meia volta, e correu para Hayato. Quando estava a apenas um metro do mesmo, fez um movimento na diagonal, rasgando o tronco do mesmo em dois.
Tal ataque demonstrou-se inútil, pois segundos depois o corpo do rapaz Gennin desfazia-se em corvos, deixando apenas a Zambatou enterrada no tronco da árvore.
O Chuunin virou-se. O verdadeiro Hayato estava atrás dele, com um olhar penetrante e o Sharigan a brilhar nos dois olhos. Sueji começou a correr, e Hayato imitou-o plenamente. O mesmo parou, e o Gennin também o fez. Sueji esticou um braço, e Hayato voltou a copiá-lo.
"Seguramente um Genjutsu. - pensou Sueji."
- Kai! - berrou o Chuunin, seguro de sí.
- Fuuton: Atsugai! - gritou o seu oponente.
O jutsu de Sueji foi obviamente inútil, mas o de Hayato não. Pelo contrário, foi assustadoramente devastador.
O Gennin abriu a boca, e soltou uma enorme rajada de vento na direcção do Chuunin, que o fez levantar do chão instantaneamente. Não haviam muitas árvores ali, mas as que haviam foram todas destruídas.
Sueji ainda voou por alguns bons metros. Quando aterrou, estava a escorrer água por diversas partes do corpo. Tinha diversas Senbons espetadas nas pernas, e tinha perdido as suas Kunais e Shurikens.
As senbons, guardou-as. Fez selos, e usou o Kirigakure no Jutsu.
Sueji fechou os olhos; Iria lutar com os olhos fechados, seguindo apenas os seus instintos auditivos.
Hayato e Sueji já se tinham afastado um pouco do local onde os outros estavam a combater, mas Sueji conseguia-os ouvir ao longe, na mesma. Também conseguia ouvir Hayato a caminhar lentamente, aparentemente às cegas.
Aproveitou o momento para se descalçar, evitando fazer barulho com os seus passos. Andava rapidamente, e a relva também o ajudava a manter-se silencioso a deslocar-se. Contudo, era também mais complicado ouvir Hayato.
O Gennin criou alguns clones, e Sueji não conseguiu distinguir quantos foram ao certo, mas pelo menos dois começaram imediatamente a agitar Kunais de três pontas estupidamente no ar. Sueji movimentou-se rapidamente por trás deles, e destruiu-os com dois senbons precisos e rápidos.
O verdadeiro Hayato parecia ter entendido o que Sueji estava a fazer, então cessou movimentos. O Chuunin ainda ficou imóvel tentando ouvir qualquer pormenor, mas não conseguiu. Desfez então o nevoeiro, voltando o cenário a ser solarengo.
- Suiton, Suishoua!
Sueji tinha aberto um scroll de invocação de água, e formava-se agora uma enorme coluna de água atrás de Hayato. O Gennin virou-se, mas parecia não ter tido tempo para evitar o ataque.
Sueji fechou os olhos para evitar que salpicos lhe afectassem a visão. Quando os abriu, observou Hayato protegido por uma esfera arroxeada, aparentemente de raio. Hayato cancelou-o, e olhou fixamente para o Chuunin estranhamente sereno.
- Magen: Jigoku Kōka no Jutsu - sussurrou.
O rapaz ficou totalmente perdido, e Hayato aproveitou o momento. Correu para Sueji, mas foi empurrado para o chão.
Três clones de água rodeavam Hayato, sendo que um deles o prendia ao chão. O Gennin esmurrou a cara de um dos clones, que ficou sem cabeça mas continuou a espancá-lo. Uma espada enorme cortou todos os clones ao meio.
Sueji tinha ido buscar a Zambatou, perdida devido ao jutsu fuuton feito por Hayato, à pouco. Depois de os clones estarem desfeitos em água, movimentou a Zambatou verticalmente em direcção ao chão, tentando cortar Hayato em dois. O Gennin rebolou para o lado, e começou a correr para longe de ali. Ambos já mostravam sinais de cansaço, mas o Chuunin perseguiu-o na mesma.
Chegaram perto do local de combate original. Vendo o seu colega inconsciente, e três dos inimigos reunidos, Hayato sentiu-se desesperado. Parou de correr e voltou-se muito rapidamente. Criou cerca de sete clones de corvos, que desarmaram Sueji facilmente, apanhando-o de surpresa e o agarraram.
- Rasengan! - Hayato havia criado uma esfera daquilo que parecia a Sueji, chakra maciço. Avançou três metros em corrida, e estendeu o braço à altura do estômago do oponente.
Hayato foi instantaneamente salpicado por água, do tronco destruído do Chuunin. O resto do corpo espalhou-se pelo campo de batalha, indo um braço parar perto do local onde Kride tratava de Kamui ferido.
- O Sueji... morreu? - Kride ficou chocado a olhar para o braço ali perto.
- Não idiota! - berrou a cabeça de Sueji, perto da Zambatou - Eu não morro. Junta os pedaços do meu corpo perto de uma poça de água, se faz favor! E rápido, aproveita que o Hayato está a descansar!
Kride parou temporariamente de estabilizar as feridas de Kamui, e levantou-se. Correu para o braço de Sueji, e atirou-o para a poça de água que o Suishoua tinha deixado. Fez o mesmo com os outros pedaços do corpo, e em poucos segundos Sueji estava de pé, estalando os ossos.
- Ah... É tão bom estar inteiro outra vez. - disse o rapaz, ironicamente - Hayato, observa este truque novo.
O Gennin estava até ao momento de cabeça baixa, arfando, cansado. Olhou para Sueji, agora com um braço enorme e cheio de músculos, ostentando a Zambatou como se tratasse de um bule de chá.
- Sabes, miúdo - proferiu Sueji, numa voz clara e suave - fizeste bem em guardar as tuas últimas energias para o final do combate. Mas creio que não pensavas encontrar alguém como eu..
Correu para Hayato, e atacou-o com a Zambatou. O Gennin ainda tentou escapar, mas a grande espada fez-lhe um corte bastante profundo no braço esquerdo, que fragilizou o mesmo.
- Não quero ter de te matar, mesmo nós sendo inimigos - Sueji pousou a espada, e ajoelhou-se em frente a Hayato, que estava sentado a tentar conter o enorme corte - espero até que quando esta guerra acabar, sejamos amigos! Dou-te a oportunidade de ires embora.
- Não deixarei a minha aliança ficar mal! - disse Hayato, seguro das suas palavras.
- E não deixaste. Fizeste o máximo dos teus esforços, tu e a tua equipa já deram a vossa contribuição. Vai embora, e auxilia os teus colegas. Não os deixes ficar mal!
Hayato não disse nada. Levantou-se, bastante ferido, e agarrou no peso morto que era o corpo de Selim, insconsciente, e partiu.
- Hayato - disse Sueji, e o Gennin voltou-se - Sueji Hozuki é o meu nome. Mereceste sabe-lo, sim.
O Gennin sorriu, e foi-se embora pacificamente.
- Parece que a treta psicológica sempre resulta... - disse Datte, quando Sueji retornou para perto deles, com um sorriso um pouco malicioso.
- Heh... Nem eram mentiras, apesar de tudo, sabes? - continuou o Chuunin - Mas bem, continuando. Temos que ir para Kusa o mais rapidamente possível. Tu e o Kamui precisam de cuidados médicos, e eu o Kride de descansar. Precisamos também de alertar a vila que o país poderá sofrer mais invasões.
- Hai! - disseram Kride e Datte.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Seg 17 Jan 2011 - 22:38

Kride aproximara-se do corpo do ninja da sua equipa, a quem tinha previamente ajudado a tentar estabilizar os seus ferimentos e analisando o seu estado, disse:~
- Sueji, és mais rápido, leva o Kamui – pediu-lhe – Deixa a Zambatou comigo para lá chegares mais depressa.
O Chuunin ao ouvir o segundo pedido, olhou-o com um ar desconfiado, mas não tinha outra alternativa. Era necessário levar Kamui o mais depressa possível até ao Hospital de Kusagakure no Sato. Sueji, cravou a sua grande espada no chão e disse:
- Kride, toma bem conta dele… - pausando por um momento – Ou morres! – Dizendo isto, esboçou um sorriso grande, que mostrava os seus dentes afiados.
- Hai, hai, Sueji – disse Kride descontraído – Tomarei bem conta dela.
Sueji, lançou-se o mais veloz possível, visto que estava exausto do seu combate contra o Uchiha, com Kamui às costas.
Kride, tocou o cabo da Zambatou e sentiu-se tonto, com uma ligeira dor de cabeça e voltou-se para trás ao ouvir Datte.
- Kride, estás bem? – perguntou-lhe o ninja de Kiri.
O Gennin de Kumo, fixou por uns breves momentos, o hitayate de Datte, o símbolo de Kiri. A tontura agravou-se por um estante e Kride baixou-se, deixando um joelho contra o chão.
- Kride! – gritou Datte – Estás bem?
- Já não como à algum tempo, deve ser isso – respondeu Kride – Vamos para Kusa, estou a morrer por um bom prato de comida.
O Ranta, pegou na Zambatou, e meteu-a às costas, fazendo uma cruz, juntamente com a sua Zanbatou. De seguida, meteu Datte às costas, com cuidado para não o magoar com o cabo das espadas que transportava e de seguida começou uma corrida lenta, devido ao excesso de peso que carregava.

Após uma hora, chegavam agora a Kusa. A umbria noite, já se instalara e tanto Kride como Datte apreciava a brisa fresca da noite. Seguiram o seu caminho até ao hospital onde foram recebidos rapidamente e levados para os seus respectivos quartos. Datte que possuía ferimentos graves tinha sido levado para os cuidados intensivos e Kride que apresentava poucos danos foi levado para o quarto onde Sueji descansava. Ao entrar, Sueji dirigiu o olhar logo à Zambatou.
- Aqui está – disse Kride, esboçando um sorriso – Como nova.
Kride entregou-lhe a sua espada e deitou-se na sua cama, após trocar de roupa. Depois deitou-se e tentou dormir, sem sucesso.
- Oh, Sueji. Tás acordado? – perguntou Kride.
- Hai – disse ele – O que se passa?
- Eu quanto tive com a Zambatou…

Alguns dias depois, um ninja de Kusa entrou pelo quarto onde agora se encontravam todos os membros da equipa a descansar e naquele momento, a apreciar um bom almoço.
- Sueji Hozuki, Kride Ranta, Kamui Fukkastu e Datte Uusaki! – chamou o ninja.
- Somos nós – disseram os quatro uníssonos.
- Quero congratular-vos pelo sucesso da vossa missão a afastar os invasores do País da Relva. De momento já se encontra outras equipas a proteger a fronteira. Estão dispensados da missão que foi concluída com sucesso.
- Hai! – disseram os quarto ninjas.
Sem mais demoras o ninja fez um selo e desapareceu. De seguida Kride, levantou-se da cama e vestiu-se, pegando na sua Zanbatou.
- Bem pessoal, eu até tava a gostar disto – disse ele – Mas o dever chama-me. Até à próxima. E, Sueji… – disse ele, olhando para trás, fixando o Chuunin de Kiri – Falamos mais tarde.
Assim Kride saiu do quarto, abandonando de seguida o hospital. Os restantes ninjas acabaram por fazer o mesmo...


Fim
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Sab 22 Jan 2011 - 14:00

Reservado (espero acabar isto antes da 3ª reencarnação)

Sueji Hozuki


H.N.

Ninjutsu: 29,25+1,5=30,75
Taijutsu: 12,5
Genjutsu: 4,75
Kenjutsu: 24+0,75=24,75
Selos: 12,25+0,75=13
Trabalho de Equipa: 8,25

H.C.

Força: 14+0,5=1,45
Agilidade: 14,25
Controlo de Chakra: 26+0,75=26,5
Raciocínio: 18,25+0,25=18,5
Constituição: 14

4,5/7


Fukkatsu Kamui


H.N.

Ninjutsu: 24,25+1,25=25,5
Genjutsu: 11,25+0,25=11,5
Taijutsu: 5,25+0,25=5,5
Kenjutsu:8,5
Selos: 14,75+0,25=15
Trabalho de Equipa: 2+0,25=2,25

H.C.

Força: 5,25
Agilidade: 10,75+0,25=11
Controlo de Chakra: 26+0,5=26,5
Raciocínio: 12,5+0,25=12,75
Constituição: 7,5+0,25=7,75

3,5/7

Uusaki Datte


H.N.

Ninjutsu: 6,5+0,75=7,25
Taijutsu: 2,75+0,25=3
Kenjutsu: 6,75+1=7,75
Genjutsu: 2,5
Selos: 4+0,5=4,5
Trabalho de Equipa: 0,75+0,25=1

H.C.
Força: 2,5
Agilidade: 4,75+0,25=5
Controlo de Chakra: 4,75+0,25=5
Raciocínio: 2,75+0,25=3
Constituição: 3,75+0,25=4

3,5/7

Kride Ranta


H.N.

Ninjutsu: 5,5+1,75=7,25
Taijutsu: 1,5+0,25=1,75
Kenjutsu: 1,75+0,25=2
Genjutsu: 3+0,5=3,5
Selos: 4+0,75=4,75
Trabalho de Equipa: 0,25+0,25=0,5

H.C.

Força: 2,5
Agilidade: 3,5+0,5=3,75
Controlo de Chakra: 4,5+0,25=4,75
Raciocínio: 2,5
Constituição: 2,25+0,25=2,5

4,5/7

Comentários: Dies.
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MensagemAssunto: Re: Missão de Rank C - Protecção do País da Relva   Sab 19 Nov 2011 - 14:30

podem dar reset na missao?
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Missão de Rank C - Protecção do País da Relva
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